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A BANDEIRA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL, TE AMO MEU RIO GRANDE

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sexta-feira, 6 de abril de 2012

ORIGEM DA PALAVRA GAÚCHO.


Origen da Palavra Gaúcho
No início, quando toda a atividade se resumia à extração do couro do gado selvagem, os habitantes do pampa eram designados como guascas, palavra que significa tira de couro cru.
Só mais tarde, por volta de 1770, de acordo com o historiador argentino Emilio Coni, vai aparecer o termo gaudério, aplicado aos "aventureiros paulistas que desertavam das tropas regulares para se tornarem coureadores e ladrões de gado".

     Considerado pioneiro nas pesquisas sobre o tema, Coni afirma que a expressão "gaúcho" torna-se corrente nos documentos a partir de 1790 como sinônimo de gaudério e também para designar os ladrões de gado que atuavam nos dois lados da fronteira.
O pesquisador uruguaio Fernando Assunção informa ter encontrado em 1771 uma correspondência ao governador Vertiz, de Buenos Aires, pedindo providências contra "alguns gahuchos" que andavam assaltando estâncias e roubando na região.

     Uma coisa é certa: até a metade do século dezenove, o termo gaúcho era ainda depreciativo, "aplicado aos mestiços de espanhol e português com as índias guaranis e tapes missioneiras". Saint Hilaire, nos seus minuciosos apontamentos de 1820, ainda menciona "esses homens sem religião nem moral, na maioria índios ou mestiços que os portugueses designavam pelo nome de Garruchos ou Gahuchos".

     Quanto à origem da palavra, há muitas divergências. Alguns autores afirmam que o termo gaúcho vem do Guarani. Significaria "homem que canta triste", aludindo provavelmente à "cantilena arrastada dos minuanos".

     A maioria dos autores rio-grandenses, no entanto, aceita outra explicação: seria uma corruptela da palavra Huagchu, de origem quêchua, traduzida por guacho, que significa órfão e designaria os filhos de índia com branco português ou espanhol, "registrados nos livros de batismo dos curas missioneiros simplesmente como filho de fulano com uma china das Missões", de acordo com Augusto Meyer.
A Cozinha Gaudéria
A cozinha gauchesca é rica, variada e desconhecida. O gaúcho campeiro é essencialmente um devorador de carne, com pratos preparados com carne de boi, ovelha, porco e galinha, com exceção do morador da região litorânea, e evidentemente na Semana Santa, quando são feitos os pratos à base de peixes, e o gaúcho se tornapescador em rios e lagoas, visto que de quarta-feira em diante, nesta semana, substitui a carne pelo pescado, retornando às suas origens alimentares com o tradicional cordeiro assado no Domingo de Páscoa.

     A cozinha gaúcha conta com mais de uma centena de pratos típicos, sofrendo a influência da colônia alemã e da italiana. Curiosamente,não existe relação com a culinária de origem portuguesa, indígena ou castelhana.

     Apesar de rica e variada, não podemos nos esquecer que este era oalimento do gaúcho de bota, bombacha e cavalo na dura lida campeira. Hoje, grande parte dos gaúchos trocou o "pingo" pelo automóvel, o laço do dia a dia pelo esporte no piquete de laçadores, a atividade de carnear pelo balcão do açougue, e fizemos a terrível descoberta do colesterol...

     Não é o caso de um gaudério como eu, que alço a perna na cadeira estofada, preparo o meu teclado e rodo o mundo na internet... então o velho ditado: "Todo excesso é perigoso"... reserve esses quitutes para os finais de semana, sempre regado ao bom mate.

     Para aqueles que já sentem o peso da idade, ou que se emocionam quando ouvem a música "Veteranos", cuidado, é bom ler também o texto bem retratado na poesia "Penúltima China" do grande Antônio Augusto Fagundes, onde em certa estrofe diz: "... e adeus canha do bom tempo... de cigarro, nem te falo... não mais pular a cavalo, agüentar uma briga... agora é dor de barriga, pressão alta, desconforto, míope, vesgo ou torto. Não come churrasco gordo, nem chega perto do sal, la pucha que no final, o homem, velho animal, é o mesmo que um burro morto...
O que é um CTG
 Os Centros de Tradições Gaúchas ( CTG ) são sociedades sem fins lucrativos, que buscam divulgar as tradições e o folclore gaúcho. É um local de integração social dos tradicionalistas.

     Nestas entidades, a maioria dos trabalhos é voluntária. Nos fandangos, almoços e jantares toda a preparação fica a cargo das famílias dos associados, desde o churrasco até o arroz carreteiro. Nos CTG's acontece o encontro de gerações, pois convivem netos, pais e avós. Ali se ensina, se aprende, se trabalha e se diverte. É o local de fandangos (bailes), de churrascadas, sarau de prendas, etc.

     Esse convívio de gerações ajuda a melhorar o relacionamento entre pais e filhos, a desenvolver o respeito e também a responsabilidade, aprender o que é a hospitalidade e a solidariedade e despertar o civismo e o amor à Pátria.
Fogo de Chão
As longas noites de inverno, nas primitivas tribos indígenas levaram os nativos a descobrir o "Fogo de Chão". Próximo de suas ocas construíam locais onde as famílias reuniam-se ao redor do fogo.

     As brasas incandescentes eram um verdadeiro convite para o doce aconchego, quando o frio parecia congelar o ideal, a vida e o próprio tempo.

     As lidas campeiras passaram a ser o tema central, enquanto o chimarrão corria de mão-em-mão. O "Fogo de Chão" aquecia o sentimento nativo do mestiço, projetando-se o ideal campeiro do gaúcho e isso foi passado de geração para geração. Ao redor do "Fogo de Chão", nas rodas de
chimarrão, foram tomadas grandes decisões históricas do Rio Grande do Sul.

     A convivência galponeira é tão tradicional no Rio Grande do Sul, que numa fazenda chamada Boqueirão em São Sepé, um "Fogo de Chão" é mantido aceso há mais de duzentos anos. A fazenda Boqueirão fica no distrito de Vila Block, município de São Sepé a 260 km de Porto Alegre. O fogo é alimentado por toras de madeira de lei chamadas guarda-fogo ou lenha de combustão, o que permite que a chama se mantenha acesa enquanto todos dormem. A história conta que este
fogo foi aceso por um índio charrua ou por um negro escravo e mantido ao longo do tempo devido inicialmente às dificuldades de se fazer fogueiras, e, posteriormente como forma de ver-se mantidos os caprichos do Patrão. A chama acesa arde constantemente num galpão com estrutura de 1818, tornando-se hoje centro de romarias nativistas e tradicionalistas.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

GOVERNO DO ESTADO RECEBE R$ 11,5 MILHÕES PARA INVESTIR EM SEGURANÇA PÚBLICA


Governo do Estado recebe R$ 11,5 milhões para investir em segurança pública
Secretário Airton Michels concedeu entrevista para falar sobre destinação da verba recebida

O governo do Estado recebeu aporte financeiro no valor de R$11,5 milhões, do Ministério da Justiça, para investimentos na área de segurança pública. Segundo o secretário Airton Michels, em entrevista coletiva realizada nesta manhã, os recursos seráo destinados à capacitação de servidores da segurança pública com vistas à Copa do Mundo de 2014. 
Outra parte destes recursos será utilizada na estratégia Nacional de Segurança Pública nas Fronteiras, para o combate à criminalidade e principalmente o abigeato. Outro ponto destacado pelo secretário é a preocupação da apliacação em saúde mental dos trabalhadores da segurança pública, afirmando que os profissionais estão expostos a grandes tensões e ao perigo. Este dinheiro será usado para a contratação de profissionais da área da saúde. É esperado que com os servidores menos expostos ao stress a sociedade tenha um ganho em qualidade dos serviços.
O governo do Estado tem prazo de 2 anos para a utilização destes recursos nesses projetos, que já foram apresentados. Alguns já estão em plena execução. O secretário Michels afirmou que o governo do Estado recebeu do Ministério da Justiça a notícia da liberação de outros R$ 20 milhões para a aplicação exclusiva da Enafron.

Fonte: Dico Reis / Rádio Gu

quarta-feira, 4 de abril de 2012

PROJETO DE LEI QUE ABORDA ANISTIA PARA POLICIAIS E BOMBEIROS TRAMITA NA CAMARA.


Projeto de lei que aborda anistia para policiais e bombeiros tramita na Câmara

O projeto de lei 3579/2012, de autoria dodeputado federal Mendonça Prado (DEM/SE), aborda a anistia para os policiais e bombeiros militares envolvidos em movimentos paredistas no Brasil. Com o propósito de anistiar os atos que foram praticados por militares durante os movimentos de 2011/2012, o projeto foi apresentado no dia 29 de março e tramita na Câmara dos Deputados, em Brasília.
diretoria executiva da Associação dos Cabos e Soldados Militares do Ceará, por meio de sua assessoria de comunicação, entrou em contato com o deputado federal Mendonça Prado. O autor explicou que já havia um projeto anterior em trâmite, que versa sobre a anistia aos policiais e bombeiros militares do Estado de Sergipe que participaram de movimentos reivindicatórios.
Mas, por abordar apenas a anistia aos militares de Sergipe, o deputado resolveu incorporar os PMs dos outros estados e apresentar um novo projeto. “Inicialmente, nós havíamos entrado com uma emenda a esse projeto já existente. Agora, nós resolvemos entrar com um novo projeto, mais completo, que aborda também policiais do Ceará e de outros estados brasileiros”, diz o deputado. O projeto dispõe sobre a concessão de anistia a policiais e bombeiros militares dos Estados do Maranhão, da Bahia, do Ceará, do Rio Grande do Norte e do Rio de Janeiro.
O deputado explica ainda que os movimentos paredistas dos policiais devem ser tratados como reivindicação dos trabalhadores. “Nós atualmente vivemos um novo momento. Esses movimentos reivindicatórios devem ser vistos sob uma nova ótica, sendo uma nova realidade das forças policiais do Brasil”, diz o deputado federal.
O projeto
Conforme explica a justificativa do projeto, “é inadmissível que cidadãos que trabalham diariamente em prol da segurança da população sejam chamados de ‘irresponsáveis’ e punidos por exigirem melhorias na estrutura de trabalho compatível com o grau de risco de suas profissões e de saláriosdignos”.
Ainda de acordo com a justificativa do projeto, “com a Promulgação da Constituição Federal de 1988, chamada de Constituição Cidadã, as entidades de classes passaram a reivindicar melhores condições salariais e de trabalho. Por entender que todos os cidadãos são iguais, como preceitua o Artigo 5º de nossa Carta Maior, os policiais e bombeiros militares também merecem ter seus direitos resguardados, e a gestão e comandos modernizados.”
Para ler o texto integral do Projeto de Lei e acompanhar o trâmite, acesse o site da Câmara dos Deputados.

terça-feira, 3 de abril de 2012

BRASIL: POLICIAIS EM PERIODO DE FERIAS SÃO CONVOCADOS PARA TRABALHAR NO FERIADÃO.


Brasil: Policiais em período de férias são convocados para trabalhar no ‘feriadão’
Aumentar salário nas polícias não diminui a violência porque “o que falta são políticas sociais”. Então...

Perdoem-nos os que não conseguem nos compreender, mas determinadas ‘situações’ sempre nos forçam a fazer aquela velha comparação sobre o tratamento entre categorias profissionais ditas essenciais à vida em coletividade.
Os policiais rodoviários estaduais [ou seja, da Polícia Militar] do Ceará que estavam no gozo de suas férias terão que suspender o lazer com a família e voltar ao batente. Motivo: “necessidade de reforçar a fiscalização nas rodovias daquele estado neste feriado de Semana Santa.”
A pausa no sossego desses PMs deverá durar de 4 a 8 de Abril. Depois disso, eles poderão voltar para suas casas, viagens ou ‘bicos’ programados para este mês.
O secretário-geral da Associação dos Cabos e Soldados, Rogério Rodrigues, informou ao site Jangadeiro Online que essa prática é recorrente. “Quando há necessidade de aumentar o efetivo por conta de algum feriado ou algum evento, o comandante pode interromper as férias dos policiais”, informou Rogério.
Perguntar não ofende
Perdoem-nos os que não conseguem nos compreender, mas as indagações são inevitáveis. Por que apenas o policial militar é forçado a combater a violência (seja qual for sua forma de manifestação) a todo tempo e a qualquer hora, se já está mais do que disseminado que “segurança pública é responsabilidade de todos”?
Construção de presídios é algo emergencial no Brasil? Então por que o estado não obriga seus engenheiros a fazerem um mutirão, de preferência no período em que eles estiverem de férias, para que, aos poucos e a um custo bem mais barato, a superlotação no sistema carcerário deixe de ser um dos mais graves problemas da SEGURANÇA PÚBLICA neste país?
Se a falta de políticas sociais – saúde, educação, psicologia, serviço social, etc. – é o que mais contribui para a violência neste país (você já ouviu isso de algum estudioso?), por que os profissionais de cada segmento desses não abrem mão de alguns dias de suas férias e invadem as comunidades de risco, para que – sociologicamente comprovado – tenhamos a SEGURANÇA PÚBLICA que tanto exigimos quando temos o relógio ou aparelho celular roubado por um ‘favelado’ qualquer?
Não seria produtivo equipes de assistentes sociais conscientizarem pais de família a manter seus filhos nas escolas (longe do tráfico e em busca de um futuro), ao passo em que um psicólogo batia aquele ‘papo’ com um casal que vive brigando (e chamando a polícia)? Em que bairro da Paraíba esse combate à violência já foi feito?
Praticando as teorias
Não se trata de aversão a nenhum profissional das áreas listadas acima. Mas se algum deles que eventualmente estiver lendo este texto achar esquisito o nosso raciocínio e perguntar “por que EU teria que fazer isso em minhas férias?”, é exatamente essa a pergunta que o policial faz quando suas férias são interrompidas para combater um problema que é de responsabilidade de todos. “Por que SOMENTE EU tenho que fazer isso?”
Se o problema é de todos, TODOS deveriam ser obrigados a fazer sua parte. Ou a gente muda o discurso, ou o transforma em prática.
Espera-se que pelo menos os policiais sejam remunerados pelo trabalho em pleno período de férias.

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