TRANS. DO PROGRAMA ENTARDECER NA FRONTEIRA DIRETO PECUARIA EM 19/11/2009

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A BANDEIRA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL, TE AMO MEU RIO GRANDE

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sexta-feira, 20 de julho de 2012

Fim de baile no rincão- Nelson e Jeanette- Arquivo deon.flv

Tonico e Tinoco - Recordaçao de gaucho (RARIDADE)

Pedro Raimundo - Adeus Mariana

Porteira Aberta » Gaúcho da Fronteira » Blc 4

ASSOCIAÇÕES DE NIVEL MEDIO DECIDEM ADOTAR DISCURSO ÚNICO PARA ALCANÇAR VERTICALIDADE.


Associações de nível médio decidem adotar discurso único para alcançar verticalidade

Dirigentes brigadianos reagem a aprovação do PL 141 sem garantia da verticalidade
Na reunião realizada na manhã de 20 de julho, as entidades que representam os servidores de nível médio da Brigada Militar decidiram unificar o discurso e voltar a pressionar o governo estadual buscando a garantia da verticalidade, uma vez que a emenda aprovada na Assembléia Legislativa deixou dúvidas. Estiveram no encontro, realizado na sede estadual da ABAMF,  o presidente Leonel Lucas, o diretor de assuntos políticos da ASSTBM, Alex Caiel, o secretário da Federação de Entidades Independentes, Dagoberto Valtmann, e os representantes da Associação dos Oficiais Subalterno, tenente Hampel, diretor de Marketing e tenente Ouriques, vice-presidente. Os associados tenente Célio e tenente Poncio também participaram do debate.
Durante a conversa, os representantes brigadianos acordaram que é necessário encontrar formas de valorizar fortemente a carreira e um dos pontos debatidos foi o ingresso na BM, num futuro próximo, somente com nível superior, como já ocorre em outros estados do Brasil.
As representações seguirão debatendo o assunto para apresentar ao governo estadual uma única proposta que atenda a expectativa de todos os servidores de nível médio. Um grupo deve trabalhar em cima de temas específicos para levar ao Executivo proposição pronta, a fim de acelerar a negociação.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

PM E BOMBEIRO SÃO DIFEREWNTES, DIZ AUTOR.


notícia publicada em 14/07/2012 às 12:55:00
PM e bombeiro são diferentes, diz autor
   

  

A vinculação do Corpo de Bombeiros à Brigada Militar é um contrassenso, na opinião do antropólogo, cientista político e escritor Luiz Eduardo Soares. De acordo com ele, no Rio de Janeiro os bombeiros irão começar a trabalhar armados. "Algo que está criando muita confusão", comentou, o autor dos livros 'Elite da Tropa 1 e 2'. "O serviço de bombeiro é diferente do executado pelo policial militar; não há razão para que sejam vinculados."

Em 2001, Soares esteve no RS prestando assessoria em segurança pública. Agora, ele volta ao Estado para o lançamento de um livro, no próximo dia 17. O escritor disse estar há muito tempo afastado para analisar a situação da Segurança Pública gaúcha. No entanto, ele considera que a situação aqui é um pouco melhor que no Rio, salientando que os esquadrões da morte existem em todo o Brasil. "A diferença é que, no Rio, a dimensão é maior", comentou. "Mas esse tipo de expediente é prática corrente em todo o país."

Quanto às Unidades de Polícia Pacificadoras (UPPs), Soares considera uma iniciativa positiva. Porém, acentuou ele, para que tenham futuro, é preciso que os policiais do RJ tenham uma outra mentalidade. "Para se ter uma ideia, no RJ, com 15 milhões de habitantes, de 2003 a 2011 morreram 9.231 pessoas durante ações policiais", ressaltou. "Nos EUA, com 300 milhões de habitantes, a média de mortos é de 300 por ano; no Rio, a média é de 1 mil anualmente." Essas mortes, acentuou o antropólogo, são resultado de confrontos violentos entre policiais e criminosos. "Tem que ir no foco, mas o fato é que os policiais do Rio de Janeiro são ingovernáveis."

Segundo ele, uma pesquisa com 64.120 policiais aponta que 70% dos entrevistados querem mudanças no modelo policial brasileiro. "O que há de bom não deriva da estrutura organizacional, mas da vontade das pessoas."

GOVERNO VENDE FALSA NOTICIA SOBRE NEGOCIAÇÃO SALARIAL PARA INPRENSA NACIONAL.


Governo vende falsa noticia sobre a negociação salarial para imprensa nacional
   

  

Outra ‘PEC’?: Governo do Rio Grande do Sul garante aumento salarial superior a 170% para a Segurança Pública
Projetos estruturam a carreira, asseguram a verticalidade, e garantem aumento real, alem de reduzir para 25% a diferença entre o maior e menor salário.
A Assembleia aprovou, na tarde desta quarta-feira (11), a proposta do governo do Estado que reajusta os vencimentos de servidores da Brigada Militar e Polícia Civil superior a 170%. As iniciativas contemplam com reajustes os servidores da Brigada Militar e Policial Civil, em curto, médio e longo prazos, no período de 2011 a 2018. O acordo foi construído ao longo de seis meses com sindicatos e entidades, representando o maior acordo salarial na história do Estado para os servidores da Segurança.
Brigada Militar
Para soldados, cabos e sargentos o reajuste varia de 59,23% a 118%, de forma escalonada até 2014. Da mesma forma, serão reajustados os soldos básicos dos postos de Capitão em 73,95%, major em 38,05%, tenente-coronel em 42,83% e coronel 43,42%. A proposta resulta de uma negociação que envolveu os servidores da Brigada Militar, por intermédio de suas entidades representativas, e demonstra o esforço do governo do Estado, no limite de sua capacidade financeira, para recompor os vencimentos da categoria.
Polícia Civil
Para os servidores da Polícia Civil, com calendário definido ano a ano entre 2011 e 2018, o percentual de reajuste varia de 63,79 % a 171,65 % abrangendo investigadores de 1ª a 7ª classe, inspetores/escrivães de 1ª a 4ª classe, comissários e delegados de 1ª a 4ª classe. Outras alterações dão conta de que os investigadores com mesmo padrão de inspetores e escrivães perceberão rigorosamente a mesma tabela a partir de maio de 2013. Também ficaram definidos índices de escalonamento para todos os agentes.
Debate
Sobre o conjunto de reajustes, o deputado Jeferson Fernandes (PT) parabenizou o governo Tarso Genro e entidades de servidores da segurança pública pelo avanço, traduzido nos projetos do Executivo aprovados nas Assembleia. O petista rechaçou o discurso da alguns parlamentares da bancada de oposição, que alegaram supostas inconstitucionalidades no que tange a lei de responsabilidade fiscal. Segundo o parlamentar, o que foi construído é uma proposta acordada num amplo processo de negociação que culminou em projetos de lei que valorizam a Brigada Militar e Policia Civil.
Segundo o líder do governo, Valdeci Oliveira (PT), o projeto é fruto das negociações feitas com entidades de servidores da Polícia Civil e Brigada Militar, que resultaram em propostas com percentuais de reajustes acima do previsto para a inflação durante o prazo de pagamento do plano. Segundo o petista, os projetos estruturam a carreira, asseguram a verticalidade, e garantem aumento real, alem de reduzir para 25% a diferença entre o maior e menor salário.
Tirando o Chapéu
O líder do PT na Assembleia, deputado Daniel Bordignon, afirmou que os deputados de oposição “tiraram o chapéu” para governo devido a capacidade de construir politicamente um conjunto de projetos amplamente debatido e aceito pelos sindicatos e entidades representativas da BM e PC. O líder também lamentou que nos últimos oito anos nenhuma tentativa nesse sentido foi efetuada pela oposição, que governou nas gestões de Rigotto e Yeda.

Assessoria da Assembleia Legislativa do RS

FALTAM POLICIAIS NO RIO GRANDE DO SUL.


Faltam policiais no RS

Mesmo que os gaúchos apontem em qualquer pesquisa que o medo de ser assaltado é a sua principal preocupação e, por consequência, deveria ser também a prioridade do governo, não é assim que a realidade se apresenta. Caso contrário não estaria a nossa segurança pública defasada em pessoal, equipamentos e instalações. E não se diga que a culpa é somente do atual governo. A crise institucional de nossas organizações policiais (Brigada Militar, Polícia Civil, Instituto-Geral de Perícias e Susepe) arrasta-se por muitos governos que sempre trataram essas instituições com remendos salariais e improvisações materiais. Dados de autoridades da BM e da PC mostram que os atuais efetivos estão defasados. A Brigada tem um déficit de 12 mil homens e a Polícia Civil atua hoje com 55% do efetivo ideal. O chefe de Polícia, delegado Ranolfo Vieira Júnior, não esconde os números da corporação: hoje são 5.208 policiais civis, mas há uma previsão legal para 8.137 cargos. Em 1980, a Polícia Civil contava com um quadro com 6,5 mil policiais e o RS tinha uma população de 7,5 milhões de habitantes. A população gaúcha anda em torno de 11 milhões e o efetivo da Polícia Civil diminuiu. A mesma proporção vale para a Brigada Militar, que já teve mais contingente quando a população do RS era menor. Na chamada letra fria da lei, BM e PC têm efetivos aprovados de acordo com as necessidades de segurança da população. A Brigada Militar terá um efetivo de 37.050 servidores (incluindo os bombeiros) até 2014 e a PC, como disse o delegado Ranolfo Vieira Júnior, já tem previsão legal para 8.137 agentes. Na prática, no entanto, a crise policial é visível. Visível na falta de efetivos e na insatisfação dos contingentes de todas as corporações pelos salários incompatíveis com suas determinadas funções de proteger o cidadão gaúcho.
Polícia Civil (1)
O delegado Ranolfo Vieira Júnior, chefe da Polícia Civil, numa reunião-almoço da Federasul, disse que em 56 cidades gaúchas existe apenas um policial para dar atendimento a quem precisa da Polícia. Nos 496 municípios do RS, só em 340 há o que se pode chamar de contingente, ou seja, mais de um policial.
Salários das PMs (1)
Os salários pagos aos soldados da BM estão entre os mais baixos do Brasil. O policial militar mais bem remunerado é o de Brasília. Ele ingressa na carreira com um vencimento de R$ 4.l29,73. Até a PM do Amapá tem melhores salários que a Brigada: R$ 2.070,00. O Maranhão, considerado um dos estados mais pobres do Brasil, remunera o seu policial militar com um salário inicial de R$ 2.037,39.
Polícia Civil (2)
Sempre que há um concurso público para o preenchimento de vagas na Polícia Civil (inspetores, escrivães e delegados), os candidatos superam várias vezes o número de vagas oferecidas, mas nem todos os aprovados aparecem. No tempo de espera, outros concursos surgiram e os aprovados para os cargos na Polícia Civil acabam optando pelas novas oportunidades.
Salários das PMs (2)
Os policiais militares do Mato Grosso tiveram reajuste em maio deste ano. Um soldado classe A, início da carreira, ganha R$ 2.151,62. Os coronéis passaram de R$ 16.725,61 para R$ 17.596,91.
Comparação
Um policial em Nova Iorque tem um salário de 36 mil dólares por ano (R$ 72 mil) e ainda tem direito a horas extras e pagamento adicional noturno. A cobertura de saúde é completa. Exige-se do candidato a policial formação universitária. Atualmente, só americanos natos ou naturalizados podem ingressar na força, mas há um projeto de lei que pretende admitir também estrangeiros residentes, portadores do green card, com até 35 anos de idade. A Polícia de Nova Iorque é municipal e o seu comandante supremo é o prefeito da cidade.

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