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quinta-feira, 3 de maio de 2012

GOVERNADOR DO PARANÁ PEDE DESCULPA AOS POLICIAIS MILITARES .




O governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), pediu desculpas na última segunda-feira (30) por ter afirmado que um policial com curso superior “muitas vezes não aceita cumprir ordens de um oficial ou um superior”.
“Acho que foi o primeiro grande deslize que cometi na minha vida pública”, afirmou Richa, sobre o episódio.
A polêmica declaração foi dada em entrevista à rádio CBN Curitiba, na última quinta-feira (26), em resposta a críticas sobre o fim da exigência de diploma universitário em direito para ingresso na Polícia Militar do Paraná, e provocou reações indignadas entre os policiais.
Richa disse que a exigência do diploma para o ingresso na PM “demonstrou não ser uma boa iniciativa”, porque “desestimula os jovens que querem entrar na polícia [...] e não têm curso superior ainda”.
Em seguida, o governador declarou: “Outra questão é a de insubordinação, também. Uma pessoa com curso superior muitas vezes não aceita cumprir ordens de um oficial ou um superior, uma patente maior”.
Segunda-feira, também em entrevista à CBN, Richa disse que repetiu um argumento que ouviu de um oficial “sem ter feito a reflexão adequada”.
“Cometi um ato falho, fiz uma manifestação que não é o que eu defendo e não é o que eu penso. Estou aqui para me redimir e dizer que tenho um forte compromisso com a PM”, disse o tucano.
Richa disse que, tão logo haja a permissão legal, a Academia Militar do Estado oferecerá cursos superiores aos ingressantes na PM, de tecnólogo e bacharel em segurança pública, com diploma de universidade estadual.
A lei que exige diploma de nível superior para ingressar na PM foi aprovada pela Assembleia Legislativa em 2010, mas até hoje não foi colocada em prática.
‘PM com curso superior não aceita cumprir ordens’, diz Beto Richa
Em resposta a críticas sobre o fim da exigência de diploma universitário para ingresso na Polícia Militar do Paraná, o governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), disse que um policial com curso superior “muitas vezes não aceita cumprir ordens de um oficial ou um superior”.
A declaração foi dada em entrevista à rádio CBN Curitiba, nesta quinta-feira (26).
Richa disse que a exigência do diploma para o ingresso na PM “demonstrou não ser uma boa iniciativa”, porque “desestimula os jovens que querem entrar na polícia [...] e não têm curso superior ainda”.
Em seguida, o governador afirmou: “Outra questão é a de insubordinação, também. Uma pessoa com curso superior muitas vezes não aceita cumprir ordens de um oficial ou um superior, uma patente maior”.
A exigência de curso superior para ingressar na PM foi instituída no Paraná em outubro de 2010, quando foi aprovada na Assembleia Legislativa, por votação dos deputados, a Emenda Constitucional 29.
De acordo com o documento, seria exigido diploma de direito para o ingresso na PM e de engenharia para admissão no Corpo de Bombeiros.
A lei, porém, que também instituía outros benefícios para os policiais, nunca chegou a ser cumprida, pois dependia de regulamentação –o que está sendo feito neste momento pelo governo estadual.
Na última quarta-feira (25), o governo enviou à Assembleia um conjunto de projetos para enfim regulamentar a lei aprovada em 2010. Em um dos projetos de lei, porém, a exigência do diploma é retirada da Constituição Estadual.
Entidades que representam os policiais do Estado se manifestaram contra a mudança, afirmando que a medida representaria um “retrocesso” na busca por uma polícia mais bem preparada.
“O governo está propondo mudar a lei que já existe. Agora ele quer derrubar o que construímos?”, reclama o presidente da APCS (Associação dos Policiais, Cabos e Soldados Militares do Paraná), soldado Laudenir Dotta.
O governo argumenta que o tema “deverá ser regulamentado posteriormente, por meio de estatuto próprio, com o devido estudo que a questão requer”.
Hoje, em seu Twitter, Richa disse que suas declarações foram “descontextualizadas”. “O que eu disse é que retiramos a exigência do diploma para dar oportunidade aos mais jovens que ainda não concluíram o curso superior”, afirmou.
O governador afirmou, em seu perfil no Facebook, que esses jovens “perdem a chance de concretizar um projeto de vida” com a exigência de diploma. “São pessoas preparadas para a função mas que não atendem a escolaridade exigida.”
Richa também afirmou que a valorização dos servidores é “uma meta de governo”. “Nada mudou. Respeito e valorizo os nossos policiais”.

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