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A BANDEIRA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL, TE AMO MEU RIO GRANDE

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quarta-feira, 7 de novembro de 2012

MANIFESTO DAS ENTIDADES REPRESENTATIVAS DOS POLICIAIS E BOMBEIROS MILITARES DO BRASILEIROS.


Manifesto das entidades representativas dos Policiais e Bombeiros Militares Brasileiros

Abaixo, o manifesto feito pelos representantes dos policiais e bombeiros militares no final do 3º Fórum das Entidades Representativas dos Policiais e Bombeiros Militares, em Belo Horizonte(MG)
Foto da reunião dos militares estaduais em MG
ASSOCIAÇÃO NACIONAL DAS ENTIDADES REPRESENTATIVAS
DE CABOS E SOLDADOS POLICIAIS MILITARES E
BOMBEIROS MILITARES DO BRASIL – ANERCS – PM/BM – B
FUNDADA EM 27/04/95 – REG. Nº 3171 – BRASÍLIA – DOU. Nº 87 DE 09.05.95
Belo Horizonte, MG, 05 de novembro de 2012.

O BRASIL ESTA DE LUTO E O GOVERNO DE SP E FEDERAL DE BRAÇOS CRUZADOS.
No dia 05 de Novembro de 2012 na cidade de Belo Horizonte MG, reúnem-se, representantes das entidades dos Cabos, Soldados, Subtenentes, Sargentos, Oficiais e Pensionistas das polícias e bombeiros militares dos estados brasileiros.
Nós representantes das Associações do país, revoltados com a situação caótica a que estão acometidos os Policiais e Bombeiros Militares do Brasil principalmente do Estado de São Paulo, que vêm sendo literalmente caçados e exterminados por marginais, estamos enlutados.
Em pleno ano de 2012, a grande discussão em todo o mundo são os “DIREITOS HUMANOS”, no entanto os governos de SP e o Governo Federal parecem rasgar a cartilha em prol de seus egos políticos, onde há um flagrante protecionismo exagerado quanto aos direitos dos marginais, usando de mentiras, de falácias para se eximirem de suas verdadeiras responsabilidades enquanto representantes do povo. Vamos mais longe, omitem-se de suas responsabilidades, sendo a nosso ver, co-responsáveis por este massacre, onde quem sofre ao final é o povo brasileiro.
É inadmissível que a criminalidade tome conta do Estado, é incompreensível que o “Estado Democrático de Direito” esteja perdendo espaço para a criminalidade.
Nós nos sentimos abandonados. Abandonados por conta da inércia, impotência, incapacidade destes governos, que se dizem representantes do povo. Como representar o povo? Se neste momento não preservam a vida daqueles que são tão mau remunerados para salvaguardar a vida dos seus?
Não compreendemos. Nos sentimos como filhos abandonados.
Onde esta a Força Nacional? Onde estão aqueles que fazem discursos inflamados nos períodos eleitorais? Aqueles mesmos que dizem se preocupar com o povo? Aqueles mesmos que pagam míseros salários a nossos heróis, e que agora covardemente nos abandonam? Aqueles que discursam na pauta da Segurança Pública?
Não temos medo da morte, assim como se necessário for, para salvar a vida do inocente ou para nos defender não hesitaremos em reagir. Hoje no Brasil, lamentavelmente, a cada 32 horas perdemos um companheiro, isso sem levar em consideração aqueles que convalescem nos hospitais, residências e centros de recuperação, vítimas do mesmo mal, sem quaisquer auxílio ou ações desses que se dizem governantes.
Ora senhores, chega de conversa, exigimos ações concretas dos governos, a nós não importa de quem é a culpa, a nós não importa quem o faça, a nós o que importa são ações concretas para que possamos defender os nossos. E em conseqüência possamos cumprir a nossa missão que é salvaguardar a população brasileira.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

BRASIL TEM UM POLICIAL ASSASSINADO A CADA 32 HORAS.


Um policial é assassinado a cada 32 horas no país, revela levantamento feito pela Folha nas secretarias estaduais de Segurança Pública.
De acordo com esses dados oficiais, ao menos 229 policiais civis e militares foram mortos neste ano no Brasil, sendo que a maioria deles, 183 (79%), estava de folga.
O número pode ser ainda maior, uma vez que Rio de Janeiro e Distrito Federal não discriminam as causas das mortes de policiais fora do horário de expediente. O Maranhão não enviou dados.
São Paulo acumula quase a metade das ocorrências, com 98 policiais mortos, sendo 88 PMs. E só 5 deles estavam trabalhando. O Estado concentra 31% do efetivo de policiais civis e militares do país, mas responde por 43% das mortes desses profissionais em 2012.
Pará e Bahia aparecem empatados em segundo, cada um com 16 policiais mortos.
Para Camila Dias, do Núcleo de Estudos da Violência da USP, o número é elevado. “Apenas para comparação, no ano de 2010 foram assassinados 56 policiais nos EUA.”
Segundo ela, a função desempenhada pelos policiais está relacionada ao alto número de mortes, mas em São Paulo há uma ação orquestrada de grupos criminosos, que leva ao confronto direto com a Polícia Militar.
Os PMs foram as principais vítimas, no Brasil e em São Paulo: 201, ante 28 civis.
Editoria de arte/Folhapress
VULNERÁVEL
Para a pesquisadora da USP, a maioria dos policiais é morta durante a folga porque está mais vulnerável e a identificação dos atiradores é difícil.
Guaracy Mingardi, ex-subsecretário nacional de Segurança Pública, diz que os dados revelam uma “caça” a policiais.
Segundo ele, trata-se de um fenômeno recente, concentrado principalmente em São Paulo numa “guerra não declarada” entre PMs e chefes da facção criminosa PCC.
Cabe à polícia, diz Mingardi, identificar os mandantes e a motivação dos crimes para evitar uma matança após a morte de um policial.
Muitos dos policiais morrem em atividades paralelas à da corporação, no chamado bico. “A minha responsabilidade é com o policial em serviço”, diz o o secretário de Defesa Social (responsável pela segurança pública) de Pernambuco, Wilsom Sales Damásio, onde morreram 14 policiais neste ano.
Em vários Estados, os policiais reclamam de falta de assistência. “Já houve o caso de um policial ameaçado que foi viver na própria associação até achar uma nova casa”, afirma Flavio de Oliveira, presidente da Associação de Cabos e Soldados da Polícia Militar do Espírito Santo.

PEC 24 E VIOLENCIA CONTRA POLICIAL ESTÃO SENDO DEBATIDOS EM MINAS GERAIS.


PEC 24 e violência contra policiais estão sendo debatidos em Minas Gerais

Encontro em MG busca mais investimento na segurança pública brasileira
Delegações e representantes dos militares de 20 estados brasileiros estão reunidos em Belo Horizonte -MG – no 3º Fórum Nacional de Entidades Representativas de Policiais e Bombeiros Militares, que iniciou dia 5 de novembro. O evento reúne ainda comandantes militares,  vereadores deputados estaduais e representantes da Câmara e do Senado com o objetivo de debater o Fundo Nacional de Segurança Pública(FNSP), PEC 24.
O autor da PEC 24, Senador  João Capiberibe, foi o palestrante no primeiro dia do encontro no Centro Social dos Cabos e Soldados de Minas Gerais(CSCS). Afirmou que  o FNSP busca melhorar as condições de atuação das forças policiais estaduais com reforço da estrutura de base e investimento nos salários. A execução financeira dos recursos deverá ser feita por meio de transferência aos estados e Distrito Federal. A fiscalização será responsabilidade do TCU e órgãos internos  do Executivo Federal.
O presidente da ANERCS, Leonel Lucas, e o presidente do CSCS, cabo Coelho, compõe a mesa de trabalho do fórum, que encerra neste dia 6 de novembro. Na parte final do evento, dirigentes de classe, filiados a ANERCS, discutirão a violência contra policiais no Brasil, evidenciado pelas execuções de trabalhadores da segurança pública em São Paulo.
Frente Brasil PEC 24 já tem novo encontro marcado. É o 4º Fórum Nacional das Entidades representativas dos militares Estaduais, que será realizado dia 19 de novembro, em Macapá, capital do Amapá. Antes aconteceram fóruns em Campo Grande(MS) e Goiania(GO). A reunião nos diversos estados visa manter os policias e bombeiros militares atentos ao assunto e pressionar os representantes políticos, a fim de que aprovem a matéria.

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