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A BANDEIRA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL, TE AMO MEU RIO GRANDE

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quinta-feira, 26 de setembro de 2013

por conversão irregular da URV Decisão beneficia servidor com salário convertido com base em lei estadual. Mais de 10 mil ações na Justiça aguardavam o julgamento do Supremo.

STF manda pagar perdas de servidor por conversão irregular da URV

Decisão beneficia servidor com salário convertido com base em lei estadual.
Mais de 10 mil ações na Justiça aguardavam o julgamento do Supremo.

Mariana OliveiraDo G1, em Brasília
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Supremo Tribunal Federal (STF) determinou por unanimidade (nove votos a zero), nesta quinta-feira (26), o pagamento das perdas salariais de servidores públicos estaduais e municipais que tiveram os vencimentos convertidos por meio de lei estadual na mudança do cruzeiro real para a Unidade Real de Valor (URV), instituída em 1994 como forma de transição para o real.
Com a decisão, milhares de servidores terão direito a receber a devolução dos valores referentes às perdas com correção. Segundo levantamento do STF, mais de 10 mil ações que pediam correção dos vencimentos estavam paradas na Justiça de todo o país à espera de uma definição do Supremo. De acordo com a assessoria do tribunal, a decisão beneficia diretamente esses 10 mil – o direito de outros servidores que não questionaram teria de ser avaliado pelo Judiciário em eventuais novas ações.
A lei federal que criou a URV determinou os critérios para a conversão da moeda. Mas alguns estados, como São Paulo, Bahia e Rio Grande do Norte, criaram regras diferentes para converter os salários dos servidores.
Os ministros do Supremo entenderam que uma lei estadual não pode instituir padrões de conversão, já que a Constituição estabelece como competência da União definir regras sobre o sistema monetário.
A lei federal que criou a URV determinou que os salários deveriam ser convertidos com base no valor estipulado na data de criação da unidade (1º de março de 1994). Mas alguns estados fixaram como base valores da URV de outras datas (que eram inferiores ao de 1º de março), o que gerou perdas nos vencimentos dos servidores.
O Supremo também estabeleceu que a correção deve incidir somente sobre o período entre o momento da conversão do salário e o da publicação de lei estadual que tenha reestruturado a carreira ou definido reajustes para recompor essas perdas.
A ação que motivou
A decisão desta quinta foi tomada com base no julgamento de uma ação protocolada em 2007 pelo governo do Rio Grande do Norte contra entendimento do Tribunal de Justiça do estado, que também havia considerado que a lei estadual não pode definir critério de conversão. Com a decisão, o Supremo considerou inconstitucional a lei estadual do Rio Grande do Norte para conversão dos salários dos servidores.
Como nesse caso o resultado do julgamento teve a repercussão geral reconhecida pelos ministros, a decisão valerá para todos os processos sobre o mesmo tema em outras instâncias do Judiciário.
Conforme o entendimento fixado pelo Supremo, nem todos os servidores estaduais e municipais do país poderão ser beneficiados – somente aqueles dos estados que utilizaram regras locais que contrariaram a lei federal de criação da URV.
Segundo informações do processo, além do Rio Grande do Norte, os estados de São Paulo e da Bahia também fizeram a conversão com base no patamar menos favorável ao servidor e terão que fazer a correção.  O município de Belo Horizonte também terá de rever os valores.
Somente no Rio Grande do Norte, segundo o governo estadual, o pagamento dos valores retroativos poderia causar impacto mensal na folha salarial de até R$ 300 milhões.
O valor exato a que cada servidor terá direito em relação à recomposição do salário será definido no momento da liquidação da dívida.

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Entidades cobram maior rapidez no debate sobre o plano de carreira

Entidades cobram maior rapidez no debate sobre o plano de carreira

Entidades, governo e Comando da BM buscam consenso
Entidades, governo e Comando da BM buscam consenso
Reunião realizada no QGBM, na tarde de 5 de setembro, colocou em pauta o plano de carreira dos servidores de nível médio. Houve pontos divergentes e entendimentos diferentes sobre o andamento das negociações, com as representações reivindicando mais pressa no debate, enquanto representantes do governo explicavam as muitas implicações das alterações.
 O Comando da BM foi representado pelo Chefe do Estado Maior, coronel Freitas, que deu início a reunião com uma explanação sobre as atuais carreiras de nível médio e de oficiais e as áreas que também devem ser afetadas com a aprovação de um novo plano. Além do oficial estiveram presentes: Jairo(ABAMF); Alex Caiel e Dagoberto Valtman(ASSTBM); Alex de Sá e Ubirajara Ramos(ABERGS); Juarez de Moura e João Domingues(FERPMBM);Tenente Goes(AOFSBM). Representando a Casa Civil, Fausto Loureiro, e a SSP – Secretaria de Segurança Pública – Nereu Vargas de Castro.
 Essa foi somente a segunda reunião do grupo, mas as representações brigadianas reivindicaram que seja priorizado pontos importantes para a tropa, como:  ingresso com curso superior,  promoções por tempo de serviço e a carreira única – com o soldado tendo a possibilidade de ascender até o posto de coronel. O Chefe do Estado Maior da BM destacou que o estudo e debate do plano de carreira levará a possíveis alterações de artigos da legislação, Estatuto e também na lei de ensino.
 O representante da ABAMF solicitou ao Chefe do Estado Maior que fosse detectado os pontos em que há concordância do Comando da BM, a fim de sejam colocados de lado e a prioridade recaia sobre outros temas. Coronel Freitas afirmou que na próxima reunião trará a posição do comandante da BM, pelo menos, sobre um dos pontos prioritários.
 Para Fausto Loureiro, já houve algum avanço, pois o tema da reunião seria o RDBM, mas as entidades conquistaram a colocação do plano de carreira na pauta, mas lembrou que o assunto envolve outras secretarias como Fazenda e Administração.
Já Nereu Vargas, reconheceu que a categoria cobra decisões mais rápidas, mas disse que também é cobrado e que mais importante que o tempo é a disposição do governo de atender aos brigadianos.
 Um novo encontro foi marcado para a segunda quizena de setembro, no entanto as primeiras conversas transparecem um debate longo até que o texto definitivo agrade aos brigadianos, ao Comando da BM e ao Governo Estadual.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Relatório do plano de carreira e aprovado na subcomissão da AL

Relatório do plano de carreira e aprovado na subcomissão da AL

Relator da subcomissão, deputado, Altemir Tortelli, com representantes brigadianos
Relator da subcomissão, deputado Altemir Tortelli com representantes brigadianos
 Foi aprovado, dia 22 de agosto, por unanimidade, na Comissão de Serviços Públicos da Assembleia Legislativa, o relatório da subcomissão do plano de carreira dos servidores de nível médio  da BM.
A subcomissão realizou diversas audiências públicas, juntamente com as representações brigadianas,  para debater com os militares estaduais os meios de melhorar a carreira. Os parlamentares também se municiaram com dados a respeito de salários e vantagens no serviço de segurança pública já aplicados em outros estados brasileiros.
O relatório, entregue a secretária adjunta da Casa Civil, Mari Perusso, irá subsidiar os debates entre integrantes do governo e o grupo de trabalho do plano de carreira da BM.tomara que sai certo esse plano de carreira não fique só na conversa.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Policiais e bombeiros terão reunião com presidente da Câmara após ocuparem Plenário

Policiais e bombeiros terão reunião com presidente da Câmara após ocuparem Plenário

Representantes já conquistaram avanço
Representantes já conquistaram avanço
Entidades de classe dos policiais e bombeiros militares conseguiram agendar encontro com o presidente da Câmara,  Henrique Eduardo Alves, para tratar da votação da PEC 300 em segundo turno, após  ocuparem, na tarde de 20 de agosto, o Salão Verde e o corredor das comissões da Câmara dos Deputados, além das entradas da Câmara e do Senado, e depois invadirem o Plenário da Câmara como parte das manifestações que pede a votação e aprovação do piso naconal da categoria. Antes houve caminhada pelas ruas proximas do Congresso Nacional.
A sessão da Câmara foi suspensa e o presidente da Casa Legislativa, pediu exatamente o que os militares estaduais brasileiros foram solicitar: respeito.
Trabalhadores fardados ocuparam Plenário
Trabalhadores fardados ocuparam Plenário
Para o Leonel Lucas o momento é de pressão em cima dos deputados e senadores. ” A ABAMF e as associações filiadas a ANERMB exigem a valorização dos responsáveis pela segurança dos cidadãos no Brasil”.
 Mais trabalhadores fardados chegaram a Capital Federal e  a manifestação de 21 de agosto deve ter 5mil  participantes.
Viúvas de PMs também participam da mobilização
Viúvas de PMs também participam da mobilização
Para o deputado Major Fábio a aprovação daPEc 300 não é difícil: “O Brasil tem muito dinheiro. O problema é a corrupção, a sociedade está nas ruas para que não haja tanta corrupção. Mas quando se fala em aumento de salário para funcionário público, principalmente para Saúde, Educação e Segurança, nós vemos um monte de gente trabalhar contra, quando se fala em aumentar o teto do funcionário público… Enquanto isso o deputado federal tem um teto de R$ 26 mil”, protestou.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

ZERO HORA: A POLÍCIA DE QUE O BRASIL PRECISA

ZERO HORA: A POLÍCIA DE QUE O BRASIL PRECISA

15443418REPÓRTER NA SEGURANÇA

Tema de duas Propostas de Emenda Constitucional (PEC) esquecidas no Congresso, a desmilitarização da Polícia Militar ganhou corpo em episódios como a repressão da PM em São Paulo nos protestos e com o recente desaparecimento do pedreiro Amarildo de Souza, na favela da Rocinha, no Rio de Janeiro.
Na esteira do debate sobre a desmilitarização, assuntos como ciclo único (polícia responsável tanto pela repressão ao crime quanto pela função judiciária), corrupção nas corporações e mais eficência na investigação vêm à tona. Para especialistas e defensores dos direitos humanos, seria hora de repensar a polícia.
Na sexta-feira, foi informado o afastamento do coronel César Augusto Morelli do comando da Tropa de Choque da PM paulista, entre outras razões, pela contestada atuação nos protestos. Também surgiu a informação de que um traficante teria matado o pedreiro Amarildo para incriminar a PM.
A discussão sobre a reinvenção das corporações ocorre num contexto de violência em alta. O Brasil só perde para Venezuela e Colômbia em taxa de homicídios na América Latina, conforme a Organização das Nações Unidas (ONU), e tem a maior quantidade de mortes violentas do mundo em números absolutos, com cerca de 50 mil por ano – a Índia, segunda colocada, tem 40 mil homicídios por ano, com população cinco vezes maior que a brasileira. Para piorar, a taxa de solução desse tipo de crime no Brasil é de apenas 8%. E ainda há os cerca de 8,6 mil casos que não entram na estatística, conforme revelou na semana passada o Mapa dos Homicídios Ocultos, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
Em maio de 2012, a Dinamarca chegou a recomendar, na reunião do Conselho de Direitos Humanos da ONU, que o Brasil extinguisse a Polícia Militar. A Anistia Internacional tem a mesma postura, em defesa da unificação das polícias em um padrão civil, com ciclo único (leia entrevista ao lado). O sociólogo Marcos Rolim é adepto da ideia de manter as duas polícias, mas com o ciclo completo em ambas (policiamento e investigação), sendo os casos divididos por tipo de delito.
– O problema é que temos duas metades de polícia que ficam brigando uma com a outra e não compartilham informação – observa Rolim.
Com a estrutura atual, prevista no artigo 144 da Constituição Federal, à PM cabe o policiamento ostensivo e à Civil as funções de polícia judiciária. Na visão do delegado Fábio Motta Lopes, diretor da Divisão de Ensino da Academia de Polícia Civil (Acadepol) e professor de Direito na Unisinos, o ciclo completo nas duas esferas é inviável.
– Policiamento de rua e investigação criminal são funções totalmente distintas – defende Lopes.
À semelhança das Forças Armadas
Por trás do termo desmilitarização há ainda outro aspecto sensível: a PM é constitucionalmente definida como uma força reserva do Exército, portanto, submetida a um modelo organizacional concebido à imagem e semelhança das Forças Armadas em questões de hierarquia e disciplina.
– Na medida em que não estão organizadas como polícias, mas como pequenos exércitos, os resultados são, salvo honrosas exceções, os desastres que conhecemos: ineficiência no combate ao crime, incapacidade de exercer controle interno, insensibilidade no relacionamento com os cidadãos – enumera o antropólogo Luiz Eduardo Soares, ex-secretário nacional de Segurança Pública.
Essa característica estrutural teria reflexos no treinamento dos soldados, voltado para combater o inimigo e não para mediar conflitos sociais. O coronel reformado da Polícia Militar do Distrito Federal Jair Tedeschi diz que o treinamento militar acabou – exceto nas unidades de choque. Durante os protestos no país, foi justamente a tropa de choque que atuou na contenção de multidões e na repressão aos grupos de vândalos infiltrados nos movimentos sociais. Em Estados como Rio e São Paulo, multiplicam-se críticas às corporações. Na Capital, 50 expedientes foram abertos pela Defensoria Pública para apurar supostos excessos na conduta policial.
TAÍS SEIBT

SGRAENTREVISTA

“A PM é treinada para enfrentar o inimigo”

O cientista político Maurício Santoro, assessor de Direitos Humanos da Anistia Internacional no Brasil, defende a extinção da Polícia Militar e unificação das polícias num padrão civil. Confira trechos da entrevista.
Zero Hora – O atual momento do país gerou questionamentos em torno da estrutura da polícia brasileira. O Brasil precisa repensar o seu modelo de polícia?
Maurício Santoro – É uma pauta que não nasceu agora, mas ganhou um novo gás porque um conjunto muito significativo de pessoas da classe média, que não costuma ser vítima da violência policial, passa a ser, e isso gerou uma revolta. Em alguns lugares, como no Rio, tem havido uma interlocução entre os ativistas de classe média e os moradores das favelas. Isso ficou muito evidente no caso do Amarildo, que está simbolizando de uma maneira muito forte vários problemas que envolvem a Polícia Militar e a segurança pública.
ZH – O que o senhor pensa sobre a unificação das polícias Civil e Militar?
Santoro – Nossa posição (da Anistia Internacional) é de que a polícia brasileira seja unificada num padrão civil. Uma polícia de ciclo único, responsável tanto pelas funções de prevenção e repressão ao crime quanto da polícia judiciária. O modelo policial do Brasil coloca duas polícias num nível de cooperação frágil, isso acaba criando um ambiente que favorece o crime. A persistência da impunidade, a enorme dificuldade de a polícia investigar a si mesma, a existência de uma Justiça Militar dificultam muito qualquer reforma.
ZH – Uma polícia nesse formato seria mais transparente?
Santoro – Sim. Seria mais transparente, teria uma melhor prestação de contas, teria um outro tipo e relação com a sociedade. A lógica da Polícia Militar, sobretudo no Brasil, que é braço das Forças Armadas, é combate. Ela é treinada para enfrentar o inimigo. Só que isso é uma situação de campo de batalha e não de segurança pública, que deveria ter tipo de diálogo, um envolvimento mais forte com o dia a dia das comunidades onde atua. Outra situação que a militarização atrapalha muito no Brasil é que cria uma estrutura hierárquica rígida, de modo que um policial que queira criticar um oficial que esteja numa atitude ilegal, por exemplo, não vai encontrar ambiente favorável. Muito pelo contrário.

“Desmilitarizar é tirar a hierarquia e a disciplina”

Coronel reformado da PM do Distrito Federal há 17 anos, Jair Tedeschi diz temer que a desmilitarização da polícia enfraqueça a hierarquia e a disciplina que sustentam a instituição há mais de 200 anos. Em entrevista, Tedeschi falou sobre mudanças na formação da polícia brasileira.
Zero Hora – São cada vez mais frequentes os questionamentos sobre a ação policial. O Brasil precisa repensar o seu modelo?
Jair Tedeschi – A sociedade se rebela contra o cerceamento de qualquer direito. E esquece que tem dever. Ela quer ter o direito de se manifestar da forma mais livre possível, então inventou a nova bandeira da desmilitarização. A Polícia Militar recebeu essa denominação por causa da sua criação, mas hoje é muito mais cidadã. É uma força militar reserva do Exército para ser empregada numa situação extrema, mas está à disposição do Estado. Ela vem se transformando cada vez mais numa polícia cidadã.
ZH – Então o senhor é contra a desmilitarização?
Tedeschi – Desmilitarizar é tirar a hierarquia e a disciplina. Você tem uma instituição como a Brigada Militar aí no Sul, e a Polícia Militar, que são bicentenárias e estão vivas até hoje porque são calcadas em hierarquia e disciplina.
ZH – Mesmo no modelo que está posto, o treinamento da polícia poderia ser menos voltado para o enfrentamento?
Tedeschi – O treinamento militar acabou. Se você pegar hoje o currículo de formação de qualquer academia vai encontrar matérias realmente muito mais voltadas para o social. Hoje nos quartéis não existe mais esse negócio de ficar em forma, de fazer educação física, de treinar tiro. À exceção das unidades de choque, que são um pouco mais aquarteladas.
ZH – E qual sua opinião sobre a unificação das polícias civil e militar?
Tedeschi – Falando como cidadão, não como policial, quero uma polícia que me proteja. Quero ter uma entidade que me defenda, que esteja na rua evitando crime e que esteja apurando crime. Se for uma polícia única, tudo bem. Acho bom unificar, mas será que todo mundo aceita? No início de Brasília, nos anos 60, era uma polícia única, a Guarda Especial de Brasília. Depois é que se separou. Poderia ter sido um embrião, mas não foi essa a ideia. Se funciona? Funcionou naquele período.

segunda-feira, 22 de julho de 2013

102 0693 meu aniversario 14/07/2013 GAÚCHO ALDO VARGAS, SANTANA DO LIV...

Militares estaduais farão movimento em Brasília dias 20 e 21 de agosto

Militares estaduais farão movimento em Brasília dias 20 e 21 de agosto

pec300Policiais  e bombeiros militares prometem uma grande manifestação em Brasília (DF) nos dias 20 e 21 de agosto. Na semana passada, representantes dos servidores militares estiveram na capital federal para tentar, mais uma vez, forçar a votação da PEC 300, que estabelece um piso salarial nacional para a categoria. No entanto, alguns líderes de partidos se recusaram a assinar o requerimento que pedia a colocação da proposta em pauta.
“O descaso do Governo Federal é tanto que mais uma vez o colégio de líderes rejeitou que fosse colocada em pauta a PEC 300. Está mais do que claro que o Governo Federal não se importa nem um pouco com nossos policiais militares e bombeiros”, disse Edmar Soares da Silva, presidente da ACS (Associação dos Cabos e Soldados da Polícia Militar e Bombeiro Militar de Mato Grosso do Sul).
As entidades ainda recomendam a todos os servidores da segurança pública do Brasil que liguem para o telefone 0800-619619, da Câmara Federal, identifiquem-se e cobrem a aprovação da proposta.
O presidente da ABAMF  e da ANERMB, Leonel Lucas, afirma que nos dias 20 e 21 agosto, os policiais e bombeiros militares irão lotar a Câmara e o Senado. O objetivo é pressionar os congressistas para que as proposições ligadas aos militares estaduais brasileiros tramitem rapidamente. Caravanas estão sendo organizadas por todo  Brasil.

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Policiais e bombeiros militares pressionam pela votação da PEC300

Policiais e bombeiros militares pressionam pela votação da PEC300

Senador Aécio Neves conversa com representantes dos militares
Senador Aécio Neves conversa com representantes dos militares
O presidente da ANERMB – Associação Nacional  das Entidades Representativas dos Militares e Bombeiros – esteve em Brasília dia 9 e 10 de julho e, junto com presidentes de associações de policiais e bombeiros militares de todo Brasil, conversaram com políticos empenhados em colocar a PEC 300 na pauta de votação na Câmara e votar a PEC 24 no Senado. Leonel Lucas acompanhou ainda a votação e aprovação do projeto de lei 2791/11, que anistiou os militares que participaram de movimentos reivindicatórios por melhores salários e dialogou com o senador João Capiberibe, autor da PEC 24, que institui o fundo nacional de segurança pública.
Ficou definido que as associações convocarão os militares estaduais para irem a Brasília dias 20 e 21 de agosto. De acordo com Leonel Lucas, “vai ser realizada uma caravana a Brasília para reivindicar a colocação da PEC 300 na pauta de votação”.  Os representantes dos estados de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pernambuco e Paraná, conversaram com o senador João Capiberibe que explicou: “O relator da PEC 24, senador Aécio Neves, já finalizou o relatório, que está prestes a ser votado”. Conforme Capiberibe, “o documento tem solidez jurídica e vai auxiliar na criação do fundo, inclusive com mais recursos”.
Luta pela aprovação da PEC 300 levou presidentes de associações a Brasília
Luta pela aprovação da PEC 300 levou presidentes de associações a Brasília
Os representantes dos policiais e bombeiros também debateram com  Aécio Neves a tramitação da PEC 24. “A proposição será votada até o dia 17 de agosto. Antes disso, irei convocar as entidades de classe para discutir os percentuais que serão destinados para o salário dos militares brasileiros”, garantiu o senador.
PEC24
A Proposta de Emenda à Constituição – PEC 24/2012 – institui no âmbito do Poder Executivo Federal, o Fundo Nacional de Desenvolvimento de Segurança Pública. Além de criar uma política nacional de segurança, os recursos do fundo vão equipar e capacitar a segurança pública dos Estados, liberando a verba já existente para melhorar a remuneração das categorias dos profissionais da Segurança Pública. A PEC prevê fontes de financiamento e formas de aplicação.
Segundo o ator da PEC24, senador João Capiberibe,  a ideia não é onerar o contribuinte. Uma das fontes de arrecadação são as instituições financeiras. “Só o Banco do Brasil tem lucro líquido de R$ 12 bilhões ao ano. Com a PEC, 3% desse total irá para a segurança, ou seja, já são R$ 360 milhões apenas de um banco”, explicou.
Definido que caravana a Capital Federal será nos dias 20 e 21 de agosto
Definido que caravana a Capital Federal será nos dias 20 e 21 de agosto
Funcionamento
 A proposta apresentada determina que os estados usarão os recursos do Fundo para o aparelhamento, capacitação e integração das forças de segurança. A distribuição dos recursos deve levar em consideração os indicadores de violência em cada ente federado; a capacidade e formação das polícias estaduais frente ao tamanho das populações e de alunos matriculados na educação básica. Os recursos virão da arrecadação do IPI (Imposto de Produto Industrializado) e do ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadorias) das indústrias de armamento e material bélico; da parceria correspondente ao ISS (Imposto Sobre Serviço) das empresas de segurança privada e de contribuição de 3% do lucro líquido das instituições bancárias e financeiras.

sábado, 6 de julho de 2013

Governo conversará com comissão em 15 dias

Governo conversará com comissão em 15 dias

Pestana recebendo reivindicações
Pestana recebendo reivindicações
Chefe da Casa Civil pediu tempo para analisar as reivindicações da categoria. Governador está em viagem a Portugal
O movimento pacífico, que reuniu cerca de 2,5 mil brigadianos de diversas cidades gaúchas, numa caminhada pelas ruas no centro de Porto Alegre(RS), na tarde 5 de julho, almejando a valorização da carreira e aumento dos salários já obteve algum resultado. No final da tarde, perto das 17h 30min, o Chefe da Casa Civil, Carlos Pestana, a chefe adjunta da Casa Civil, Mari Perusso, e o sub-chefe parlamentar do governo, Cezar Martins, receberam documento com as reivindicações dos servidores de nível médio da Brigada Militar(BM). As solicitações foram entregues pelo deputado Altemir Tortelli na presença dos outros deputados da subcomissão de segurança da Assembleia Legislativa  e representantes das associações dos trabalhadores fardados.  Pestana afirmou que o governo voltará a conversar  com os representantes da categoria após analisar o conteúdo do documento e que o próximo passo será a formação de um grupo de trabalho para a negociação.
Faixas alertaram sobre os baixos salários
Faixas alertaram sobre os baixos salários
 Algumas questões ficaram evidentes para a  população que acompanhou a caminhada brigadiana, iniciada às 13 horas. Os militares estaduais desejam que a Corporação tenha carreira única com exigência de curso superior para ingresso. O trabalho desenvolvido a vários meses foi detalhado pelo representante da ABERGS em nome de todas as representações durante a audiência pública que aconteceu no Legislativo Estadual. O encontro contou com a presença de vários deputados e vereadores de cidades do interior.
Teatro da Assembleia Legislativa lotou
Teatro da Assembleia Legislativa lotou
 Tanto a caminhada como a audiência pública foram marcados pela emoção. Visivelmente indignados e alguns abalados, os brigadianos gritaram palavras de ordem, cantaram o hino rio-grandense em frente ao QG e alertaram a sociedade que “sem segurança não há Copa e sem salário não há segurança.” Levantaram cartazes que diziam: “ a melhor  Polícia Militar tem o pior salário do Brasil” “ Carreira única , já” e, ainda,  “Brigadiano quer salário não esmola”, “soldado fardado também é explorado”.
 Mas, os momentos de maior emoção estavam por vir na frente do Palácio Piratini e na Assembleia Legislativa. Com brigadianos fazendo a proteção do Palácio do Governo, a mobilização parou, mostrou cartazes e exigiu ser recebida pelo governador, que viajou a Portugal. Enquanto muitos mostravam o nariz de palhaço, outros portavam escudos com os dizeres inhoque. Uma imitação cômica da Polícia de Choque.
Mesa de trabalho na audiência pública
Mesa de trabalho na audiência pública
Já durante a audiência pública a menina Laiana Victória Becker -13 anos – de Três Passos, leu um poema que falava sobre ser herói. Ao final perguntou aos deputados: – vocês sabem quanto vale arriscar a vida todos os dias? E respondeu em seguida, já com lágrimas: – Senhores deputados vale menos de R$ 2 mil. Provocando o choro de muitos brigadianos.
 Outros relatos dramáticos foram feitos, como por exemplo, o brigadiano que parou a faculdade devido ao baixo salário. Um militar estadual chorando, revelou que sofreu quando o filho disse que desejava obter habilitação para dirigir automóveis, e assim ingressar na Brigada Militar, está é uma das exigências para ingresso.
Laiana emocionou os presentes
Laiana emocionou os brigadianos e deputados
O CVMI também foi lembrado. Israel Brizola – Erechim –afirmou que os colegas se arriscam na segurança das escolas por um salário de R$ 700,00. Em seguida, o deputado Nelsinho Metalúrgico esclareceu que existe um projeto tramitando no Legislativo para que integrantes do CVMI recebam remuneração de acordo com o posto que foram para a reserva.
Marquinho Lang e João Correa vieram do interior para acompanhar categoria
Marquinho Lang e João Correa vieram do interior para acompanhar categoria
O sucesso do movimento nas ruas foi percebido nas palmas da população durante o trajeto que incluiu rua dos Andradas, avenidas Siqueira Campos, Borges de Medeiros e rua Jerônimo Coelho.  Já a grande decepção com o governo veio com a revelação do deputado Gilberto Capoani – coordenador da Frente Parlamentar da Segurança Pública. “ Fico triste ao analisar a segurança pública do RS, que é o estado que menos investe no setor. São apenas R$ 195,00 por habitante. O RS é o 20º colocado no ranking de investimentos na segurança. Há estados que aplicam três vezes mais”.
A ABAMF parabeniza todas as Regionais e o empenho das outras entidades brigadianas da Capital e do interior, que fizeram o sucesso desta mobilização.

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Servidores da Brigada protestam por melhores salários no centro da Capital

Servidores da Brigada protestam por melhores salários no centro da Capital

15275219Manifestantes marcharam até o Palácio Piratini e participaram de audiência pública com deputados

Por volta das 13h desta sexta-feira, servidores com formação em nível médio da Brigada Militar começaram a se reunir na Praça Brigadeiro Sampaio, no centro de Porto Alegre, para um protesto com foco na política salarial da categoria.
Cerca de duas mil pessoas, dentre soldados, sargentos e tenentes, participaram da manifestação, que conta com a presença de caravanas do Interior, como Santa Maria e Passo Fundo. A mobilização seguiu até a frente do Palácio Piratini, onde foi solicitada a presença do governador Tarso Genro, que não apareceu.
O trajeto bloqueou ruas da área central, como a Siqueira Campos e Borges de Medeiros. Policiais militares do 9º Batalhão de Polícia Militar (BPM) acompanharam a caminhada em motocicletas e orientaram os motoristas sobre as interrupções no trânsito.
Por volta das 15h, centenas de manifestantes foram recebidos por deputados na Assembleia Legislativa para uma audiência pública sobre o plano de carreira. No final da tarde, uma comissão de representantes seria recebida no Palácio Piratini.
O presidente da Associação Beneficente Antonio Mendes Filho (Abamf), Leonel Lucas, diz que o protesto estava marcado há dois meses e busca índices maiores para os aumentos salariais. Eles pedem também que a verticalidade – aumento para coronéis reflita em todos os níveis – ocorra até 2018, e não 2014, como propõe o governo.
Deputados receberam policiais militares para audiência pública sobre o plano de carreira

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