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A BANDEIRA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL, TE AMO MEU RIO GRANDE

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sábado, 29 de dezembro de 2012

FELIZ ANO NOVO E QUE 2013 SEJA UM ANO DE MUITA PAZ.

DESEJO AOS BRASILEIROS  E AO MUNDO INTEIRO UM FELIZ ANO NOVO COM   MUITO AMOR, PAZ  NO CORAÇÃO,  QUE  NOSSOS  GOVERNANTE  PENSEM  MAIS NO POVO,  E QUE A VIOLENCIA SEJA MAIS CONTIDA,  E QUE  OS HOMENS NÃO PENSEM SÓ EM GANANCIA GANHAR DINHEIRO, QUE OS POVOS  FIQUEM AMI UNIDOS,  E OS GRANDES LIDER TOMEM CONCIENCIA  QUE DEVEM PROTEGER ESSA NOSSA NATUREZA  QUE NOS DÁ TUDO DE GRAÇA E NÃO NOS COBRA NADA SÓ QUE PROTEÇÃO,  E O HOMEM SÓ  DESTROI,  NÃO PRESERVA NÃO CUIDA,  E DEPOIS FICAM REUNIDOS EM  MESAS GRANDES TOMANDO   E BRINDANDO E NADA FAZEM PARA PROTEGER, PORQUE ACHAM-SE  DONÔ DE TUDO, MAIS NÃO SÃO DONO DE NADA A UNICA COISA QUE TU LEVA E UM MONTE DE TERRA POR CIMA, PENSA NISSO SENHOR GOVERNO  AUTORIDADE  QUE PODE SALVAR ESSA NAUTERASA, E SALVAR AS PESSOAS DA FOME MISERIA, ASSIM ESPERO QUE O ANO  DE 2013 SEJA REPLETO DE HOMENS DE IDEIAS BOAS PARA AJUDAR MELHORAR O MUNDO DESJO MUITA LUZ  AOS HOMENS DE BOA VONTADE E MUITAS FELICIDADE JUNTO AOS SEUS FILHOS E AMIGO, FELIZ ANO NOVO  AO MUNDO E AO POVO DO MEU AMADO BRASIL, E A TODOS OS BLOGUEIROS  DO BRASIL E MUNDO, UM BAITA ABRAÇO DE DUAS  VOLTAS  E MEIA DESTE GAUCHO ALDO VARGAS

Tabela: Salário x Custo de Vida das Polícias Militares Brasileiras


Tabela: Salário x Custo de Vida das Polícias Militares Brasileiras

De modo geral, no Brasil, a atenção salarial dada às polícias é inadequada, pela natureza do serviço e pelas necessidades sociais comuns a qualquer cidadão. Sempre se aponta a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) como a “prima rica” das polícias militares, já que por lá um soldado PM recebe quase R$5.000,00. Uma questão, porém, não é levada em consideração: qual o custo de vida que um soldado PM tem nos diversos estados do país? A partir desta comparação, entre custo de vida e salário, a PMDF continua sendo a melhor paga do país?
Para promover este debate, tivemos a curiosidade de pesquisar – em fontes informais – o salário atual das polícias militares (soldados 1ª Classe) e o custo de vida de cada capital do país. Neste exercício de curiosidade, descobrimos que, certamente, a Polícia Militar de Sergipe é a PM que possui o salário mais vantajoso do Brasil, enquanto a Polícia Militar do Rio de Janeiro possui o pior salário do país. A PMDF, conforme nossos critérios, tem o 13º salário.
Provavelmente, leitores encontrarão desacertos no valor dos salários e até discordarão dos índices de custo de vida, e até mesmo da metodologia – que não é científica nem definitiva. Outras pesquisas semelhantes podem ser feitas, qualificando os resultados. Por enquanto, nosso objetivo foi alcançado: mostrar que salário é uma medida relativa, não absoluta.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

ABAMF defende participação direta dos brigadianos nas alterações do plano de carreira


ABAMF defende participação direta dos brigadianos nas alterações do plano de carreira

Presidente da ABAMF defendeu participação direta dos brigadianos
A formação de uma subcomissão, a instalação de um  grupo de trabalho integrado por deputados e entidades representativas dos brigadianos para elencar as prioridades nas alterações do plano de carreira dos policiais e bombeiros militares gaúchos e a busca de diálogo com a Casa Civil e o governo estadual. Essas foram algumas das definições firmadas na audiência pública promovida pela Comissão de Segurança e Serviços Públicos, que debateu alterações no plano de carreira dos brigadianos, na Assembleia Legislativa dia 6 de dezembro. O debate foi proposto pelos deputados Altemir Tortelli (PT),  Jeferson Fernandes (PT), Ronaldo Santini (PTB) e Nelsinho Metalúrgico (PT).
Os brigadianos lotaram o auditório Dante Barone. O presidente da Comissão, deputado Luís Fernando Schmidt (PT), afirmou:“Esta audiência é fruto de uma provocação das entidades dos servidores da Brigada Militar…”.
Já o deputado Ronaldo Santini(PTB) disse; “A quantidade de pessoas presentes aqui demonstra a importância de debater esse tema. Não posso entender que o Estado simplesmente dispense um servidor justificando que ele não serve mais para a carreira, como acontece atualmente com esse plano que não dá garantias. Precisamos iniciar essa discussão de reformular a carreira da Brigada”, falou Santini.
Os representantes dos servidores da Brigada Militar destacaram o momento democrático proporcionado pela audiência pública, e foram unânimes na defesa de alterações no plano de carreira da corporação. O presidente da ABAMF, Leonel Lucas, defendeu a participação direta dos brigadianos. “Queremos uma conquista que seja justa. Essa discussão não pode acontecer somente aqui na Assembleia, deve ser feita nos batalhões da Brigada Militar. Queremos uma polícia unificada em termos de salário e plano de carreira”, alertou. As outras associações da BM também manifestaram-se.
Além de deputados da comissão e militares estaduais, participaram da audiência pública os deputados Giovane Feltes (PMDB), Heitor Schuch (PSB) e as vereadoras de Porto Alegre Sofia Cavedon (PT) e Mônica Leal (PP).

Assembleia instalará subcomissão para tratar do plano de carreira da Brigada Militar


Assembleia instalará subcomissão para tratar do plano de carreira da Brigada Militar

AGÊNCIA AL: Com o auditório Dante Barone praticamente lotado de brigadianos, a Comissão de Segurança e Serviços Públicos realizou audiência pública nesta quinta-feira (6) para debater o plano de carreira dos policiais militares estaduais. O debate foi proposto pelos deputados Altemir Tortelli (PT),  Jeferson Fernandes (PT), Ronaldo Santini (PTB) e Nelsinho Metalúrgico (PT). Este último antecipou que irá protocolar requerimento para a instalação de uma subcomissão para discutir o assunto. Na audiência também foi encaminhada a instalação de um grupo de trabalho entre deputados e entidades representativas dos policiais militares para elencar as prioridades nas alterações do plano de carreira, e a busca de diálogo com a Casa Civil e o Governo do Estado para debater o tema.
Logo na abertura dos trabalhos, coordenados pelo presidente da Comissão, deputado Luís Fernando Schmidt (PT), os deputados requerentes do debate se revezaram em intervenções sobre o tema proposto. “Esta audiência é fruto de uma provocação das entidades dos servidores da Brigada Militar. Estive lendo e estudando os planos de carreiras de outros estados e acompanho há tempos a situação dos policiais aqui no Sul. O mais importante é que este encontro sintetize os interesses maiores do efetivo da Brigada Militar”, disse o deputado Nelsinho Metalúrgico, que foi seguido pelo deputado Ronaldo Santini. “A quantidade de pessoas presentes aqui demonstra a importância de debater esse tema. Não posso entender que o Estado simplesmente dispense um servidor justificando que ele não serve mais para a carreira, como acontece atualmente com esse plano que não dá garantias. Precisamos iniciar essa discussão de reformular a carreira da Brigada”, falou Santini.
O deputado Jeferson Fernandes ressaltou a importância da mobilização da categoria: “Toda e qualquer regra dentro da Brigada Militar só se legitima se contar com a participação direta de todos da corporação, sem distinção de posto. Este projeto que estamos debatendo tem dois pontos nevrálgicos: a forma de ingresso e a troca de postos na Policia Militar gaúcha.”, disse. O deputado Altemir Tortelli finalizou as falas dos deputados: “Aprendi que as conquistas dos trabalhadores se fazem com bons própositos e com a luta organizada. Temos clareza que esta Casa sempre enfrentou grandes debates. Já ouvi do governador do Estado que essa discussão deve ser enfrentada”, frisou.
Entidades querem mudanças no sistema de ascensãoOs representantes dos servidores da Brigada Militar destacaram o momento democrático proporcionado pela audiência pública, e foram unânimes na defesa de alterações no plano de carreira da corporação. “Queremos uma conquista que seja justa. Essa discussão não pode acontecer somente aqui na Assembleia, deve ser feita nos batalhões da Brigada Militar. Queremos uma polícia unificada em termos de salário e plano de carreira”, falou o  sargento Leonel Lucas, presidente da Associação Beneficente Antônio Mendes Filho.
O tenente Alex Sandro Caiel da Silva, diretor de Assuntos Políticos e Institucionais da Associação dos Sargentos, Subtenentes e Tenentes da Brigada Militar (ASSTBM)  criticou as dificuldades para ascensão na carreira. “Os servidores de nível médio da polícia militar se encontram numa situação discriminatória. Isso gera tensão e estresse que afetam o bom desenvolvimento dos nossos trabalhos”. No mesmo sentido falou o tenente Izaías Jorge de Góes, presidente da Associação dos Oficiais Superiores da Brigada Militar “Somos nós, os tenentes, que estamos fazendo as funções de capitães e até mesmo de majores. E dizem que não podemos ascender na carreira”, protestou.
Governo do Estado diz que respeita movimentoO coronel Julio Cesár Marobin, representando a Secretaria de Justiça e Segurança Pública, disse que o governo ainda não tem uma proposta fechada para as alterações na carreira da Brigada Militar, mas reafirmou a legitimidade do movimento dos brigadianos. “Quero dizer que o governo ainda não tem opinião sobre o assunto, e está iniciando a discussão do plano de carreira. Mas a Secretaria está aberta a captar as justificativas dessa proposta e avaliar o melhor caminho a seguir. É importante frisar que o governo respeita esse movimento”, esclareceu.
Parlamentares convergem sobre as alterações de carreiraOutros parlamentares também participaram da audiência e manifestaram opiniões durante o encontro. “Espero que hoje comecemos a construir o início de uma caminhada para estruturar o plano de carreira” disse Gerson Burmann (PDT). “A segurança não pode ser de um governo, mas uma política de Estado”, falou  Cássia Carpes.(PTB).
“Não é possível que exista dentro de uma corporação pessoas que podem alcançar o teto da carreira e outras que não. Este é um movimento em busca da dignidade e da autoestima”, destacou o deputado Adacir Oliboni (PT).
O deputado Edsom Brum (PMDB) classificou a audiência como “histórica” para o Parlamento do Estado.“Estou no meu terceiro mandato e não vi uma audiência pública como esta. Esta audiência é histórica e esse debate mexe com direitos, além da questão salarial. Espero que todos apoiem as reivindicações dos policiais militares”, frisou.
Já o deputado Jorge Pozzobom (PSDB) falou de união de forças pela mudança do plano de carreira dos policiais militares. “O projeto ainda não está na Casa. Vejo aqui deputados de todos os partidos reunidos, numa demonstração do respeito que o Parlamento tem com a família brigadiana” avaliou o parlamentar.
Presenças
Também participaram da audiência pública os deputados Giovane Feltes (PMDB), Heitor Schuch (PSB) e as vereadoras de Porto Alegre Sofia Cavedon (PT) e Mônica Leal (PP).

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

A vida começa a vencer


A vida começa a vencer

por Alberto Kopittke
Os últimos meses não foram bons para a Segurança Pública no Brasil. Ao que tudo
indica, 2012 entrará para a história como o ano mais violento de todos os tempos. Possivelmente vamos passar a barreira das 55 mil pessoas assassinadas. Hoje não somos mais o país com a maior taxa de juros, nem com a maior desigualdade do mundo, mas somos o país com o maior número de vítimas de homicídio de todo o planeta.
E a realidade no Rio Grande do Sul não poderia ser diferente. Ao longo de 2012 vimos os homicídios crescerem de forma acelerada no nosso estado.
Porém, nos últimos três meses essa tendência tem se revertido. Ainda é cedo para dizer que entramos num período de redução da taxa de homicídios no estado, o que realmente só poderá ser verificado a médio prazo, se tivermos entre um e dois anos de redução mensal do número de homicídios.
Obviamente não é a primeira vez que os homicídios caem no estado. Embora nos últimos 35 anos tenhamos visto os assassinatos crescerem 135% no RS, a taxa oscila para cima e para baixo.
No entanto, quero aqui defender que existe uma grande novidade na diminuição do número de mortes por crime dos últimos três meses: pela primeira vez isso é fruto de uma política de redução de homicídios.
Explico: ao longo das últimas décadas, a cada período de aumento dos homicídios segue-se uma ação pontual por parte do aparato de Segurança, normalmente focada no aumento de ações de policiamento ostensivo, com o objetivo de aumentar a sensação de segurança e reprimir especialmente o tráfico de drogas. O resultado é um aumento do número de presos (que cresceram 300% nos últimos 35 anos) e a taxa de homicídios parou momentaneamente de aumentar. O problema é que esses presos não são presos por autoria de homicídios, mas por outros crimes, em especial o tráfico de drogas.
Portanto, de fato aumentamos a massa carcerária por crimes de menor potencial ofensivo. Os presos ingressam no nosso ineficaz sistema prisional e de lá saem ainda mais vinculados às organizações criminosas, não raras vezes com o compromisso de realizarem alguma execução ou marcados para dela serem vítimas em razão de dívidas contraídas dentro do Sistema prisional. O fato é que ao tentarmos enfraquecer o “monstro” da violência, na verdade o alimentávamos cada vez mais com ações meramente pontuais. Não por acaso o número de investigações de homicídios concluídas de forma exitosa caiu de 60% para não mais do que 15% e o número de presos condenados em decorrência desse crime vinha caindo a cada ano. O fato é que a impunidade relacionada ao mais grave dos crimes seguiu crescendo.
Nesse momento, está em curso pela pela primeira vez na história do RS uma efetiva política de redução de homicídios. Na minha opinião, como tenho defendido nos últimos meses, essa política não está relacionada à força-tarefa de 200 brigadianos que foi colocada nas ruas a partir de maio. Embora relevante para melhorar a sensação de segurança e apoiar principalmente a implantação dos Territórios de Paz, um mero aumento (e pequeno) de efetivo no policiamento ostensivo se enquadra mais no tipo das ações que descrevi acima.
A novidade se encontra numa mudança da forma de atuação da Polícia Civil. Desde junho a PC priorizou pela primeira vez a investigação de homicídios. Mês a mês o número de investigações de homicídios com autoria definida, provas bem colhidas e autor preso vem aumentando de forma muito importante. Conforme os dados apresentados enquanto em 2011 apenas 36% dos homicídios foram elucidados, em 2012 esse número chegou a 71% dos casos solucionados nas nove cidades em que a Polícia Civil atuou.
E o resultado não demorou a ser visto. Os homicídios começaram a cair, com a diferença que, desta vez, não em razão de um aumento da massa carceraria, mas sim do aumento das prisões em decorrência do crime de homicídio. Dessa forma estamos efetivamente tirando das ruas as pessoas que mais oferecem risco à sociedade. E quando se trata de uma investigação bem feita, não ocorre o fenômeno tão reclamado pelos policiais do “prende e solta”.
O fato é que pela primeira vez estamos começando a perceber que a política de Segurança deve ter como foco a redução da Violência e não uma mera repressão pontual, que muitas vezes alimenta o próprio fenômeno da violência, como temos visto desde os anos 70 no Brasil e no RS. Trata-se de uma mudança qualitativa e ética. Na verdade estamos começando a romper com a ideia, legada do período de exceção, de que nos encontramos em guerra, onde o número de baixas é natural (as expressões tão ouvidas de que não é possível “fazer omelete sem quebrar os ovos” e que “eles estão se matando entre eles”). A política de Segurança no Estado Democrático de Direito tem que ser eficiente para a redução da violência, onde nenhuma morte violenta pode ser aceita como fato “natural”.
A consolidação dessa nova compreensão dependerá da sua consolidação de forma permanente no aparato de Segurança, com a estruturação de equipes permanentes de investigação de homicídio (com não mais do que 30 homicídios ao ano por equipe) e o fortalecimento da Perícia voltada para a investigação desse crime. Importante perceber que essa nova estratégia é na verdade muito mais barata do que a anterior, afinal estamos falando de equipes multidisciplinares de investigação com 6 pessoas, entre policiais e peritos. Em Porto Alegre, onde temos 500 homicídios por ano, por exemplo, estamos tratando da necessidade de não mais do que 15 equipes permanentes de investigação de homicídios, num total aproximado de 90 servidores!
O sucesso desta nova estratégia dependerá da persistência nesse rumo, de forma firme e consistente ao longo de toda uma década. Afinal a sociedade não está mais interessada em ações espetaculares que nada resolvem, mas sim numa polícia cada vez mais inteligente, moderna e eficaz, efetivamente capaz de proteger o bem maior em todas as classes, em todas as raças e em todas as idades: a vida.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Pesquisa em SP: Para 43%, PM que mata bandido não deve receber punição


Pesquisa em SP: Para 43%, PM que mata bandido não deve receber punição

Só 11% dos paulistanos afirmam se sentir muito seguros ao andar à noite. Em 2012 e 2008, esse índice era o dobro do atual.
O policial que participasse de um grupo de extermínio fora do horário de trabalho não deveria ser punido se matasse um criminoso para 43% dos paulistanos.
A revelação faz parte da pesquisa Datafolha que retrata o estado da população da capital após a onda de violência que começou em junho e se intensificou em outubro.
O percentual que defende a prisão desse policial é ligeiramente inferior em relação aos que defendem a impunidade -40%. Para 11%, ele deveria ser expulso da polícia, mas não preso.
O levantamento, feito na última quinta-feira, ouviu 1.082 paulistanos.
O medo de andar à noite nas ruas de São Paulo mais do que dobrou em cerca de três meses.
Na última quinta-feira, 61% diziam se sentir muito inseguros com caminhadas noturnas no bairro onde moram. Na pesquisa DNA Paulistano 2012, finalizada em agosto, o índice era de 26%. Em 2008, também de acordo com a pesquisa DNA, era de 20%.
Só 11% dos paulistanos afirmam se sentir muito seguros ao andar à noite. Em 2012 e 2008, esse índice era o dobro do atual (19% e 21%, respectivamente).
A zona norte de São Paulo, palco de ataques, é considerada insegura por 83% dos paulistanos -um aumento de 34 pontos percentuais em relação à pesquisa DNA 2012, concluída em agosto.
O índice é superior aos das zonas leste e sul, mais violentas do que a região norte. A leste e a sul são apontadas como inseguras por 82% e 72%.
O centro é considerado inseguro por 75%. A zona oeste, uma das áreas menos violentas da cidade, é tida como insegura por 71%.
Notícias de toques de recolher já foram ouvidas por 44% dos paulistanos. Na zona norte, esse índice chega a 54%.
A fonte da onda de violência são as facções criminosas ou bandidos, segundo 34% dos paulistanos.
Para 17%, trata-se de um acerto de contas entre criminosos e polícia. Só 5% consideram que o PCC (Primeiro Comando da Capital) dirige os ataques.
O percentual é idêntico ao dos que dizem que os homicídios decorrem de vingança de criminosos por causa da morte de membros do PCC.
Para 18%, foi o governo que motivou os ataques por desleixo ou falta de controle. Os mesmos 18% põem a culpa na falta de estrutura policial, baixos salários ou ausência de um planejamento estratégico por parte da polícia.
A corrupção policial em geral é apontada como o principal motivo dos ataques para 18% dos paulistanos.

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Associação dos Cabos e Soldados da Polícia Militar de São Paulo luta contra a mentira da Procuradoria Geral do Estado


Associação dos Cabos e Soldados da Polícia Militar de São Paulo luta contra a mentira da Procuradoria Geral do Estado

Wilson Morais
Presidente
A Associação dos Cabos e Soldados da Polícia Militar do Estado de São Paulo luta contra uma mentira da Procuradoria Geral do Estado; e, infelizmente, endossada pelo Governador do Estado. Ocorre que a Procuradoria, por meio da suspensão da Tutela Antecipada nº 678 junto ao Supremo Tribunal Federal fez constar em sua petição o valor aproximado de R$ 1,5 bilhão. Em síntese, disse ao Presidente do STF, Exmo. Senhor Ministro Ayres Britto que o custo criaria uma lesão ao erário público, assim, permitiu suprimir verbas alimentares de Policiais Militares. Neste sentido, passamos a conhecer melhor o Governo Geraldo Alckmin.
O Governo do Estado tinha conhecimento que o Policial Militar recebia o recálculo retroativo a novembro de 2010 por intermédio de uma ação judicial; e que nunca se tratou de uma tutela antecipada mas sim, de cumprimento provisório de sentença, iniciado após o Tribunal de Justiça de São Paulo, na 2ª Instância, ter garantido a fórmula correta de cálculo da verba aos Policiais Militares.
Todas às reuniões anunciadas pelo Comandante Geral da Polícia Militar do Estado de São Paulo, jamais contaram com a presença das Entidades de Classe. Na verdade as reuniões ocorreram somente com a cúpula do Governo do Estado; porém, os maiores representantes da Família Policial Militar sequer foram convidados a participar.
A Associação dos Cabos e Soldados quer deixar bem claro que não pactua com as decisões equivocadas do Governo do Estado, e que sempre pautou pelos princípios constitucionais da não incitação de greves ou quaisquer tipos de represálias que possam causar grave comoção social dentro da nossa caserna. Assim, devemos mostrar que os nossos princípios estão muito acima de nossos líderes e, temos uma vida centrina que neste ano completou 55 anos de existência e não apenas 04 anos de exercício político.
A nossa formação dentro da Polícia Militar é um compromisso em abraçar a sociedade Paulista e mostrar que somos ordeiros e labutamos em defesa do cidadão e da vida; “inclusive com o sacrifício da própria vida”, independentemente de qualquer direcionamento político.
O Governo do Estado se reveste de uma capa “moral e ética” em um flagrante para dar guarida ao seu partido político, que sofreu uma das maiores derrotas no cenário político brasileiro; e, assim, omitindo dentro deste período eleitoral, os ataques que ocorreriam contra a Tropa da Polícia Militar. Entretanto, o empenho do Governo foi o de não prejudicar a campanha tucana, mesmo em detrimento da vida “onde já se constatou dezenas de Policiais Militares assassinados e feridos pelo crime organizado”; além de retirar verbas alimentares da Família Policial Militar.
O Procurador Geral do Estado, com o conhecimento do governador Geraldo Alckmin, se utilizaram de remédios jurídicos na tentativa de obter êxito com o fim de postergar direito líquido e certo dos Policiais Militares por intermédio de informações de má-fé inserida nos instrumentos jurídicos utilizados pelo Estado.
A Sociedade Paulista e os nossos associados podem contar com a nossa luta contínua; estamos organizados juridicamente e acreditamos na reversão do quadro atual. Não nos debruçamos em cima de teses jurídicas, mas, sim, da verdade dos fatos aos quais levamos à Suprema Corte; ou seja, o cumprimento que já vem desde novembro de 2010, e que custa ao Governo do Estado aproximadamente R$ 25.000.000,00 por mês e que não são devidos por força de tutela antecipada; e, sim, por acórdão da 2ª Instância. Finalizando, agrade

Rondônia – PM está proibida de fazer rondas com viaturas por falta de gasolina


Rondônia – PM está proibida de fazer rondas com viaturas por falta de gasolina

Pela primeira vez na história da Corporação, a Polícia Militar está proibida pela Secretaria de Segurança, Defesa e Cidadania de fazer o policiamento ostensivo e repressivo na capital e no interior. Motivo: falta combustível para abastecer as sucateadas viaturas, que, ao apresentarem falha mecânica na rua, sequer estavam sendo recolhidas pelo guincho, também por falta de combustível.
Como já havia alertado o Tudorondonia em reportagem publicada no dia 1º deste mês, a crise, não admitida pelo secretário Marcelo Bessa, é grave e ameaça a segurança da população. Como o secretário não admite que exista o problema, dificilmente a questão será solucionada a curto prazo.
Por ordem do secretário Marcelo Bessa, da Sesdec, as viaturas estão recolhidas na base da PM, impedidas de serem usadas no patrulhamento da cidade. A mesma medida se aplica ao Corpo de Bombeiros.
Recentemente, Marcelo Bessa afirmou que não estava havendo falta de combustível para abastecer as viaturas, mas o secretário não conseguiu encontrar uma explicação aceitável para o recolhimento dos veículos e a falta de policiamento ostensivo nos bairros. Preferiu culpar os policiais militares pela decisão tomada por ele.
De acordo com o secretário, que fala em “racionalização” no uso do combustível, um eufemismo para tratar da falta pura e simples de gasolina, as viaturas só atenderão chamadas de ocorrências policiais.
Quem já tentou utilizar o telefone 190 sabe o que isso significa.
O secretário Marcelo Bessa, que se recusa a admitir o óbvio – que está faltando combustível porque o Governo não paga os fornecedores – ainda tentou jogar a culpa pela retenção das viaturas aos próprios policiais, afirmando que o recolhimento dos veículos tem por objetivo “evitar que policiais façam serviços que não sejam comum da atividade”.
A Assfapom – Associação das Famílias dos Policiais Militares – criticou a medida e também a forma como a Secretaria divulgou o racionamento, tentando jogar a culpa nos policiais, ao afirmar, por meioc de sua assessoria de imprensa, que a suspensão do patrulhaemto preventivo e ostensivo visaria evitar “deslocamentos à toa” das viaturas.
Em nota, a Assfapom afirma o seguinte: “Solicitamos à assessoria ( de imprensa) responsável que que procure se informar antes de emitir nota ao público, pois o Senhor Marcelo Bessa foi Tenente da Policia Militar de Rondônia e a maioria de seus assessores também é formada por Policiais Militares, por isso é inaceitável este tipo de comentário como forma de buscar subterfúgios para desculpar o CAOS que se instalou na SESDEC”.

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Treinamento, a partir de segunda-feira, dura 1,3 mil horas/aula


Dois mil PMs incluídos no efetivo da BM só devem chegar às ruas em abril

Treinamento, a partir de segunda-feira, dura 1,3 mil horas/aula

Dois mil servidores nomeados receberam, nesta terça-feira, identidades funcionais como soldados da Brigada Militar. A formatura de inclusão da turma foi realizada no Departamento de Ensino da Brigada Militar. Durante a cerimônia de formatura, cinco novos PMs – quatro mulheres e um homem – passaram mal e precisaram de atendimento. O curso dura 1,3 mil horas/aula e só deve ser concluído em abril de 2013.
Os soldados farão o treinamento, a partir de segunda-feira (17), na Capital e em cidades da região Metropolitana, Serra, litoral e outros pontos determinados do interior gaúcho. De acordo com o comandante-geral da Brigada Militar, coronel Sérgio Roberto de Abreu, os novos praças atuarão no policiamento ostensivo, além de outras corporações como o Corpo de Bombeiros, Comando Rodoviário e Batalhão Ambiental.
Outros 571 soldados também devem iniciar o curso de formação ainda em setembro. Segundo o Comando Geral da Brigada, o efetivo atual, de 22 mil funcionários, deve subir, com as formaturas, para 24,5 mil, contra um ideal 34 mil. Com os soldados anunciados hoje, o incremento do efetivo, no cargo de soldado, chega a 30%, segundo a corporação.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

O QUE PENSAM OS POLICIAIS MILITARES DO DF SOBRE O INGRESSO COM NÍVEL SUPERIOR E A PEC 300


O que pensam os Policiais Militares do DF sobre o ingresso com nível superior e a PEC 300
Dia 19 de novembro do corrente ano, em uma breve passagem por Brasília nossa Capital Federal, o diretor de Comunicação da ASSTBM, Dagoberto Valteman teve a oportunidade de encontrar com alguns Policiais Militares, e, como não poderia deixar de ser resolveu abordá-los e sutilmente discutir alguns assuntos de interesse comum para todos os da mesma categoria. Falaram sobre diversos assuntos e ao chegarem nos temas violência e salário, o Soldado “João”(nome fictício, respondeu assim: Não existem favelas em Brasília, e sim assentamentos, e onde existem assentamentos o estado se faz presente com delegacias, fóruns e demais repartições públicas. A violência e a criminalidade existem porque o estado se omite e não se faz presente. O estado deve ir aonde está a população menos favorecida, ou seja o estado tem que ir na favela, seja em forma de segurança, ações sociais ou atendimento em geral. Isso faria o estado mais acreditado e evitaria que os favelados dependessem de criminosos. Em relação ao assunto PEC 300, “João” falou que além de não aprovarem a PEC, estão achatando o salário dos Policiais Militares do Distrito Federal para que fique igual ao salário das polícias de outros estados quando o lógico seria aumentar os outros salários para que ficassem iguais ao de Brasília. Segundo “João” a maioria de seus colegas interpreta tais assuntos da mesma maneira. “João” também parabenizou a iniciativa das associações irem em busca do ingresso com nível superior, e que em Brasília já é assim, ingressa na graduação de soldado com nível superior podendo ir até o posto de major.

FREDERICO: EXECUTIVO AINDA NÃO ENVIOU À AL PROJETO QUE CRIA A JUNTA DE CONCILIAÇÃO DE PRECATÓRIOS


— 19 novembro 2012
Frederico: Executivo ainda não enviou à AL projeto que cria a Junta de Conciliação de Precatórios
O coordenador da Frente Parlamentar em Defesa do Pagamento de Precatórios e Requisições de Pequenos Valores (RPVs) no RS, deputado Frederico Antunes (PP) conversou hoje (19) com a coordenadora do Setor de Precatórios da Procuradoria Geral do Estado (PGE), Camila Sobrosa. A procuradora informou ao parlamentar que legalmente não existe a possibilidade de a Junta de Conciliação de Precatórios ser instalada através de decreto a ser editado pelo Governo do Estado. A técnica da PGE acrescentou que esta possibilidade somente poderá ser concretizada através de projeto de lei que ainda não foi remetido à Assembleia Legislativa, ao contrário do que o governo havia anunciado.
Frederico lamentou a situação, afirmando que os beneficiados por decisões judiciais para receber precatórios e RPVs são duplamente penalizados. “Primeiro porque a tramitação é muito morosa, situação que se agrava porque não basta vencer na Justiça, afinal, os trâmites para o pagamento dos valores também é muito demorado”. O parlamentar lembrou que “se trata de um direito líquido e certo que lamentavelmente se transformou em motivo de uma espera que parece infindável’, concluiu o progressista
Fonte:  Agência de Notícias
As matérias assinadas pelos partidos políticos são de inteira responsabilidade dos coordenadores de imprensa das bancadas da Assembleia Legislativa. A Agência de Notícias não responde pelo conteúdo das mesmas

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

ESTADO CONSELÃO PROPÔE 10 MEDIDAS PARA PREVIDENCIA DO ESTADO.


Variedades— 16 novembro 2012
Estado: Conselhão propõe 10 medidas para Previdência do Estado
A Câmara Temática Previdência reuniu-se, nesta segunda-feira (12), no Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES-RS) para avançar nas sugestões à regulamentação do Fundo de Previdência dos Servidores (Fundoprev) e trabalhar num conjunto de sugestões para financiar o déficit previdenciário, que representa R$ 6 bilhões ao ano de aporte do Governo do Estado para cobrir a diferença. Atualmente, o Executivo contribui com 10 vezes o valor do servidor.
“O relatório sobre os pontos apresentados pelo governador Tarso Genro avançou bastante para que os conselheiros ajudem a construir alternativas à previdência pública”, avaliou o secretário executivo do CDES-RS, Marcelo Danéris. A reunião ocorreu no mesmo dia em que o Tribunal de Justiça julga o recurso especial movido por entidades de servidores públicos para cessar a cobrança da alíquota de contribuição que passou de 11% para 13,5% desde junho.
Na última reunião da Câmara, na última quinta-feira (08), foi apresentado o cálculo atuarial realizado pela Unidade de Gestão Previdenciária do Banco do Brasil, por solicitação da Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz) e pelo Instituto de Previdência do Estado (IPE), em que foi verificada a necessidade de uma alíquota entre 14% e 15%, conforme o estudo. Nova reunião está agendada para o dia 23 e, o relatório final do colegiado, será encaminhado ao governador até o final de novembro.
Sustentabilidade e financiamento
Para financiar o passivo previdenciário, os conselheiros apresentaram 10 pontos possíveis. Entre eles estão:
- Recursos da venda de bens patrimoniais do Estado;
- Destinar recursos do Imposto de Renda na fonte descontado dos servidores que é receita estadual;
- Saldo da Receita Líquida da Cobrança da Dívida Ativa do Tesouro Estadual;
- Aprimoramento do mecanismo de Compensação Previdenciário (Comprev) com a União (ingressam R$ 2,6 milhões ao mês nos cofres estaduais, com potencial de dobrar o valor);
- Criação de imposto sobre operações financeiras da Internet;
- Revisão da questão dos paraísos fiscais em relação as operações com cartões de crédito e operações de outros serviços;
- Acompanhar debates no Conaprev que estudam a criação de uma loteria federal, operada pela Caixa Federal, para destinar aos regimes próprios de todo país.
- Regime público de previdência complementar, entre outros.
Busca de soluções
Marcelo Danéris relembrou a posição do Governo de manter todos os direitos previdenciários, a previdência pública, mas que não ficará parado diante das interpelações às iniciativas tomadas. “O Governo fez uma proposta de alíquota para fazer frente ao problema, com esforço do Estado, dos servidores e sociedade que ao fim é quem paga a conta. O Executivo não interdita a ação dos servidores e mantém um diálogo aberto e franco, mas não pode ficar omisso diante de uma situação tão grave. A sociedade quer uma resposta a este tema e o Governo colocará todas as alternativas na mesa”, reforçou Danéris.
Entre as sugestões defendidas pelo conselheiro Ronald Krumennauer, está a criação de previdência complementar, posição detalhada pela Agenda 2020 e refutada por outros conselheiros. “Os diferentes cálculos atuariais apresentados são contestados por entidades representantivas dos servidores. Temos críticas aos cálculos apresentados. Não somos contra o aumento da contribuição, mas contra o aumento sem causa”, disse o conselheiro Pio Dresch, que defente a posição expressa pela União Gaúcha em Defesa da Previdência Social e Pública.
A secretária de Administração e Recursos Humanos, Stela Farias, destacou que os integrantes da Câmara, sintetizam o pensamento da sociedade. “Talvez nunca se consiga numa mesa de interesses tão diversos fazer com que 100% deles sejam contemplados. Não é uma queda de braço com nenhum segmento, mas o Estado tem de dar respostas e apontar saídas”, concluiu.
O conselheiro Antônio Castro demonstrou preocupação com o impasse atual sobre a alíquota temendo que a suspensão da cobrança ocasione retrocesso em itens já conquistados, como o compromisso com a previdência pública. Relembrou que os debates da Câmara, em 2011, resultaram na aprovação da criação do Fundoprev pela maioria do colegiado, com garantias públicas do financiamento equilibrado aos novos servidores e a não existência de previdência complementar. “Espero que não se recue nas grandes definições de princípios ou perderemos um elemento de coesão social do Estado”, alerta.
Regulamentação do Regime Próprio
Na reunião desta segunda-feira também foi apresentado o relatório do Grupo de Trabalho da Câmara que dedicou-se à regulamentação do Regime Próprio de Previdência do Servidor (RPPS), onde a maioria das propostas foram aceitas. “No conjunto conseguimos constituir um bom acordo”, avaliou o conselheiro Dresch.

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

SÓ TOLERANCIA ZERO CONTERÁ O PCC NO RS.


Segurança Pública— 15 novembro 2012
Só tolerância zero conterá o PCC no RS
Nesta quarta-feira a tarde, o editor conversou com jornalistas e policiais da sua relação de amizade, todos eles em viagem de turismo para Santa Catarina, com destino a praias paradisíacas como as de Garopaba, Canasvieiras e Bombinhas.
. E o Primeiro Grupo Catarinense (PGC), que incendeia ônibus e carros por toda Santa Catarina, abatendo policiais e outros agentes da lei, repetindo o que fazem em São Paulo os bandidos do Primeiro Comando da Capital?
. É difícil intimidar os turistas gaúchos que fogem das ensopadas, empoeiradas e frias praias do RS, até por que ainda não lhes caiu a ficha.
. Em Santa Catarina, apenas nesta quarta-feira as autoridades estaduais perceberam que um movimento criminoso está por trás das ações do PGC. Até ontem, a impressão geral era de que se tratavam de macaquices decorrentes das exibições de TV.
. E o RS?
. O governo estadual (secretaria da Segurança, Polícia Civil e Susepe) parece cauteloso, mas esparge otimismo, o que parece irrealismo.
. O RS já está sob o domínio da insegurança pública, o que é um caldo de cultura notável para que criminosos ligados ao PCC introduzam o terror e o pânico.
. A esperança dos gaúchos está na ação repressiva da Brigada Militar, que estará mais do que autorizada a responder a bala todas as agressões a bala que receber.
. Pelo que receberá o aplauso e o agradecimento da sociedade gaúcha.
. Sem tolerância zero, essa onda insurgente dos bandidos comuns não será contida.
Fonte:  http://polibiobraga.blogspot.com.br/2012/11/so-tolerancia-zero-contera-o-pcc-no-rs.html
Postado por Comunicação DEE ASSTBM

SÓ TOLERANCIA ZERO CONTERÁ O PCC NO RS.


Segurança Pública— 15 novembro 2012
Só tolerância zero conterá o PCC no RS
Nesta quarta-feira a tarde, o editor conversou com jornalistas e policiais da sua relação de amizade, todos eles em viagem de turismo para Santa Catarina, com destino a praias paradisíacas como as de Garopaba, Canasvieiras e Bombinhas.
. E o Primeiro Grupo Catarinense (PGC), que incendeia ônibus e carros por toda Santa Catarina, abatendo policiais e outros agentes da lei, repetindo o que fazem em São Paulo os bandidos do Primeiro Comando da Capital?
. É difícil intimidar os turistas gaúchos que fogem das ensopadas, empoeiradas e frias praias do RS, até por que ainda não lhes caiu a ficha.
. Em Santa Catarina, apenas nesta quarta-feira as autoridades estaduais perceberam que um movimento criminoso está por trás das ações do PGC. Até ontem, a impressão geral era de que se tratavam de macaquices decorrentes das exibições de TV.
. E o RS?
. O governo estadual (secretaria da Segurança, Polícia Civil e Susepe) parece cauteloso, mas esparge otimismo, o que parece irrealismo.
. O RS já está sob o domínio da insegurança pública, o que é um caldo de cultura notável para que criminosos ligados ao PCC introduzam o terror e o pânico.
. A esperança dos gaúchos está na ação repressiva da Brigada Militar, que estará mais do que autorizada a responder a bala todas as agressões a bala que receber.
. Pelo que receberá o aplauso e o agradecimento da sociedade gaúcha.
. Sem tolerância zero, essa onda insurgente dos bandidos comuns não será contida.
Fonte:  http://polibiobraga.blogspot.com.br/2012/11/so-tolerancia-zero-contera-o-pcc-no-rs.html
Postado por Comunicação DEE ASSTBM

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

TARSO PRECIONA POR ALIQUODA PREVIDENCiÁRIA DE 13,25 POR CENTO.


Notícias ASSTBM— 14 novembro 2012
Tarso pressiona por alíquota previdenciária de 13,25%
Governo acredita em reversão de liminar concedida pelo Tribunal de Justiça.
De volta à rotina do Piratini após um giro por Cuba, França e Portugal, o governador Tarso Genro disparou críticas ao Tribunal de Justiça, que na segunda-feira, suspendeu liminarmente os efeitos da alíquota previdenciária de 13,25% descontada dos servidores estaduais.
Tarso classificou a decisão dos magistrados de “equivocada” e disse que o futuro da previdência estadual está nas mãos do TJ.
— É uma decisão profundamente equivocada. Vamos analisar, no nosso debate interno e com as corporações, qual a solução que vamos dar à previdência. Se vamos optar por outra saída, por exemplo, um fundo complementar privado, isso vai ser opção deles (desembargadores) — projetou o governador, durante coletiva na tarde desta terça-feira, alinhando-se ao discurso da manutenção de fundos públicos para bancar as aposentadorias e pensões do Estado.
Apesar das ameaças de implementar uma previdência complementar - que obriga os servidores a pagarem contribuições extras caso queiram se aposentar com os salários integrais -, o Piratini não tem uma proposta pronta. Hoje, mais do que uma alternativa concreta e imediata, o discurso da previdência complementar é uma estratégia para pressionar pela manutenção da alíquota de 13,25%, que incrementa, segundo dados da Secretaria da Fazenda, cerca de R$ 10 milhões nos cofres estaduais ao mês. O recurso seria utilizado pelo governo no abate dos cerca de R$ 6 bilhões de déficit anual da previdência.
Governo acredita em reversão de liminar
Como o secretário da Fazenda, Odir Tonollier, havia dito na véspera, Tarso reforçou a disposição de recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF).
— A jurisprudência do Supremo é favorável a nós — disse Tarso, referindo-se ao suposto caráter confiscatório da cobrança, item citado, mas que não constou na argumentação dos 14 magistrados que votaram pela suspensão.
A justificativa mais contundente foi a ausência de cálculo atuarial que justificasse a necessidade de aumento da alíquota. Para os juízes, esse documento deveria estar anexado ao projeto de lei aprovado na Assembleia. A resposta do governo é de que os cálculos existem. Um deles, que acabou incluído nos autos do processo, foi encomendado ao Banco do Brasil.
A crença do Piratini é de que a análise de mérito da constitucionalidade do aumento do desconto será favorável ao governo, autorizando a retomada da cobrança majorada. O TJ deverá retomar esse debate em até 90 dias. Dos 11 desembargadores que se posicionaram favoráveis à continuidade do índice, pelo menos um chegou a definir a anexação do cálculo atuarial ao projeto de lei como um mero procedimento formal da Assembleia.

terça-feira, 13 de novembro de 2012

LIMINAR SUSPENDE AUMENTO DA ALIQUOTA DA PREVIDENCIA DOS SERVIDORES DO ESTADO, INCLUSIVE DOS POLICIAIS MILITARES.


Liminar suspende aumento da alíquota da previdência dos servidores do Estado
Os Desembargadores do Órgão Especial do TJRS, durante sessão de julgamento realizada nesta segunda-feira (12/11), concederam o pedido de liminar feito pela União Gaúcha em Defesa da Previdência Social e Pública para suspender a elevação contribuição previdenciária dos servidores do Estado, de 11% para 13,25%. Na votação, foram 14 votos a favor da concessão da liminar e 11 contrários.
O relator do processo foi o Desembargador Marco Aurélio Heinz, que votou pelo indeferimento da liminar. No entanto, o Desembargador Cláudio Baldino Maciel lançou voto divergente concedendo a suspensão do desconto. Para o magistrado, a lei que aumentou a alíquota de contribuição de 11% para 13,25% foi editada sem base em estudo atuarial, circunstância que viola os princípios da vinculação específica, da correlação e da manutenção do equilíbrio financeiro e atuarial do sistema previdenciário.
Os demais Desembargadores que acompanharam o voto divergente afirmaram que em sede de liminar, os dados apresentados pelo Estado, até o momento, deixam dúvidas com relação aos estudos apresentados que embasaram o aumento da alíquota. Dessa forma, é necessário um estudo mais aprofundado do processo, com mais informações, no julgamento do mérito.
 A União Gaúcha em Defesa da Previdência Social e Pública ingressou com Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) contra artigos das Leis Complementares nº13.757/2011, 13.758/2011, 14.015/2012 e 14.016/2012, que elevaram a alíquota da contribuição previdenciária dos servidores do RS de 11% para 13,25%.
Ainda não há data para o julgamento do mérito da ação.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

MANIFESTO DAS ENTIDADES REPRESENTATIVAS DOS POLICIAIS E BOMBEIROS MILITARES DO BRASILEIROS.


Manifesto das entidades representativas dos Policiais e Bombeiros Militares Brasileiros

Abaixo, o manifesto feito pelos representantes dos policiais e bombeiros militares no final do 3º Fórum das Entidades Representativas dos Policiais e Bombeiros Militares, em Belo Horizonte(MG)
Foto da reunião dos militares estaduais em MG
ASSOCIAÇÃO NACIONAL DAS ENTIDADES REPRESENTATIVAS
DE CABOS E SOLDADOS POLICIAIS MILITARES E
BOMBEIROS MILITARES DO BRASIL – ANERCS – PM/BM – B
FUNDADA EM 27/04/95 – REG. Nº 3171 – BRASÍLIA – DOU. Nº 87 DE 09.05.95
Belo Horizonte, MG, 05 de novembro de 2012.

O BRASIL ESTA DE LUTO E O GOVERNO DE SP E FEDERAL DE BRAÇOS CRUZADOS.
No dia 05 de Novembro de 2012 na cidade de Belo Horizonte MG, reúnem-se, representantes das entidades dos Cabos, Soldados, Subtenentes, Sargentos, Oficiais e Pensionistas das polícias e bombeiros militares dos estados brasileiros.
Nós representantes das Associações do país, revoltados com a situação caótica a que estão acometidos os Policiais e Bombeiros Militares do Brasil principalmente do Estado de São Paulo, que vêm sendo literalmente caçados e exterminados por marginais, estamos enlutados.
Em pleno ano de 2012, a grande discussão em todo o mundo são os “DIREITOS HUMANOS”, no entanto os governos de SP e o Governo Federal parecem rasgar a cartilha em prol de seus egos políticos, onde há um flagrante protecionismo exagerado quanto aos direitos dos marginais, usando de mentiras, de falácias para se eximirem de suas verdadeiras responsabilidades enquanto representantes do povo. Vamos mais longe, omitem-se de suas responsabilidades, sendo a nosso ver, co-responsáveis por este massacre, onde quem sofre ao final é o povo brasileiro.
É inadmissível que a criminalidade tome conta do Estado, é incompreensível que o “Estado Democrático de Direito” esteja perdendo espaço para a criminalidade.
Nós nos sentimos abandonados. Abandonados por conta da inércia, impotência, incapacidade destes governos, que se dizem representantes do povo. Como representar o povo? Se neste momento não preservam a vida daqueles que são tão mau remunerados para salvaguardar a vida dos seus?
Não compreendemos. Nos sentimos como filhos abandonados.
Onde esta a Força Nacional? Onde estão aqueles que fazem discursos inflamados nos períodos eleitorais? Aqueles mesmos que dizem se preocupar com o povo? Aqueles mesmos que pagam míseros salários a nossos heróis, e que agora covardemente nos abandonam? Aqueles que discursam na pauta da Segurança Pública?
Não temos medo da morte, assim como se necessário for, para salvar a vida do inocente ou para nos defender não hesitaremos em reagir. Hoje no Brasil, lamentavelmente, a cada 32 horas perdemos um companheiro, isso sem levar em consideração aqueles que convalescem nos hospitais, residências e centros de recuperação, vítimas do mesmo mal, sem quaisquer auxílio ou ações desses que se dizem governantes.
Ora senhores, chega de conversa, exigimos ações concretas dos governos, a nós não importa de quem é a culpa, a nós não importa quem o faça, a nós o que importa são ações concretas para que possamos defender os nossos. E em conseqüência possamos cumprir a nossa missão que é salvaguardar a população brasileira.

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