TRANS. DO PROGRAMA ENTARDECER NA FRONTEIRA DIRETO PECUARIA EM 19/11/2009

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A BANDEIRA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL, TE AMO MEU RIO GRANDE

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sábado, 14 de janeiro de 2012

SALVA-VIDAS RELATAM O SENTIMENTO DE ORGULHO AO AJUDAR VERANISTA NO LITORAL.

Salva-vidas relatam o sentimento de orgulho ao ajudar veranistas no Litoral
Conheça três histórias de quem expandiu a profissão para além da guarita e dissemina o prazer inesquecível de salvar vidas


Apaixão por salvar vidas é epidêmica. Provas disso estão espalhadas pelas 228 guaritas do Litoral Norte. Em meio a um contingente de 800 salva-vidas, três histórias foram escolhidas para ilustrar o quanto o amor por devolver uma vida à tona é contagiante.

Conforme a terapeuta comportamental Elisabeth Meyer estes profissionais da areia são vistos como heróis e não é para menos:

— Simbolizam a diferença entre a vida e a morte. Nos sentimos seguros na praia porque sabemos que eles estão lá, de olho na gente. E isso os deixa envaidecidos.

Orgulho de pai para filho

David Antonio Olkoski, 25 anos, tinha nove quando seu pai virou salva-vidas. Desde então, pedia para seguir o “velho” na beira-mar. Ficava todo orgulhoso a cada braçada e a cada vítima resgatada com empenho. Na hora de escolher a profissão, não hesitou. Em 2008, participou da sua primeira Operação Golfinho em Torres, mesmo município em que o pai atua.

Assim como o filho David, Antonio Carlos Oliveira da Silva, 43 anos, sente orgulho de carregar estampado nas costas a palavra salva-vidas.

— Interferimos na vida das pessoas no momento em que elas mais precisam — diz Antonio.

Enquanto dividem o mesmo posto, na guarita 9 da Praia da Cal, são os soldados Antonio e Olkoski. Raramente, alguém escuta um chamar o outro pelo parentesco. Somente em casa, em Sapiranga, quando se despem da farda, é que voltam a ser pai e filho.

No mar, a interação e a conexão de ambos revelam os laços de sangue. Por ter passado anos a observar as técnicas do pai, David já sabe para onde ele vai correr, o que fará e se prepara para o que tem de fazer. Se comunicam pelo olhar.

— Só que ele nada melhor que eu, sempre foi assim — dispara o pai coruja.

— É uma emoção difícil de descrever. Foi ele quem me ensinou tudo. Quando entrei na água pela primeira vez, já sabia o que tinha de fazer. Poucas vezes me surpreendi — celebra David.

Amor a toda prova

Vânia conheceu o namorado em Canela. Os dois eram brigadianos do patrulhamento de rua. Ele já atuava como salva-vidas no verão — e ela, em pouco tempo, se tornaria a primeira mulher salva-vidas do Rio Grande do Sul.

Era janeiro de 1999, Vânia Maria De Nale, 36 anos, foi veranear em Xangri-lá: queria ficar perto de Paulo Henrique de Quadros (hoje aos 41), que cumpria expediente na guarita 88. Encantada com a profissão do namorado, nem sabia que mulher podia fazer teste para salva-vidas quando foi incentivada pelo marido. Começou a fazer aulas de natação e a correr todo dia: teria de enfrentar o mesmo teste dos homens.

— Eu falava para ela sobre a gratidão das pessoas. Não há dinheiro que pague salvar uma vida — diz Paulo Henrique.

Em 2001, Vânia jogou-se ao mar com outros candidatos: conseguiu cruzar a arrebentação e voltar, também venceu os 200 metros de natação em cinco minutos, no Rio Tramandaí. Passou no teste, entrou no curso de salva-vidas e, desde lá, bate ponto na guarita 87, ao lado da guarita do amado.

Modelo em Moçambique

O modelo gaúcho de salvar se propaga em alguns países. No ano passado, foi a vez de Moçambique aprender com os nossos militares. Depois de um curso de salvamento e resgate no Japão, em 2003, o major Gilson Wagner Alves, 40 anos, comandante dos salva-vidas de Capão da Canoa, foi ao país africano.

Ele, que participou da mais recente edição do programa No Limite, da Rede Globo, levou o jeito gaúcho de resgatar a Maputo, capital do país africano. Ele e o major Francisco Ecco montaram uma estrutura similar à adotada nas praias gaúchas e deixaram os moçambicanos impressionados.

— Eles carecem de tudo, não possuem organização social. Tem muita morte naquele mar, de água morna, com ondas fortes e pedras por todos os lados — conta o major Wagner. Em dois meses, presenciaram cinco óbitos. Fala-se que, depois da visita, os salvamentos diminuíram.

Pato Donald - Ai se eu te pego Margarida

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

GOVERNO OFERECE SUBSIDIOS E CALENDARIO DE REAJUSTE A POLICIAIS CIVIS.

Governo oferece subsídios e calendário de reajuste a servidores da Segurança Pública
Categoria esteve reunida nesta sexta-feira com o chefe da Casa Civil


O governo do Estado propôs pagar em forma de subsídio a remuneração de policiais civis (escrivães, inspetores, investigadores, comissários), servidores do Instituto Geral de Perícias (IGP) e da Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe). Também pretende estabelecer um calendário de reajuste para as categorias. O modelo é o mesmo apresentado aos delegados de polícia. O encontro de representantes dos setores com o chefe da Casa Civil, Carlos Pestana, foi encerrado no início desta tarde. Os detalhes da proposta serão conhecidos em novo encontro, inicialmente marcado para o dia 23 de janeiro.

O presidente da Ugeirm Sindicato disse que para aceitar o modelo é preciso conhecer o índice de reajuste a ser oferecido. “Esperamos o mesmo tratamento dado aos delegados”, disse Isaac Ortiz, referindo-se aos colegas, que receberão reajustes de 2013 a 2018. Até lá, um delegado de 4ª classe deve receber R$ 24 mil.

O secretário-chefe da Casa Civil destacou que a negociação é complexa e não quis adiantar os índices que serão oferecidos. Ele lembrou que o subsídio incorpora todas as vantagens que uma categoria ganha, tornando a remuneração única, sobre a qual incidem futuros reajustes. “Não é uma negociação que nós vamos resolver em um ou dois dias”, disse Carlos Pestana.

Ouça o áudio: Carlos Pestana
Ouça o áudio: Isaac Ortiz

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

GREVE DOS POLICIAIS MILITARES DO RIO PODE ACONTECER EM PLENO CARNAVAL.

Greve dos policiais militares do Rio pode acontecer em pleno Carnaval


Na próxima quarta-feira, os líderes do movimento grevista da Polícia Militar do Rio de Janeiro devem se reunir para traçar suas reivindicações e estratégias. O descontentamento da tropa ganhou força das redes sociais e a maioria dos agentes é favorável à greve, que tenta melhorar as condições de trabalho da categoria. Os responsáveis pelo movimento defendem que a greve deve acontecer pouco antes do começo do Carnaval carioca, em fevereiro. Para eles, a necessidade de proteção durante a festa será fundamental para pressionar o governo.
O único temor dos policiais é não conseguir mobilizar toda a tropa a tempo, já que falta pouco mais de um mês para o Carnaval. Porém, antes mesmo da greve começar, o governo se sentiu ameaçado pelo movimento e antecipou um reajusta de 20% para os policiais, além de reduzir os critérios de tempo para promoções. Atualmente, os PMs do Rio têm o pior salário do Brasil.
A tentativa do governo em acalmar os ânimos dos PMs acabou dando mais força aos grevistas, que tiveram a inspiração para promover a greve vinda dos policiais civis e militares do Ceará, que tiveram seus pedidos atendidos após entrarem em greve simultaneamente.


Jornal do Brasil

POLICIAIS CILVIL DO CEARÁ FASEM ACORDO E DECIDEM ENCERRAR GREVE.

Policiais civis do Ceará fazem acordo e decidem encerrar greve
Será enviado um projeto de lei à Assembleia Legislativa que estende o reajuste para aposentados e pensionistas.


Após acordo com o governo, os policiais civis do Ceará decidiram no final da noite desta quarta-feira (11) encerrar a greve iniciada no dia 4.

O Sinpoci (Sindicato dos Policiais Civis de Carreira do Estado do Ceará) informou que a categoria vai receber reajuste salarial de 17% e mais 7% do reajuste anual do servidor público relativo ao mês de janeiro.

Com o acordo, o ganho real foi de cerca de R$ 500. O salário de escrivães e inspetores no Estado era de R$ 2.125.

Foi definido ainda que os policiais que participaram de paralisações desde julho de 2011 não sofrerão processos administrativos. Agentes que tinham participado do movimento e tiveram seus salários descontados por faltas irão receber o salário integral, mas irão fazer horas extras para repor os dias não trabalhados.

O acordo prevê ainda, segundo o sindicato, o envio de um projeto de lei à Assembleia Legislativa que estende o reajuste para aposentados e pensionistas.



Folha Online

SEXTA FEIRA 13 NO PIRATINI.

exta-feira 13 no Piratini.
A alquimia do governo que acalmou, por ora, delegados e oficiais de nível superior da Brigada, deverá ser a mesma a ser proposta para agentes da Polícia Civil.


Amanhã, sexta-feira 13, promete. Os agentes policiais estão mobilizados para a audiência agendada pela Casa Civil com a Ugeirm (Sindicato dos Escrivães, Inspetores e Investigadores de Polícia). Não haverá paralisação de atividades. No entanto, a categoria em peso vai acompanhar a proposta que deve ser feita pelo governo. A vigília em frente ao Palácio Piratini, e nas diversas DPs do Estado, é em defesa da verticalidade dos salários na Polícia Civil. A tabela proposta é conhecida da Casa Civil há vários meses e contempla todas as categorias, sem exceções.

Até agora, o governo negociou 91 reais no vencimento básico dos agentes. Desse total, 40 reais foram creditados em outubro de 2011 e a segunda parcela, de 51 reais, só vai estar nos contracheques a partir de abril deste ano. Meses depois, o governo negociou um calendário profético e, por isso, estranbótico com os delegados: o salário inicial de sete mil vai chegar a 17,5 mil até 2018, totalizando quase 150% de reajuste para os que até lá estiverem vivos, que foi aceito. Sigam-me

Alquimia

O atendimento à sociedade será normal nesta sexta-feira, mas o clima é tenso nas delegacias. No comparativo nacional de salários, os agentes gaúchos estão na lanterna, a despeito do baixíssimo efetivo (cerca de cinco mil policiais para uma população de quase 11 milhões de habitantes) e da exigência de nível superior. A lei veda outra fonte de renda para o policial, que exerce atividade de risco. Três agentes policiais foram assassinados em 2011. Aqui da minha torre, a visão que tenho é de que uma alquimia escorredia semelhante ao do misterioso aumento dos delegados será oferecida aos agentes.

Detalhes

Estive revendo declarações em torno do caso envolvendo o delegado Leonel Carivali no qual resultou morta a vítima de um sequestro. Pela gravidade do fato, detalhes não deveriam ser, de certa forma, omitidos nas declarações das autoridades encarregadas da investigação. Um deles é da maior importância. Carivali nunca afirmou que tenha atirado, simplesmente, contra o carro dos bandidos. Ele disse, sim, que o sequestrador desceu armado e, ao lado do veículo, abriu fogo e, só então, ele, o delegado, atirou. Nesta altura, ninguém sabia quem estava no carro. A perícia já confirmou que as armas dos bandidos foram acionadas.

PEC 300 UM DOS PROJETOS DE LEI MAISSOLICITADOS PELO DISQUE CAMARA.

EC300- UM DOS PROJETOS DE LEI MAIS SOLICITADOS PELO DISQUE CAMARA

Fim da assinatura básica de telefone lidera atendimentos pelo 10º ano seguido


Em 2011, mais de 730 mil pessoas foram atendidas pelo Disque Câmara (0800-619619) e Fale Conosco, serviços de participação popular da Câmara. E pelo 10º ano consecutivo o Projeto de Lei 5476/01, do ex-deputado Marcelo Teixeira, que prevê a extinção da assinatura básica da telefonia fixa, lidera o ranking. Foram 553.937 chamadas e 18 e-mails – 99,94% deles para pedir a aprovação da proposta –, o que representa 79,73% das participações.De acordo com o relatório da Central de Atendimento à População da Câmara, entre as propostas em análise na Casa, o PL 5476/01 aparece disparado na frente como alvo de 79% das manifestações populares. Em maio de 2004, o projeto chegou a ser aprovado na Comissão de Defesa do Consumidor, mas agora terá de ser analisado por uma comissão especial, que ainda será constituída pela Mesa Diretora da Câmara. Depois, precisará ser votado pelo Plenário.O serviço de atendimento à população existe desde 1998, quando foi implantado o 0800-619619, que permite aos cidadãos ligarem de graça de qualquer lugar do Brasil. Naquele ano, foram 9.800 atendimentos. Em 2004, o trabalho foi ampliado com a criação do Fale Conosco, em que as pessoas podem se manifestar via e-mail, e os dois canais foram procurados 504.539 vezes. Em 2010, foram 725.393 atendimentos. Um anos depois, esse número chegou a 734.948, o que representa um aumento de 1,32%. É uma média diária de 3.062 atendimentos, e mensal de 61.246. Fevereiro foi o mês com maior procura aos dois canais, totalizando 95.219.Por meio desses canais, as pessoas se manifestam sobre proposições em trâmite na Câmara, pedem informações sobre a atividade parlamentar e institucional da Casa, além de fazerem sugestões, denúncias, críticas, elogios e reclamações.As regiões do País com o maior número de participações são Sudeste, com 46%, e Norte, com 33%. Do total de manifestações, 65% foram feitas por pessoas do sexo masculino. 34,26% das pessoas tomaram conhecimento do serviço pela internet, e 18,66%, pela TV Câmara.Mensalmente, a Central de Atendimento envia aos deputados um relatório com todas as manifestações recebidas por meio de ligações telefônicas e e-mails.

Previdência e PEC 300

Depois do projeto de lei que prevê a extinção da assinatura básica da telefonia fixa, as propostas com maior repercussão social foram o Projeto de Lei 3299/08, que modifica a forma de cálculo dos benefícios da Previdência Social, para extinguir o fator previdenciário; e a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 300/08, que fixa o piso salarial de policiais militares e bombeiros nos estados.Durante o ano de 2011, foram recebidas 867 manifestações sobre o PL 3299/08, sendo 99% favoráveis à matéria. Já a PEC 300/08 recebeu 633 manifestações, e 100% delas pediram a aprovação da proposta.

Consultas à população

Em 2011, a Central de Atendimento à População promoveu consultas à população, por meio do Disque Câmara, para saber a opinião sobre quatro temas de repercussão social.Um deles foi a Reforma Política. Foram ouvidas 1.073 pessoas. O levantamento mostrou que 57,5% não concordam com o financiamento público de campanha; 67,4% são contrários ao sistema de voto em lista fechada; e 75% discordam do atual sistema de coligações, em que votos para um determinado candidato podem ajudar a eleger alguém de outra legenda.Outro assunto abordado foi a Lei Maria da Penha (11.340/06), que protege as mulheres vítimas de violência doméstica. A sondagem foi feita para saber a percepção da população brasileira em relação aos cinco anos de vigência da lei. Foram ouvidas 1.295 pessoas. Dos entrevistados, 77,5% declararam conhecer o conteúdo da lei, ainda que parcialmente. E 90,7% acham que a punição contra agressores deveria ser mais rigorosa. A pesquisa ainda mostrou que, entre os entrevistados, 86% dos homens e 79% das mulheres pensam que a lei deveria ser estendida para proteger também homens vítimas de violência doméstica.Já sobre educação foram ouvidas 1.010 pessoas. Segundo a consulta, 72% disseram que não acompanham as discussões sobre o Plano Nacional de Educação (PNE – PL 8035/10). O projeto tramita na Câmara há mais de um ano. Quando questionados sobre a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB – Lei 9.394/96), 64% não sabiam do que se tratava.O Código de Trânsito Brasileiro foi o último tema a ser pesquisado. Foram ouvidas 1.263 pessoas, mas o levantamento ainda será concluído, e o resultado deve ser divulgado na segunda quinzena de fevereiro.

‘Agência Câmara de Notícias’

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

PROMOÇÕES E REAJUSTES NA POLICIA MILITAR DO RIO DE JANEIRO.

Na tentativa de parar a greve - jornal O Dia - promoções e reajustes na PMERJ
MEDIDA FOI REALIZADA DEPOIS DE MOVIMENTO DE GREVE MARCADA PARA O DIA 10 DE FEVEREIRO


Medida reduz prazo para reconhecimento na PM e nos Bombeiros, com aumento de soldos

Promoções e regularização dos Cursos e Concursos são vitórias de uma Batalha, não podemos esquecer os inativos e pensionistas que é o futuro de todos oficiais e praças das duas Corporações PM e BM.

JORNAL O DIA: A promoção por tempo de serviço dos praças e suboficiais da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros será antecipada em até cinco anos. A alteração beneficia, imediatamente, 17.829 militares das duas corporações. Para esse grupo, os novos soldos valem a partir de hoje. Os reajustes serão entre 15,6% e 22,6%. O decreto reduzindo o tempo de progressão será publicado, hoje, no Diário Oficial.

Com a mudança, um soldado poderá chegar a subtenente em 25 anos — a exigência anterior era de 30 anos. Os soldados que forem elevados a cabo receberão 19,4% de reajuste, por exemplo. Segundo a Secretaria Estadual de Planejamento e Gestão (Seplag) , o aumento vai incidir também sobre triênios e gratificações. A mudança na progressão dos militares vai representar adicional de R$ 75,5 milhões por ano no orçamento do Estado do Rio.

Para adquirir direito ao benefício, militares têm que ter, no mínimo, comportamento “bom”. O novo soldo será proporcional aos 20 dias trabalhados neste mês — ou seja, do dia 11 em diante, vale o novo patamar. Caberá à corporação instituir o procedimento para regulamentar a elevação do posto do militar — segundo critérios individuais de merecimento, vida funcional e outros parâmetros.

A Seplag explicou, em nota, que, na prática, o tempo máximo de serviço efetivo prestado para que um soldado seja promovido a cabo passará de oito para seis anos; cabo para 3º sargento, será de 15 para 12 anos; 3º sargento para 2º sargento, de 20 para 16 anos; 2º sargento para 1º sargento, de 25 para 20 anos; e 1º sargento para subtenente, de 30 para 25 anos.

Concurso interno

O comandante-geral dos Bombeiros, Sérgio Simões, determinou ontem a composição de um grupo de trabalho para rever o intervalo da promoção por mérito, conquistada nos concursos internos.





Mais incentivos

Segundo Simões, aqueles que “lograrem êxito nos concursos internos terão ampla perspectiva de ascensão ao oficialato”. O comandante informou que há outras iniciativas em andamento.

Outros benefícios

Para o comandante geral da PM, coronel Erir Ribeiro Costa Filho, a medida é importante para os militares porque implica também na conquista de outros benefícios.

Cursos a distância

O coronel informou ainda que a PM inicia a partir de março o curso de confirmação de divisas para cerca de 10 mil cabos. Em junho, será o de aperfeiçoamento de sargentos, para 4 mil 2º sargentos.

O Dia

SOBREVIVENTE NA PMERJ

PIRATINI RECEBERÁ MAIS ENTIDADES.

Piratini receberá mais entidades


A agenda do chefe da Casa Civil, Carlos Pestana, está recheada de encontros com entidades da área da segurança que buscam aumento de salários. Nesta sexta-feira, além de representantes da Amapergs, Pestana receberá os sindicatos de escrivães, inspetores, investigadores, agentes e comissários da Polícia Civil para negociar reajustes salariais. A agenda salarial do chefe da Casa Civil continua no dia 17, com a Associação de Cabos e Soldados da Brigada Militar (Abamf), e no dia 24, com a Associação dos Sargentos Subtenentes e Tenentes da BM (Asstbm).

Agentes pedem isonomia salarial

A sequência de reivindicações por reajuste salariais na área da segurança pública parece não dar trégua ao chefe da Casa Civil, Carlos Pestana. Ontem, foi a vez do Sindicato dos Servidores Penitenciários do Estado (Amapergs) procurar o secretário em busca de um proposta de aumento. Segundo Luiz Fernando Rocha, presidente da Amapergs, a negociação que havia sido interrompida no fim do ano passado será retomada nesta sexta-feira. "Queremos receber uma proposta também, nos mesmos moldes do reajuste dos delegados. Queremos isonomia de tratamento e um calendário de recuperação salarial", declarou. De acordo com Rocha, a categoria espera que na reunião seja apresentada alguma proposta para que se abra o diálogo com o governo.

Pestana disse que as negociações de reajustes serão tratadas caso a caso, mas seguirão uma lógica de apresentação de projetos de recuperação salariais similares. O chefe da Casa Civil reiterou que o governo Tarso Genro mantém o foco nas questões da segurança e educação.

Previdência terá novo projeto


O governo do Estado prepara vários projetos de lei a serem enviados à Assembleia Legislativa em fevereiro, na volta do recesso. O calendário de reajustes para os delegados e uma nova proposta para a Previdência deverão ser os primeiros. Em seguida, será encaminhada matéria que prevê o pagamento do 13 salários aos secretários.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

REVISTA VEJA ABORDA GREVE DOS POLICIAIS NO CEARÁ.

Repercussão: Revista Veja aborda greve dos policiais no Ceará


A reportagem é da revista Veja. A história revela uma imoralidade antiga. A tragédia, como sempre, é do povo. A foto é uma reprodução do Wscom.

Nas linhas que seguem abaixo, a revista Veja fez um resumo da greve dos policiais e bombeiros do Ceará, além de citar a Paraíba na vergonha que se chama “segurança pública” no Nordeste.

Boa leitura.



Dinheiro, sangue e caos
Por um dia, a quinta maior capital do país virou uma cidade fantasma. Na terça-feira passada, as mais movimentadas avenidas de Fortaleza ficaram desertas. Lojas de todos os bairros fecharam as portas. Turistas foram obrigados a abandonar as praias e se refugiar nos hotéis.

O medo tomou conta dos moradores - e não sem motivo. Cenas de um linchamento de um suspeito de roubo foram parar na internet e, na televisão e nas rádios, multiplicaram-se as notícias de assaltos e arrastões cometidos por bandidos que se aproveitaram da ausência de policiais nas ruas.

Do dia 29 de dezembro até a noite da última terça-feira, os policiais militares de Fortaleza ficaram aquartelados e deixaram a já conflagrada capital cearense à mercê dos criminosos. Ao darem curso a uma greve ilegal, aproximaram-se daqueles que deveriam combater. Adotaram o figurino e o comportamento dos marginais.

Com o rosto coberto por capuz para não serem reconhecidos, e punidos, eles ameaçaram quem queria trabalhar, depredaram viaturas e ignoraram a ordem judicial de retornar às funções. Na sequência da greve da PM, os policiais civis da capital também cruzaram os braços. As delegacias ficaram paradas e até o Instituto Médico-Legal teve suas atividades comprometidas.

Em 2011, outros quatro estados nordestinos - Alagoas, Maranhão, Paraíba e Piauí - padeceram com greves de policiais. Em comum, todos eles compartilham o fato de ser mal pagos, mal treinados e mal equipados. A bandidagem tem tirado o máximo proveito da situação. Na última década, o número de homicídios dobrou na região.

Atualmente, um em cada três assassinatos cometidos no Brasil é registrado entre os nordestinos. Quando comparadas as taxas de homicídio, o Nordeste só perde para a Região Norte, onde em 2010 a taxa chegou a 37,4 assassinatos para cada 100000 habitantes. Das cinquenta cidades onde mais se mata, 37 ficam no Norte ou no Nordeste.

Trata-se de um fenômeno iniciado na última década cuja raiz, afirmam especialistas, está na migração da criminalidade. "Além dos bandidos locais, quadrilhas organizadas de outros estados migraram sobretudo para o Nordeste, atraídas pelo aumento do poder aquisitivo da região e para fugir do endurecimento das polícias, principalmente a de São Paulo", afirma Carlos Alberto da Costa Gomes, coordenador do Observatório de Segurança Pública da Universidade Salvador.

A fragilidade das forças policiais nordestinas é flagrante. No Ceará, onde o governo gastou 64 milhões de reais para comprar 428 viaturas modelo Toyota Hilux SW4 (cada uma custou ao Erário 150000 reais e resultará num custo de manutenção de 28000 reais anuais), o tempo de formação dos policiais do programa chamado Ronda do Quarteirão foi reduzido de seis para três meses.

Na Paraíba, o governo adquiriu equipamentos de análise pericial de última geração, mas não consegue usá-los, já que não há policiais com treinamento adequado para operá-los. "Grande parte dos administradores estaduais dessas regiões teve gestões desastrosas em relação à segurança", diz o coronel José Vicente, ex-secretário nacional de Segurança Pública. Para o especialista, isso produz reflexos não apenas entre criminosos. "Quando o cidadão percebe que a impunidade reina, os conflitos resolvidos a bala tendem a aumentar drasticamente".

Enquanto as políticas públicas fracassam, certas atividades privadas prosperam. O empresário Antonio Ricardo de Souza, por exemplo, dono de uma empresa de segurança, garante 70% de seu faturamento com fornecimento de cães de guarda para condomínios, lojas, empresas e até uma funerária de Fortaleza. Por um guarda acompanhado de um animal treinado, Souza cobra 4700 reais por mês. Seu negócio cresce a taxas anuais de 11%. "Os cães têm ganhado do mercado de seguranças armados por causa do medo que as pessoas têm de tiroteios", diz.

O Nordeste apresentou o maior aumento do produto interno bruto entre as regiões brasileiras na última década e exibiu os melhores indicadores de redução da pobreza. Mas a explosão da criminalidade na região mostra que ele não se preparou para enfrentar esse crescimento.

Com reportagem de Júlia de Medeiros

ParaibaemQAP com Veja

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

GOVERNO GAÚCHO TENTA PACIFICAR SERVIDORES.

Governo gaúcho tenta pacificar servidores
Ambicioso plano de negociações será colocado em prática ainda este mês


O governo gaúcho se movimenta para barrar protestos prometidos por servidores da segurança e do magistério como represália ao resultado das negociações com os delegados de Polícia. Descontentes, agentes policiais prometem manifestações por todo o Estado. O Cpers, que representa os servidores da educação, espalha desde a madrugada deste sábado centenas de outdoors com críticas pesadas ao governo, em nova campanha. Para deter ações mais agressivas, o governo prepara para as próximas semanas um ambicioso plano de negociações. O objetivo é que, até meados de março, as pendengas salariais da segurança pública e do magistério (80% do funcionalismo), estejam "equacionadas".

Pacificar as relações com os servidores é fundamental para que o governo consiga se focar em outros temas, como atração de investimentos, obras e qualificação de serviços. "Se conseguirmos, nestas áreas, ter uma perspectiva de médio e longo prazo, resolveremos o problema e poderemos nos dedicar a outras pautas", diz Carlos Pestana, chefe da Casa Civil.

O secretário tem a agenda tomada pelas pautas salariais até as férias que pretende tirar no início de fevereiro. Após finalizar as tratativas com os delegados de Polícia, Pestana reúne-se, no dia 13, com os sindicatos de escrivães, inspetores, investigadores, agentes e comissários da Polícia Civil. No dia 17, com os oficiais da Brigada Militar (BM). No dia 21, com sargentos, subtenentes e tenentes da BM. A estratégia é evitar, a qualquer custo, as piores situações enfrentadas em 2011: protestos violentos promovidos por servidores da segurança e o embate com o magistério sobre o piso nacional.

Enquanto estuda um projeto de longo prazo para a segurança, o Executivo faz uma série de simulações a respeito do que vai oferecer aos professores. A proposta estará pronta antes do início do ano letivo, para evitar uma greve. "A questão do magistério é mais complexa porque o número de servidores é bem maior e com remunerações inferiores aos da segurança", explica Pestana. Além do reajuste, o governo tentará, a exemplo do que fez com os delegados, estabelecer um cronograma que deixe claras as etapas até o piso nacional. Para isso, aguarda o anúncio do reajuste a ser concedido ao piso. "Se for pelo INPC, facilita a condição de projeção. Se for pelo cálculo do fundo, é mais difícil, porque é um cenário muito diferente da projeção da inflação e da arrecadação, mas mesmo assim trabalhamos uma opção."



Negociação com delegados é modelo


O Palácio Piratini já definiu o que vai apresentar, na mesa de negociação, aos servidores da Segurança e aos da Educação. O modelo é semelhante ao das tratativas com os delegados de Polícia, apontado como projeto-piloto, com um valor simbólico final ou "conta de chegada" (termo usado nas negociações), ponto de partida para fixar os reajustes, de trás para a frente. Pode levar em conta a média e não a base do salário, além de transformar o vencimento em subsídio. Para todos, o prazo final é 2018.

A proposta do governo prevê que, na segurança, os salários sejam próximos, para criar "certa isonomia". A partir do momento em que a meta de estruturação das carreiras for alcançada, contudo, o objetivo é estabelecer um corte entre as da Polícia Civil e as da Brigada Militar, de forma que um grupo pare de usar os vencimentos de outro como argumento na mesa de negociação.

O governo previa que o acordo com os delegados seria usado por outras categorias nas reivindicações, por isso as tratativas se estenderam. Ao final, o impacto sobre as contas do Estado foi mínimo: R$ 85 milhões (0,6% da folha de pagamento) em 2018. Para parte da categoria, o aumento foi mais simbólico do que real. Delegados de primeira classe terão aumento superior a 100% até 2018, mas os de quarta classe, por exemplo, terão 60%, próximo à inflação acumulada prevista. Isso ocorreu porque a negociação não tomou por referência o básico, mas a média salarial. Hoje um delegado de quarta classe tem um básico na faixa de R$ 8 mil. A média, porém, fica em torno de R$ 15 mil. Em 2018, eles receberão R$ 24 mil. Terão também alcançado a almejada equivalência com os procuradores de Estado que era sua "conta de chegada".

Correio do Povo

GREVE NA POLICIA MILITAR DOO RJ ESTÁ BOMBANDO NAS REDES SOCIAIS.

greve na PMERJ está bombando nas redes sociais


A greve da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro está de vento em popa, isso na internet. Na grande rede está sendo anunciada uma paralisação que inicialmente começou sendo anunciada para o dia 13 MAI 2012 e que agora estaria programada para o dia 10 FEV 2012, antes do Carnaval. Verdade ou não, a população deve ser alertada sobre tal possibilidade, considerando os efeitos de paralisações nas Polícias Militar e Civil, assim como, no Corpo de Bombeiros, considerando o que foi evidenciado nos vários estados onde greves aconteceram. A divulgação ganha maior relevância diante da possibilidade da paralisação agregar os Policiais Civis e os Bombeiros Militares, como ocorreu no Ceará, onde toda área de segurança pública parou.


Na próxima semana devo começar a divulgar tal possibilidade em atos públicos que realizarei em locais de grande movimento de pessoas, afinal a população precisa ser avisada sobre a possibilidade da paralisação e apenas a minoria tem acesso às redes sociais, onde o tema está fervendo. Oportunamente, divulgarei os detalhes sobre os atos.

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