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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

carnaval vir triunfo dos pms grevistas.


Carnaval vira trunfo dos PMs grevistas
Polícia Civil é o foco da preocupação do Piratini

Com o fracasso das negociações e o aumento da sensação de insegurança nas ruas de Salvador e outras cidades baianas, policiais militares em greve aproveitam a proximidade da maior festa popular brasileira para pressionar o governo a conceder aumento salarial
Mais de uma dezena de blindados do Exército cercam todos os acessos ao Palácio da Assembleia Legislativa em Salvador e 1.038 militares das Forças Armadas acampam em tendas no local. Tudo para evitar que os líderes da maior greve da história da Polícia Militar da Bahia consigam fugir. No oitavo dia de paralisação, ontem, mais de 500 PMs se concentravam na sede do Legislativo e prometiam resistir no prédio, invadido na madrugada de segunda-feira. A 50 metros do prédio, é possível ouvir os cânticos dos policiais: “a PM parou, o Carnaval acabou, ô ô ô”.
Não são só os festejos que estão ameaçados na pátria do Carnaval de rua. A paralisação provocou uma onda de violência sem precedentes na Bahia, com disparada no número de homicídios e de saques a estabelecimentos comerciais. Ao anoitecer de ontem já eram contabilizados 120 assassinatos desde o início da greve. Como os PMs cruzaram os braços, cabe ao Exército e à Força Nacional de Segurança Pública patrulhar as ruas de Salvador. O Pelourinho, o Jardim de Alá e os principais terminais de transbordo de ônibus da capital baiana foram ocupados pelos militares das Forças Armadas. Nem isso conseguiu impedir saques generalizados. No bairro Pernaúbas, homens mascarados obrigaram o comércio a fechar as portas, sob ameaça de depredação. Em Periperi, no subúrbio, cartazes foram colados nos muros, ordenando que as lojas e bares não abrissem.
O Aeroporto Internacional de Salvador – Deputado Luís Eduardo Magalhães está com baixíssimo movimento – uma anomalia, quando se está a 10 dias do Carnaval.
Líder de policiais grevistas é preso
O dia até que começou com jeito de que a greve poderia definhar. À tarde, representantes do governo do Estado e de entidades sindicais dos PMs se reuniram na residência episcopal do arcebispo de Salvador, o catarinense dom Murilo Krieger. Mas a negociação fracassou quando os grevistas souberam da prisão de um de seus líderes, o sargento Elias Santana, que estava com prisão preventiva decretada pela Justiça (com outros 11 PMs) .
Os policiais exigem salários acima de R$ 2,3 mil, que é o que recebem hoje. O governador promete que sim, mas para 2013. De acordo com o comandante-geral da PM do Estado, coronel Alfredo Castro, não há possibilidade de a greve atrapalhar a festa popular, tida como a maior do mundo.
– Teremos um Carnaval tranquilo, como tem sido a festa nos últimos anos, com a Polícia Militar atuando nas ruas. Não há razão para acreditar em outra possibilidade – afirma.
Segundo o governador Jaques Wagner, não houve nenhuma modificação no planejamento da festa.
– Vamos iniciar o transporte dos policiais do interior para a capital, ação que dá início à Operação Carnaval, no dia 14. Entre logística e pagamento de adicionais pela atuação na festa, o Estado vai investir R$ 30 milhões.
Ontem, como gesto de boa vontade, Wagner autorizou que a energia e a água da Assembleia fossem religados. Mas o que os grevistas mais querem, no momento, está na mão da Justiça: a revogação dos mandados de prisões dos 12 líderes do movimento.

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