TRANS. DO PROGRAMA ENTARDECER NA FRONTEIRA DIRETO PECUARIA EM 19/11/2009

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ALDO VARGAS

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SANTANA LIVRAMENTO MINHA TERRA AMADA.

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A VOCE CARO VISITANTE E UM PRAZER TER AQUI VISITANDO ESTE BLOG DESTE GAÚCHO, QUE NÃO TEM LADO PARA CHEGAR, GOSTO DE UMA AMIZADE E UM BOA CHARLA, TRATO TODOS COM RESPEITO PARA SER RESPEITADO MAS SE FOR PRECISO QUEBRO O CHAPEU NA TESTA PRA DEFENDER UM AMIGO AGARRO UM TIGRE A UNHA. AGRADEÇO A TODOS QUE DEIXAM SEU RECADO, POSTADO NESTE BLOG.

GALPÃO GAUCHO

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A BANDEIRA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL, TE AMO MEU RIO GRANDE

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sábado, 25 de fevereiro de 2012

Guri - César Passarinho

NEGRO DA GAITA -Cesar Passarinho

ESTADIO DOS EUCALIPTOS


Estádio dos Eucaliptos

Casa do Inter entre 1931 e 1969 e vendido à construtora Melnick Even em 2010, o Estádio dos Eucaliptos é demolido. Com área de 23 mil metros quadrados e localizado no bairro Menino Deus, em Porto Alegre, o antigo estádio colorado dará lugar a prédios residenciais, ala de comércio e vagas de estacionamento. Confira vídeo, veja fotos de antes e depois e faça um MultiTour 360° pelo local:

 

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

CRAK MATA E NÃO TEM VOLTA.

CASO OS GOVERNOS  DO BRASIL TODAS AS ESFERAS POLITICAS NÃO TOMAREM UMA ATITUDE  DRASTICA EM POUCOS ANOS TEREMOS UMA POPULAÇÃO DE SUNBIS ANDANDO PELAS RUAS E CIDADE DO PAIS,  E NÃO VAMOS PODER MAIS SAIR  DE CASA MAIS PORQUE  SÓ  COM  DISCURSOS  CONVERSA FIADA, PAPO DE POLITICO  EM EPOCA   DE ELEIÇÕES  NÃO VAMOS RESOLVER NADA TEMOS QUE REGAÇAR AS MANGAS E LUTAR CONTRA ESSA EPEDEMIA QUE TOMOU CONTA DO PAIS, PUNIR COM  PRISÃO PERPETUA O TRAFICANTE ENTERNAR NOSSOS JOVEM  QUE  ESTAM  MORRENDO  POR CAUSA DESTA MALDITA  DROGA,    NÃO BASTACEM  O  TRANSITO MATANDO  E OS JOVEM MORRENDO TEMOS AMIS ESA PRAGA CONVIVENDO ENTRE NOSSA SOCIEDADE QUE O MALDITO CRAK, DEU BASTA VAMOS UNIRMOS E LUTAR  COM DENTES E UNHAS CONTRA ESSA MALDIÇÃO.ASS GAUCHO ALDO VARGAS.

LUTA DA ABAMF E BOMBEIROS TEM ÊXITO.


Luta da ABAMF e Bombeiros tem êxito
Governo  protocolou dia 22 de fevereiro o projeto-de-lei que corrige distorções

 O governo estadual protocolou, dia 22 de fevereiro, o projeto-de-lei 31/2012, que corrige o número de vagas nas promoções para 3º, 2º e 1º sargentos bombeiros. A providência corrige a distorção existente entre  QPM-1 e QPM-2. O próximo passo é acompanhar a votação na Assembleia Legislativa. A aprovação deve ocorrer sem maiores percalços, uma vez que representantes da categoria convenceram tanto o comando da BM como o governo que o projeto-de-lei 346/2011, encaminhado ao Legisltivo Estadual no ano passado, estava equivocado.Esta é uma vitória dos bombeiros e mais uma conquista da categoria que a ABAMF participa. Veja abaixo PL na integra
Projeto de Lei nº 31 /2012
Poder Executivo
Altera dispositivos da Lei nº 10.993, de 18 de agosto de 1997,
alterada pela Lei nº 13.837, de 2 de dezembro de 2011, que
fixa o efetivo da Brigada Militar do Estado, e dá outras
providências.
Art. 1º Na Lei nº 10.993, de 18 de agosto de 1997, que fixa o efetivo da Brigada Militar do Estado
e dá outras providências, no art. 1º, o “caput” e a alínea “c” do inciso II passam a vigorar com a seguinte
redação:
“Art. 1º O efetivo da Brigada Militar do Estado é fixado em 37.050 (trinta e sete mil e cinquenta)
cargos de servidores militares estaduais, entre Oficiais e Praças, assim distribuídos:
....................................
II - ..............................
....................................
c) Bombeiros - Qualificação Policial-Militar 2 (QPM-2):
- 488 cargos de Primeiro-Sargento;
- 737 cargos de Segundo-Sargento;
- 810 cargos de Terceiro-Sargento;
- 2.609 cargos de Soldado.
...............................”
Art. 2º Na Lei nº 13.837, de 2 de dezembro de 2011, que altera dispositivos da Lei nº 10.993, de
18 de agosto de 1997, que fixa o efetivo da Brigada Militar do Estado e dá outras providências, os inciso II
a VII do art. 2º passam a ter a seguinte redação:
“Art. 2º ..............
............................
II – a partir de 21 de abril de 2012:
a) 327 (trezentos e vinte e sete) cargos de Terceiro-Sargento - Qualificação Policial-Militar 1
(QPM-1), 32 (trinta e dois) cargos de Primeiro-Sargento - Qualificação Policial-Militar 2 (QPM-2), 32
(trinta e dois) cargos de Segundo-Sargento - Qualificação Policial-Militar 2 (QPM-2) e 147 (cento e
quarenta e sete) cargos de Terceiro-Sargento - Qualificação Policial-Militar 2 (QPM-2);
b) o efetivo da Brigada Militar do Estado, na data prevista neste inciso, será fixado em 34.860
(trinta e quatro mil oitocentos e sessenta) cargos de servidores militares estaduais.
III – a partir de 18 de novembro de 2012:
a) 328 (trezentos e vinte e oito) cargos de Terceiro-Sargento - Qualificação Policial-Militar 1
(QPM-1), 31 (trinta e um) cargos de Primeiro-Sargento - Qualificação Policial-Militar 2 (QPM-2), 32 (trinta
e dois) cargos de Segundo-Sargento - Qualificação Policial-Militar 2 (QPM-2) e 148 (cento e quarenta e
oito) cargos de Terceiro-Sargento - Qualificação Policial-Militar 2 (QPM-2);
b) o efetivo da Brigada Militar do Estado, na data prevista neste inciso, será fixado em 35.399
(trinta e cinco mil trezentos e noventa e nove) cargos de servidores militares estaduais.
IV – a partir de 21 de abril de 2013:
a) 327 (trezentos e vinte e sete) cargos de Terceiro-Sargento - Qualificação Policial-Militar 1
(QPM-1), 31 (trinta e um) cargos de Primeiro-Sargento - Qualificação Policial-Militar 2 (QPM-2), 32 (trinta
e dois) cargos de Segundo-Sargento - Qualificação Policial-Militar 2 (QPM-2) e 22 (vinte e dois) cargos de
Terceiro-Sargento - Qualificação Policial-Militar 2 (QPM-2);
b) o efetivo da Brigada Militar do Estado, na data prevista neste inciso, será fixado em 35.811
(trinta e cinco mil oitocentos e onze) cargos de servidores militares estaduais.
V – a partir de 18 de novembro de 2013:
a) 328 (trezentos e vinte e oito) cargos de Terceiro-Sargento - Qualificação Policial-Militar 1
(QPM-1), 31 (trinta e um) cargos de Primeiro-Sargento - Qualificação Policial-Militar 2 (QPM-2), 32 (trinta
16A8557B 22/02/2012 20:51:38 Página 1 de 2
e dois) cargos de Segundo-Sargento - Qualificação Policial-Militar 2 (QPM-2) e 23 (vinte e três) cargos de
Terceiro-Sargento - Qualificação Policial-Militar 2 (QPM-2);
b) o efetivo da Brigada Militar do Estado, na data prevista neste inciso, será fixado em 36.225
(trinta e seis mil duzentos e vinte e cinco) cargos de servidores militares estaduais.
VI – a partir de 21 de abril de 2014:
a) 327 (trezentos e vinte e sete) cargos de Terceiro-Sargento - Qualificação Policial-Militar 1
(QPM-1), 31 (trinta e um) cargos de Primeiro-Sargento - Qualificação Policial-Militar 2 (QPM-2), 32 (trinta
e dois) cargos de Segundo-Sargento - Qualificação Policial-Militar 2 (QPM-2) e 22 (vinte e dois) cargos de
Terceiro-Sargento - Qualificação Policial-Militar 2 (QPM-2);
b) o efetivo da Brigada Militar do Estado, na data prevista neste inciso, será fixado em 36.637
(trinta e seis mil seiscentos e trinta e sete) cargos de servidores militares estaduais.
VII – a partir de 18 de novembro de 2014:
a) 328 (trezentos e vinte e oito) cargos de Terceiro-Sargento - Qualificação Policial-Militar 1
(QPM-1), 31 (trinta e um) cargos de Primeiro-Sargento - Qualificação Policial-Militar 2 (QPM-2), 31 (trinta
e um) cargos de Segundo-Sargento - Qualificação Policial-Militar 2 (QPM-2) e 23 (vinte e três) cargos de
Terceiro-Sargento - Qualificação Policial-Militar 2 (QPM-2);
b) o efetivo da Brigada Militar do Estado, na data prevista neste inciso, será fixado em 37.050
(trinta e sete mil e cinquenta) cargos de servidores militares estaduais.”
Art. 3º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
16A8557B
 

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

quadrilha da fumaça...


QUADRILHA DA FUMAÇA...

Tanto o Ministério Público Federal furungou que descobriu um dos maiores escândalos de desvio de verbas.
Desta vez na Força Aérea Brasileira.
Não é de sentar a pua?
Cerca de oito mil militares que foram demitidos nos últimos dez anos continuam ativos no cadastro interno da FAB e de órgãos federais, como o Ministério do Trabalho e da Previdência.
Na enorme lista de soldados fantasmas constam até mortos - segundo documentos obtidos com exclusividade pela revista ISTOÉ.
Depois de analisar os papéis, que incluem laudos internos da Aeronáutica e do Ministério da Defesa, o procurador Valtan Timbó Furtado encontrou elementos suficientes para investigar a FAB por crime contra o patrimônio e estelionato.
O rombo pode alcançar R$ 3 bilhões, valor equivalente a 70% de todo o investimento da Força Aérea previsto para 2012 e 20% do orçamento da Defesa.
Na mira do procurador estão chefes de bases aéreas, comandantes do Estado-Maior da Aeronáutica e dos departamentos e diretorias de pessoal a eles subordinados.
* Não escapa ninguém... Todo mundo metendo a mão. Todo mundo roubando descaradamente. É a nossa vocação: todo mundo querendo se dar bem no país das maracutaias.

COLETE A PROVA DE BALA DEIXA DE SER OBRIGATORIO PARA POLICIAL MILITAR


Colete balístico deixa de ser obrigatório para policial militar

Pelo menos é o que anuncia a seção Radar Online, do jornalista Lauro Jardim, da Revista Veja, informando que a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro passou a permitir que seus policiais atuassem sem colete a prova de balas:
A PM do Rio de Janeiro acaba de abolir uma exigência que vai causar muita estranheza. Desde a semana passada, os policiais não são mais obrigados a usar colete a prova de balas nas operações dentro das favelas. Aliás, boa parte daquelas vestes encontra-se obsoleta ou defeituosa e se a obrigatoriedade do seu uso não fosse abolida muitos PMs poderiam se recusar a ir às ruas sem proteção.

Em sendo verídica a informação – o que não duvidamos – pode-se observar muito bem o cuidado e a preocupação dos governantes brasileiros com aqueles que expõem suas vidas pela segurança pública, já que a intenção da medida é que, simplesmente, os policiais não se recusem (legalmente) a trabalhar sem o colete balístico. Resumindo a intenção da medida em poucas palavras, é melhor arriscar a vida dos policiais do que sofrer o dano político da ausência de policiamento por falta de condições mínimas de trabalho.
Ao tomar conhecimento da nota, o Coronel José Vicente, da Reserva Remunerada da PMESP, ex-secretário nacional de segurança pública, e colega do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, se manifestou através do Twitter:

Decisões como esta fazem a sociedade civil entender as origens da apatia, despreparo e desmotivação dos policiais brasileiros.
Abordagem Policial

COLETE A PROVA DE BALA DEIXA DE SER OBRIGATORIO PARA POLICIAL MILITAR


Colete balístico deixa de ser obrigatório para policial militar

Pelo menos é o que anuncia a seção Radar Online, do jornalista Lauro Jardim, da Revista Veja, informando que a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro passou a permitir que seus policiais atuassem sem colete a prova de balas:
A PM do Rio de Janeiro acaba de abolir uma exigência que vai causar muita estranheza. Desde a semana passada, os policiais não são mais obrigados a usar colete a prova de balas nas operações dentro das favelas. Aliás, boa parte daquelas vestes encontra-se obsoleta ou defeituosa e se a obrigatoriedade do seu uso não fosse abolida muitos PMs poderiam se recusar a ir às ruas sem proteção.

Em sendo verídica a informação – o que não duvidamos – pode-se observar muito bem o cuidado e a preocupação dos governantes brasileiros com aqueles que expõem suas vidas pela segurança pública, já que a intenção da medida é que, simplesmente, os policiais não se recusem (legalmente) a trabalhar sem o colete balístico. Resumindo a intenção da medida em poucas palavras, é melhor arriscar a vida dos policiais do que sofrer o dano político da ausência de policiamento por falta de condições mínimas de trabalho.
Ao tomar conhecimento da nota, o Coronel José Vicente, da Reserva Remunerada da PMESP, ex-secretário nacional de segurança pública, e colega do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, se manifestou através do Twitter:

Decisões como esta fazem a sociedade civil entender as origens da apatia, despreparo e desmotivação dos policiais brasileiros.
Abordagem Policial

PEC 300 FALTA CORAGEM AO GOVERNO FEDERAL PARA DEBATER A SEGURANÇA PÚBLICA


PEC300: “Falta coragem ao governo federal para debater a segurança pública”
Mendonça Prado, deputado federal (DEM-SE), relator da PEC 300.

Um dos principais defensores da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que cria o piso nacional para policiais civis, militares e bombeiros, o deputado federal Mendonça Prado (DEM-SE) garante que há ambiente para a aprovação da matéria “por unanimidade”. Se­­gundo ele, o projeto – conhecido como PEC 300, mas que tramita apensada à PEC 446/2009) – só está travado porque a União é omis­­sa em relação ao seu papel na área. “Falta coragem ao governo federal para debater”, diz.
Presidente da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime organizado da Câmara dos Deputados, Prado foi relator da PEC 300 na Comissão de Cons­­tituição e Justiça. A proposta, apresentada em 2008, foi aprovada pelo plenário da Casa em primeiro turno em 2010, mas acabou engavetada porque obrigaria a União a contribuir com os salários dos policiais. O deputado também é autor da PEC 63/2011, que cria o Fundo Nacional de Valorização do Profissional de Segurança Pública, instrumento que garantiria mais recursos federais para a criação do piso nacional.
Há clima para retomar a votação do piso salarial dos policiais depois dos incidentes ocorridos durante a greve na Bahia?
Sim. A maioria dos parlamentares está disposta a votar. Eu inclusive tenho um documento com as assinaturas de todos os líderes partidários, menos o do PT, a favor da colocação da proposta na pauta. Não vejo nenhuma restrição em função das últimas manifestações na Bahia e no Rio de Janeiro. Aliás, elas são uma mostra da importância deste tema.
Então, se não houver influência do governo para barrar a proposta, ela será aprovada?
Será e por unanimidade. Falta co­­ragem ao governo federal para de­­bater a segurança. Não dá mais pa­­ra se omitir.
De onde sairiam os recursos para bancar o piso?
O Brasil tem apresentado aumentos consideráveis de arrecadação ao longo do tempo. O que eu proponho é que seja destinada uma parte desses recursos federais para a constituição de um fundo, que seria uma fonte de transferências obrigatórias para os estados na área de segurança pública. É o que já acontece, por exemplo, na área de saúde e habitação. Nós queremos que a responsabilidade seja compartilhada entre os estados e a União. O Brasil é uma república federativa. A União não pode socorrer os estados apenas quando eclodem situações como a da Bahia, quando a presidente aí sim vai à televisão falar de segurança pública. Nós queremos que o governo dê a sua contribuição no cotidiano, não apenas na hora de repreender.
Qual seria o tamanho da contribuição da União?
Hoje existem fundos criados em normas infraconstitucionais que asseguram alguns investimentos em equipamentos e capacitação das polícias. Só que esses fundos são insuficientes. Nós queremos um fundo robusto, alimentado por uma fração do que é arrecadado com Imposto de Renda e de Impostos sobre Produtos Indus­trializados para a área de segurança. Os estados já fazem a sua parte. O que o Brasil precisa é que a União exerça um papel equalizador, que gere as condições para uniformizar valores. Nós não podemos ver uma polícia bem pa­­ga em um estado e mal em outro. O crime que está sendo reprimido em um estado organizado vai migrar para outro lugar. Esse fenômeno já existe hoje, com a interiorização da violência. Há municípios do interior com 30 mil habitantes e que só têm dois policiais. Esse processo não é de hoje, é antigo. Vivemos um problema estrutural.
O governo já deu sinais de que 2012 será mais um ano de austeridade e cortes orçamentários. Será possível defender uma proposta que aumenta os gastos?
Nós vamos fazer um debate político e técnico sobre esse tema. Um país que quer sediar uma Copa do Mundo, que quer realizar uma Olimpíada, precisa ser um país à altura desses desafios. Não é só problema de segurança. Hoje nós enfrentamos altos índices de criminalidade porque no passado não investimos na área social, em educação. Não é um problema que dá para protelar. Não dá para achar que o país vai bem porque está construindo estádios de futebol.
Qual seria o impacto financeiro real da implantação do piso na­­cional?
Essa é uma discussão por enquanto infrutífera. Tem estados que nem precisam da aprovação da PEC porque já pagam bons salários. Por incrível que pareça isso acontece com estados com economias mais frágeis. Sergipe, por exemplo, paga um piso de R$ 3,4 mil para os soldados da PM. É uma questão de política pública e gestão, em que todos precisam sentar e decidir o quanto é necessário. Nós queremos que o governo federal complemente folhas de pagamento e organize uma política padronizada de segurança em todo país. O que está acontecendo hoje é que o governo federal está colocando no ar uma imagem de que está lutando pela ordem, mas na verdade ele está fugindo do debate sobre as suas responsabilidades na segurança.
Qual o valor ideal para o piso?
Gira em torno de R$ 3,4 mil. É o que estados menores já estão pagando. Precisamos estabelecer uma política permanente e, logo em seguida, regras de reestruturação da segurança. Por exemplo: não seria melhor unificarmos as polícias civil e militar? Eu vejo como uma boa saída. Nós temos muitos graus hierárquicos na PM brasileira. É uma réplica das forças armadas. Será que isso é útil para combater o crime nos grandes centros urbanos?
O debate sobre a unificação das polícias está suficientemente maduro?
Na maioria dos estados brasileiros a polícia civil ganha “x” e a militar ganha “y”. Só essa desigualdade de remuneração já cria uma espécie de competição. Para o cidadão, não interessa quem está ganhando mais ou menos. O que ele quer é segurança. Por que não organizar as duas polícias dentro de uma mesma estrutura, dividida em departamentos? Hoje é difícil até equiparar os salários entre um soldado da PM e um investigador da polícia civil. Seria mais fácil se todos fossem agentes de segurança pública.
É correto dizer que o problema da segurança no Brasil é só salário?
A segurança pública brasileira está um carnaval. Precisa ser tratada com seriedade. Não é só salário, que é fundamental, mas a polícia precisa de infraestrutura. Está faltando bom senso e vontade de tratar o problema na sua profundidade. Parece que o governo quer passar a mensagem: nós botamos para quebrar na Bahia e em ne­­nhum outro lugar vai haver protesto. Só que a sociedade quer soluções de longo prazo.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

PGE AGILIZA PAGAMENTO DE PRECATÒRIOS


PGE agiliza pagamento de precatórios

Na tentativa de criar um atalho que diminua o tempo de espera do credor na fila dos precatórios, a Procuradoria-Geral do Estado (PGE) lançou, no mês de janeiro, uma nova sistemática de trabalho. Chamado de "execução invertida", o procedimento encurta o caminho do precatorista, que após ter a decisão transitada em julgado a seu favor não precisará ajuizar nova ação para cobrança dos valores. A PGE já apresentará os cálculos e a parte aceitará ou não.
Inicialmente, a medida será adotada nas ações referentes à Lei Britto, sendo estendida para as matérias de política salarial e questões previdenciárias, nas demandas com valor até 40 salários mínimos, hoje em R$ 24.880,00. De acordo com a idealizadora do projeto, procuradora Ana Cristina Brenner, com a execução invertida "se houver a concordância do autor com os cálculos apresentados pela PGE, eles seguem para a expedição da Requisição de Pequeno Valor e, dentro do prazo legal, o cidadão recebe o que lhe é devido, economizando tempo, otimizando e racionalizando o trabalho da PGE e da Justiça".
O modelo já é adotado pela PGE nas demandas que dizem respeito ao terço constitucional de férias ao magistério e, de acordo com a PGE, em 90% dos casos, as partes concordam com os cálculos apresentados. Para o juiz Paulo César Filippon, da 20 Vara da Fazenda Pública de Porto Alegre, a medida traz mais celeridade para a parte, que deverá receber o pagamento mais rapidamente.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Herança Missioneira

Velha gaita companheira-Ademar Silva Arquivo (Deon).flv

A CRISE NA SEGURANÇA PÚBLICA NO BRASIL.


A crise da segurança pública no Brasil

A recente paralisação dos policiais militares da Bahia e a possibilidade de que a greve da categoria ocorra em outros estados expôs diferentes aspectos do problema da segurança pública. A greve, mesmo justa, ocorreu na ilegalidade e com a utilização de métodos reprováveis; e alertou autoridades e a população para a precariedade das condições de trabalho dos policiais militares. Faltam equipamentos para o enfrentamento da criminalidade e, principalmente, salários adequados a quem arrisca a vida, diariamente, para manter a segurança pública.
Como se não bastassem as dificuldades do dia a dia de respeito à lei e à ordem nas ruas do país, os policiais são obrigados a conviver com o preconceito e a indiferença dos cidadãos, que não conseguem perceber a importância da atividade policial para assegurar o cumprimento da justiça e, assim, garantir a liberdade dos indivíduos, um dos pilares de sustentação de qualquer democracia.
São poucos os defensores da melhoria das condições salariais para esses profissionais. No entanto, é comum para outras categorias de servidores públicos, como médicos e professores. São muitos os que se proclamam humanistas ao defender invasores de terras, viciados em drogas, detentos e outras pessoas em situação de conflito com a lei, mas são poucos os que defendem os policiais pelos maus-tratos que sofrem pela própria sociedade, constatou, em artigo recente, Luiz Felipe Pondé. Em certa medida, isso acontece porque os policiais detêm o monopólio legítimo da violência e, portanto, têm a atividade associada à repressão.
Além de cultural, o descaso com a segurança pública esbarra em questões federativas. A concentração de recursos financeiros na União é fator que gera dificuldades para as polícias nos estados. Como a maioria dos governos não dispõe de recursos para investimentos e melhoria dos serviços, a segurança fica em segundo plano. Só ganha visibilidade na confrontação, como ocorreu na Bahia.
Quando o governo federal investe em segurança, o faz de forma incompleta e ineficaz. O Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), constante no Plano Plurianual 2008-2011, não aplicou os recursos a que se propunha e também não atingiu as metas definidas à época da sua criação, em 2007. De acordo com o Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc), o programa só teve 68% das verbas efetivamente aplicadas e sua meta, que era diminuir a taxa de homicídios de 26 mortes por 100 mil habitantes, em 2006, para 12 mortes por 100 mil em 2011, permanece em 25 mortes para 100 mil habitantes.
A situação dos salários dos policiais brasileiros é grave problema social, de origem federativa. Tramita no Congresso Nacional a PEC 300, para criar o Piso Salarial Nacional para os policiais, tendo como referência os salários pagos no Distrito Federal. É um pleito justo, mas os estados não têm condições de pagar esse piso, e os policiais correm o risco de ficar na mesma situação dos profissionais da educação, que viram a lei do piso salarial nacional ser aprovada, mas não veem mudanças nos contracheques. No DF, os policiais só são bem pagos por causa dos subsídios da União à capital federal. Sem isso, estariam com os salários também defasados, como os policiais de todos os estados. O Rio Grande do Sul está na penúltima posição do ranking salarial para a categoria (R$ 1.375 como valor inicial).
Somado a isso, há o fato de que os policiais militares ou civis são servidores públicos. Portanto, ainda não têm o direito de greve regulamentado. O inciso sétimo do artigo 37 da Constituição de 1988 concede o direito de greve aos servidores, mas a Constituição já foi promulgada há 23 anos, e o Congresso Nacional ainda não aprovou a lei que regulamenta esse direito, em que pese existam matérias tramitando nesse sentido. Para preencher o vazio legal, o STF equiparou a greve no setor público às regras aplicadas no setor privado.
Entre as matérias que regulamentam a greve no serviço público, há o PLS nº 83/2007, que relatei na Comissão de Assuntos Sociais do Senado. A proposição define os serviços essenciais que devem ser prestados à população, em caso de greve, e estabelece as condições para o exercício desse direito, que é legítimo aos trabalhadores, do setor público ou privado. Como relatora, incluí, entre outros serviços, as atividades policiais relacionadas à segurança pública e penitenciária, pois acredito que a regulamentação seja um passo importante para que categorias profissionais tão importantes possam reivindicar seus direitos de maneira pacífica, sem prejuízos para a sociedade.
Ana Amélia
Senadora (PP/RS)

domingo, 19 de fevereiro de 2012

BIOGRAFIA DE DALVA DE OLIVEIRA.

alva de Oliveira
(Intérprete de música popular brasileira )
1917 - 1972


Intérprete de música popular brasileira nascida na cidade de Rio Claro, no interior de São Paulo, cuja extensão de sua voz, que ia do contralto ao soprano, marcou época como intérprete e uma das grandes estrelas dos anos 40 e 50. Filho de um carpinteiro e clarinetista nas horas vagas, Mário Antônio de Oliveira, o Mário Carioca, e da portuguesa Alice do Espírito Santo Oliveira, nascida em Portugal mas naturalizada brasileira, doméstica que trabalhava fazendo salgadinhos para vender. Teve mais três irmãs meninas, Nair, Margarida e Lila, e um irmão que nasceu com problemas de saúde e morreu ainda criança. Órfã de paii aos oito anos, Dona Alice resolveu, então, tentar a vida na capital paulista, onde arrumou emprego de governanta. As três filhas entraram par um internato de irmãs de caridade, o Internato Tamandaré, onde ela teve aulas de piano, órgão e canto. Devido uma séria infecção nos olhos, saiu do internato (1928) e trabalhou então como arrumadeira, como babá e ajudante de cozinha em restaurantes. Depois, conseguiu um emprego de faxineira em uma escola de dança onde havia um piano e, dona de uma poderosa voz, iniciou sua carreira. Passou a usar o nome de Dalva, sugerido pela mãe, pois um seu amigo empresário não achava que seu nome não era bom para uma cantora. Aconselhada a ir para o Rio de Janeiro, pois na Capital Federal teria mais chances, transferiram-se com a família para o Rio de Janeiro (1934), onde foram morar à Rua Senador Pompeu, na tentativa de deslanchar artisticamente como cantora. Empregou-se como costureira numa fábrica de chinelos, da qual um dos proprietários, o Milton Guita, conhecido como Milonguita era diretor da Rádio Ipanema, a atual Mauá, e este convidou-a para um teste na Rádio Ipanema. Aprovada, logo depois transferiu-se para as Rádios Sociedade e Cruzeiro do Sul, onde cantou ao lado de Noel Rosa. Depois, passou pela Rádio Philips e finalmente conseguiu trabalho na Rádio Mayrink Veiga. Trabalhou (1936) na temporada popular da Casa de Caboclo, do Teatro Fênix, onde atuou ao lado de Jararaca e Ratinho, Alvarenga e Ranchinho, Ema D'Ávila, Diamantina Gomes e Antônio Marzullo. No mesmo período, trabalhou na Cancela, em São Cristóvão, num teatro regional onde ela apresentava números imitando a atriz Dorothy Lamour, e lá conheceu Herivelto Martins, com quem fez dupla e casou-se (1937) e o casal teve seus dois filhos, o cantor Pery Ribeiro e o produtor de programas televisivos da TV Globo, Ubiratã. Gravaram o primeiro disco (1937) na RCA Victor, com as músicas Itaguaí e Ceci e Peri, razão do nome do seu primeiro filho, o futuro cantor Pery Ribeiro. Transferiram-se para a Rádio Tupi e para a gravadora Odeon. Participou do filme Berlim na batucada (1944) e Caídos do céu (1946). Separou-se (1947) de Herivelto e casou-se (1949) com o argentino Tito Clement e foram morar em Buenos Aires. Retornou ao Brasil (1950), separou-se (1963) de Clement e depois casou-se com Manuel Carpinteiro. Sofreu um grave acidente automobilístico (1965), sendo obrigada a abandonar a carreira por alguns anos. Retornou (1970), lançando um dos grandes sucessos do ano e também seu último: Bandeira branca, marcha-rancho de Max Nunes e Laércio Alves. Morando em uma confortável casa no bairro carioca de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, fez apresentações no Teatro Tereza Raquel e em vários programas de televisão e em shows e faleceu dois anos depois vítima de hemorragia no esôfago.

TEIXEIRINHA - Sonho realizado

Teixeirinha- Razao De Uma Saudade -100%Caipira

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