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A BANDEIRA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL, TE AMO MEU RIO GRANDE

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sábado, 12 de novembro de 2011

OCUPAÇÃO DA ROCINHA TERÁ MAIS DE 1,500 POLICIAIS.

Ocupação da Rocinha terá mais de 1.500 policiais
Megaoperação vai fechar vias que fazem ligação entre zonas oeste e sul


A ocupação da Rocinha prevista para acontecer neste domingo (13) terá 1.500 policiais militares, sem contar o efetivo das polícias Civil, Federal, Rodoviária Federal e fuzileiros navais da Marinha, que também vão dar apoio à ação.

Serão acionados helicópteros das polícias Civil e Militar, além de blindados da Marinha, que deve divulgar os detalhes da operação nesta tarde.

A megaoperação também vai envolver diversos órgãos da Prefeitura do Rio. Para evitar a fuga de traficantes e o risco de haver vítimas de balas perdidas, será montado um grande cerco no entorno da comunidade, que, na prática, vai fechar todos os acessos da Barra da Tijuca para a zona sul.

Terão o trânsito interditado a partir das 2h30 de domingo a autoestrada Lagoa-Barra (nos dois sentidos), a avenida Niemeyer, a estrada do Joá, a rua Marquês de São Vicente e a estrada das Canoas. Os bloqueios serão feitos pela Polícia Militar, operadores de tráfego da CET-Rio e guardas municipais.

Também haverá modificações na circulação dos ônibus que passam pela Rocinha e pelo Vidigal, favela vizinha e que também será ocupada pela polícia. As linhas que fazem embarque e desembarque dentro da área de bloqueio terão que deixar e pegar os passageiros fora da área de interdição. Ficou a cargo das empresas de ônibus planejar roteiros alternativos.

A operação para ocupar a Rocinha vai contar ainda com um cerco da Polícia Rodoviária Federal nas principais saídas do Rio e ações de inteligência da Polícia Federal.

O Corpo de Bombeiros também vai montar um hospital de campanha com seis leitos na quadra do Grêmio Recreativo Escola de Samba Acadêmicos da Rocinha. Três ambulâncias vão ficar em frente à quadra. Ao todo, 15 bombeiros vão ficar de plantão no local.

Rio terá 19ª UPP

Desde quinta, a polícia do Rio cerca a maior favela da cidade. O objetivo é a implantação da 19ª UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) do Rio.O efetivo e o número de bases operacionais serão definidos após reconhecimento do terreno. O Governo do Estado calcula que cerca de 84 mil pessoas devem se beneficiar diretamente da nova UPP.

Durante as ações no entorno da comunidade, a polícia do Rio conseguiu prender, em uma ação tumultuada, o homem apontado como chefe do tráfico de drogas da Rocinha: Antônio Bonfim Lopes, o Nem.

Prejuízo para o tráfico

Com a ocupação da Rocinha, considerada o principal centro distribuidor de drogas para bairros ricos do Rio, o tráfico deve deixar de ganhar cerca de R$ 100 milhões por ano. Por semana, o faturamento estimado com a venda de drogas na comunidade é de R$ 2 milhões. A quadrilha chefiada por Antônio Francisco Bonfim Lopes, o Nem, lucra principalmente com a venda de cocaína, considerada com maior grau de pureza do Rio.

O secretário de Segurança Pública do Estado do Rio, José Mariano Beltrame, disse que um ofício já foi enviado ao Tribunal de Justiça solicitando a transferência de Nem para um presídio de segurança máxima fora do Estado do Rio de Janeiro. Beltrame ressaltou que a prisão do traficante não pode ser transformada em um troféu de guerra.

Em depoimento à Polícia Federal, Nem disse destinar metade do seu faturamento ao pagamento de propina a policiais civis e militares da banda podre.

O governador Sérgio Cabral disse esperar agilidade para transferir Nem para um presídio federal de segurança máxima. Nem e outros 11 criminosos foram levados para o Complexo Penitenciário de Bangu, na zona oeste. O traficante teve o cabelo raspado e já usa o uniforme convencional dos presos.

Horas antes da prisão de Nem, quatro policiais - três civis e um militar - e um ex-PM foram presos na Gávea, na zona sul, fazendo a escolta de traficantes que fugiam da Rocinha. Eles teriam recebido R$ 2 milhões para fazer a escolta.

Cabral disse esperar um rigor maior do Poder Judiciário ao se queixar da dificuldade de afastar definitivamente policiais que são expulsos de suas corporações, mas que conseguem voltar às ruas amparados por decisões liminares.

Segurança de Nem preso na Vila Vintém

Na manhã de sexta-feira, dez pessoas foram presas na comunidade de Vila Vintém, em Padre Miguel, na zona oeste, incluindo um homem apontado pela polícia como o chefe de segurança de Nem e outros cinco traficantes que teriam fugido da Rocinha. Na chegada da PM à favela, houve intensa troca de tiros e um suspeito foi morto. Além dos presos, foram apreendidos três fuzis, duas pistolas e quantidade ainda não contabilizada de drogas.

R7

DÉCADA DE MAIOR REPRESSÃO.

“O importante é ter uma repressão qualificada” Airton Michels, secretário da Segurança Pública


Ao eleger o tráfico de drogas como principal crime a ser combatido, as forças policiais gaúchas alcançaram em 2011 a maior média diária de prisões de traficantes dos últimos 10 anos no Estado.
Se o ritmo de janeiro a outubro for mantido, mais de 8 mil traficantes devem parar na cadeia até o final do ano, cerca de 48% deles capturados em municípios das regiões Metropolitana e Serra às margens da rodovia Porto Alegre-Caxias do Sul (BR-116). Os números já apontam para a maior média diária de prisões desde 2002.

Diariamente, 23 pessoas são presas por suposto envolvimento com entorpecentes, segundo dados da Secretaria da Segurança Pública. O número é 15,6% maior do que o registrado em 2010 e 427,6% superior ao de 2002. Por trás da marca estariam as ações integradas entre polícias Civil e Militar, algumas vezes em parcerias com corporações federais como Exército, Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal (PRF).

– O trabalho integrado se mostra mais proveitoso, pois somam-se não apenas efetivo, como informações – afirma o secretário da Segurança Pública, Airton Michels.

Além das prisões, o Estado chegou ao maior volume de apreensões de entorpecentes dos últimos cinco anos (não há dados oficiais disponíveis anteriores a 2007). Números parciais de setembro indicam que mais de 10,5 toneladas de maconha, por exemplo, foram apreendidas no Estado, somadas ações das polícias Militar, Civil e Federal. O volume é 278,8% maior do que o registrado em todo o ano passado. Médias mensais apontam que devem ser superadas as marcas dos anos anteriores em relação ao crack e à maconha.

– A Brigada é uma polícia de rua, recebe muitas informações que são compartilhadas com outras corporações. Muitas vezes, a prisão do traficante de uma pequena boca de fumo nos dá informações sobre seu distribuidor. Esse tipo de informação é que tem levado a apreensões maiores – explica o comandante-geral da Brigada Militar, coronel Sérgio de Abreu.

As drogas como um problema social

O oficial cita como exemplo uma das maiores ações do ano, em 26 de junho, na rodovia Tabaí-Canoas (BR-386), em Montenegro. Após o serviço de inteligência do Comando de Policiamento Metropolitano receber a informação de que dois carros viriam do Paraguai para Canoas com maconha, uma operação foi montada às pressas com apoio da PRF, levando à prisão de um casal com 1,2 tonelada.

Especialistas e as autoridades policiais envolvidas no combate ao narcotráfico, no entanto, alertam para outro fenômeno revelado pelos números: a penetração deste crime no Estado, em especial na Região Metropolitana e na Serra, que têm sete de seus municípios nas primeiras 10 posições do ranking de autuações de traficantes.

Para o professor de Direito Penal da Pontifícia Universidade Católica (PUCRS) Rafael Canterji, da constatação de que o tráfico se enraizou na periferia de grandes cidades, onde o consumo de drogas é maior, surge uma segunda preocupação:

– É preciso políticas criminais, que não são apenas penais-repressivas, que vejam a questão como um problema social de saúde pública.

A crítica parece estar em consonância com os planos do governo do Estado, que começa a investir em versões gaúchas das Unidades de Polícia Pacificadoras (UPPs) cariocas e dos Territórios da Paz criados com recursos do governo federal. O especialista também é cauteloso quanto aos resultados da ação repressiva.

– Não se pode fazer juízo de eficácia (em relação ao aumento do número de prisões), até porque as práticas criminosas prosseguem crescentemente – ressaltou.

Às vésperas do verão, a guerra entre traficantes e policiais promete migrar para as areias do Litoral. Agentes do Departamento Estadual de Repressão ao Narcotráfico (Denarc) se preparam para atuar nas praias gaúchas a partir de novembro, quando quadrilhas da Grande Porto Alegre começam a irrigar com drogas grupos menores sediados na orla.

– Estamos montando uma base em Imbé. Não podemos baixar a guarda – destaca o delegado Heliomar Franco, que coordena as quatro delegacias do departamento especializado.

FRANCISCO AMORIM
As 10 mais
CIDADE PRISÕES (JAN-OUT)
Ranking de prisões por tráfico:
Porto Alegre 2.300
Caxias do Sul 275
Canoas 261
Rio Grande 213
Novo Hamburgo 169
Viamão 169
Alvorada 168
Santa Maria 162
Passo Fundo 149
São Leopoldo 149


MULTIMÍDIA
Saiba mais

O foco no traficante
Enquanto o número de prisões de traficantes aumentou mais de 400% em 10 anos, o número de usuários flagrados cresceu 50% no período. Em 2002, a proporção era de quatro consumidores para cada traficante preso – agora é um por um.

– Temos investido na identificação das quadrilhas, não apenas naquelas do varejo, mas também dos grupos que atuam no atacado da droga. Muitas vezes é preciso retardar uma ação, uma prisão, para se chegar aos líderes de um esquema – explica o delegado Heliomar Franco, do Denarc.

Na maioria das 48 operações realizadas neste ano pelo departamento especializado, o comportamento de usuários auxiliou os agentes a encontrar os fornecedores. Grampos e monitoramento fotográficos garantiram, em seguida, a ligação deles com grandes distribuidores. O resultado foi de 95 veículos apreendidos, 121 armas recuperadas e 394 criminosos presos. Foram sequestrados imóveis no valor de R$ 1,2 milhão, além de R$ 101 mil recolhidos.

– Nossa atuação em raves, festas, porta de escolas e na periferia servem para iniciar um trabalho que se estenderá por um tempo – diz.

Segundo o titular da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado da Polícia Federal, delegado Marcos Vinícius Soares de Moraes, ao unificar o foco das três instituições no combate aos grandes traficantes, as forças policiais que atuam no Estado ganharam fôlego.

– Assim como recebemos informações de quem está no policiamento nas ruas, também podemos auxiliar na prisão de um criminoso gaúcho que está no Pará. Essa cooperação focada nesses criminosos trouxe muito resultado – avalia.

Em municípios como Caxias do Sul, Porto Alegre e Canoas, uma estratégia adotada há três anos também teve reflexo direto nesta proporção entre traficantes presos e usuários autuados. Ao monitorar os passos de traficantes com pequenas quantidades de entorpecentes para se passarem por consumidores, câmeras de vídeos usadas pelo serviço de inteligência da Brigada Militar têm auxiliado à polícia a desvelar o comércio ilegal.

– Sem essas provas, eles sequer são presos, pois simulam a condição de usuários. Muitos deles são usuários, mas atuam na venda de droga para sustentar o vício. É uma doença, uma questão de saúde pública – avalia o coronel Sérgio de Abreu, comandante da BM.

Para o professor de Direito Penal Rafael Canterji, uma equivocada interpretação pode levar um suspeito indevidamente à prisão:

– No período de prisão durante o processo, ele sofre os males do sistema prisional e potencializando os efeitos negativos das drogas.

ENTREVISTA
“O importante é ter uma repressão qualificada”
Airton Michels, secretário da Segurança Pública
Para o secretário da Segurança Pública, Airton Michels, os números indicam que a repressão ao narcotráfico está atingindo um objetivo duplo: retirar drogas de circulação e prender não apenas pequenos traficantes, mas líderes de grandes quadrilhas. Confira trechos da entrevista a Zero Hora na sexta-feira:

Zero Hora – Como o senhor avalia o crescimento no número de prisões neste ano?

Airton Michels – O importante é ter uma repressão qualificada. E essas prisões são fruto disso. Além do número, o interessante é que estamos prendendo chefes de quadrilha e não apenas o pequeno traficante.

ZH – Ao que o senhor atribui essa “repressão qualificada”?

Michels – Atribuo à cooperação entre as polícias e ao investimento em investigação. Hoje muitas das investigações se dão a partir do compartilhamento de informações entre Brigada, Polícia Civil e Polícia Federal. Alguns trabalhos são feitos em conjunto, inclusive.

ZH – Foram registradas neste ano quatro grandes apreensões de maconha, todas de mais de uma tonelada. Esse volume pode ser atribuído ao trabalho integrado?

Michels – Sim. Precisamos prender o fornecedor. E o fornecedor do fornecedor. Um dos caminhos para reduzir o consumo é diminuir o volume de drogas nas ruas. Nesse sentido, temos de investir em investigações maiores. O resultado se verifica no aumento das apreensões também.

ZH – O número de usuários flagrados aumentou em uma proporção bem menor do que as prisões de traficantes. Está se pegando mais leve com o consumidor?

Michels – Não é essa a questão. Escolhemos frear o consumo para evitar que a droga chegue aos consumidores. O assunto é muito complexo, sabemos que se há venda é porque há consumo, mas temos de eleger um foco. Por isso, também atuamos na área de prevenção, com projetos como os Territórios da Paz, por exemplo. E devemos investir em tratamento.

ZERO HORA

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

SUSPENSA A PARALIZAÇÃO DOS POLICIAIS MILITARES E BOMBEIROS DO MARANHÃO.

Suspensa a paralisação dos policiais militares e bombeiros do MA
Em reunião, deputados comprometeram-se em negociar com o governo até o dia 23.


SÃO LUÍS - Líderes do movimento dos policiais militares e dos bombeiros, que cruzaram os braços na noite dessa segunda-feira (7), em todo o Maranhão, acordaram com deputados estaduais a suspenderem o movimento. Em reunião na manhã desta terça-feira (8), os integrantes da comissão de negociação aceitaram a intermediação dos deputados e aguardarão até o dia 23 de novembro para receber proposta do governo do Estado.

A suspensão da greve será votada em assembleia, ainda nesta manhã.

Para que a categoria suspenda o movimento, os deputados estaduais se comprometeram a votar o Orçamento 2012 do Estado apenas depois da negociação das reivindicações dos militares e bombeiros com o governo.

O presidente da Assembleia, deputado Arnaldo Melo, e o líder do governo na Assembleia, o deputado Manuel Ribeiro, confirmou que será o intermediador desse impasse e se comprometeu em sentar à mesa com o governo para resolver a questão em duas semanas.

Durante a reunião, policiais militares teceram críticas ao coronel Franklim Pacheco, comandante da Polícia Militar, porque, segundo os militares, o comandante não teria ficado ao lado da tropa. Os deputados se comprometeram a conversar com o coronel. Críticas também foram feitas ao secretário de Planejamento, Fábio Godim, que, de acordo com a categoria, não apresentou propostas.

Em contrapartida, os deputados exigiram que os militares e bombeiros retornassem, imediatamente, com os carros oficiais para os quartéis. Vários integrantes das corporações saíram com os carros para protestar em frente à Assembleia, o que não é permitido pela legislação. As categorias militares podem, apenas, aquartelarem-se.



Imirante.com, com informações da Mirante AM

NÚMEROS REVELAM QUE TODO MÉS MORRE UM POLICIAL NO RIO GRANDE DO NORTE.

Números revelam que todo mês morre um policial no Rio Grande do Norte
No último, o estado registrou a 14ª morte de policiais somente em 2011.


O ano de 2011 está sendo um dos piores para a Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Norte. Somente durante os onze meses já foram mortos 14 policiais militares, contabilizando uma média de 1,3 policiais mortos.

Os crimes contra policiais militares vêm aumentando, quer seja de serviço ou fora dele, preocupando a categoria policial militar que taxam o ano de 2011 como um dos piores em termo de “baixas”.

O último caso de policial assassinado ocorreu no sábado, 05 quando o Soldado PM Ramalho, lotado no 4º Batalhão de Polícia Militar, foi surpreendido por dois elementos quando saía de serviço e se deslocava para a residência de uma conhecida ainda fardado.

O Soldado Ramalho foi formado no Centro de Formação e Aperfeiçoamento da Polícia Militar (CFAPM) e possuía apenas dois anos de efetivo serviço na Corporação, tendo sua vida ceifada aos 25 anos de idade e sendo lembrado pelos seus familiares e amigos por sua alegria que contagiava a todos.

Na manhã desta segunda-feira (07) a Polícia Militar emitiu uma Nota de Pesar pelo falecimento do Soldado PM Antônio Carlos Ramalho, afirmando que “A Polícia Militar perde mais um defensor da ordem pública que jurou servir e proteger a sociedade mesmo com o risco da própria vida”.

O caso do Soldado Ramalho contabiliza o décimo quarto policial militar morto no Estado neste ano de 2011, dobrando os números de casos de policiais militares mortos no ano de 2010.



Paraíba em QAP

ABAMF LEVA RECLAMAÇÃO DE POLICIAIS MILITARES GAÚCHOS AO SECRETARIODE SEGURANÇA.

ABAMF leva reclamações de brigadianos ao secretário de segurança pública
Valor das diárias, carga de trabalho e regulamento disciplinar são os focos das reivindicações


O presidente da ABAMF, Leonel Lucas, e o diretor de assuntos políticos, Ricardo Agra, estiveram reunidos com o secretário de segurança pública do RS, Airton Michels, dia 8 de novembro. No encontro foi entregue ao secretário de segurança o ofício 113/Séc/2011, solicitando providências quanto a reclamações dos brigadianos que estão trabalhando nos “Territórios da Paz”, reajuste nos valores das diárias e também a formação de uma comissão para debater mudanças no regulamento disciplinar da BM.

A reivindicação levada pela ABAMF ligada aos “Territórios da Paz” diz respeito a carga horária imposta aos brigadianos que trabalham nestas áreas. Os militares estaduais estão numa escala de 12h de trabalho por 6h de descanso. A jornada estafante levará os brigadianos a crise física e psicológica, além de prejudicar os resultados do programa de segurança.

No caso das diárias, a entidade já havia mostrado preocupação com o baixo valor para as despesas com alimentação, deslocamento e estadia. Também a proximidade da Operação Golfinho faz com que a solução tenha que ser encontrada rapidamente. Por isso, a representação dos servidores de nível médio propôs o valor de R$ 100,00.

Com relação ao regulamento disciplinar, a ABAMF já havia manifestado, durante a discussão salarial com o governo, a vontade da categoria de substituir o regulamento por um código de ética. No ofício, a representação dos brigadianos solicita a instalação de comissão para tratar do assunto.

O secretário Airton Michels garantiu que encaminhará os assuntos e dará uma resposta à associação.

NOTA DE REPÚDIO CONTRA ATITUDE DE CORONEL DA PARAIBA.

Constrangimento cometido pelo Cel Washington França da Silva


A ASSOCIAÇÃO DE CABOS E SOLDADOS DA POLÍCIA MILITAR E BOMBEIRO MILITAR DO ESTADO DA PARAÍBA - ACSPMBM/PB, tendo em vista os atos praticados pelo Coronel Washington França da Silva contra soldado da PM/PB, humilhando-o na presença de sua esposa, acusando-o de porte ilegal de arma e removendo-o a Central de Polícia, fatos amplamente divulgados na impressa vem, publicamente e veementemente, REPUDIAR a conduta inapropriada e desrespeitosa do Oficial que representa o sub-comando da PM/PB, em detrimento de um Praça que acabara de passar a noite em serviço.

REPUDIA, igualmente, a nota por ele veiculada, onde tenta inverter os fatos noticiados, alegando, inclusive, que a arma portada pelo Soldado não era registrada, o que não se traduz em verdade.

Por outra banda, mesmo que o dito Soldado tivesse praticado qualquer infração, nada justificaria o destempero do Subcomandante Geral, para denegrir sua imagem, chamando-o de maltrapilho, com botas sujas e roupa amassada, haja vista que somente aqueles que, realmente, trabalham sujam as botas e amassam as roupas.

Por estas razões, a ACSPMBM/PB pugna pela apuração dos atos praticados, com as conseqüentes medidas pertinentes à espécie.



ACSPMBM/PB
Presidência

terça-feira, 8 de novembro de 2011

SUBCOMANDANTE DA PM DE PARAIBA É ACUSADO DE HUMILHAR SOLDADO NO COMANDO GERAL.

Subcomandante da PM é acusado de humilhar soldado no Comando Geral
Humilhações teriam ocorrido na frente da esposa do soldado


Mais uma crise interna está ocorrendo na Polícia Militar da Paraíba. Desta vez o subcomandante geral, o coronel Washington, está sendo acusado de humilhar o soldado, identificado como Ademar, lotado no 5º BPM, dentro do Comando Geral da PM, no final da manhã desta segunda-feira, 7. As humilhações teriam ocorrido na frente da esposa do soldado.
O fato teria causado um grande mal estar na cúpula da PM, com vários coronéis, ficando extremamente revoltados com a atitude do subcomandante.
Segundo uma fonte do WSCOM Online, tudo começou quando o soldado Ademar, saiu do serviço na manhã desta segunda, após mais uma noite de serviço, e aproveitou para passar no Comando Geral da PM para trocar sua identidade funcional.
Chegando ao Comando Geral, Ademar, que estava com as botas sujas e a roupa amassada, foi abordado pelo Coronel Washington, que teria lhe perguntado por que estava todo maltrapilho. Ademar por sua vez explicou que estava saindo do trabalho e aproveitou o tempo livre para trocar sua identidade funcional.
Irritado, o coronel Washington perguntou de quem era a arma que ele estava usando, se do quartel ou própria, e Ademar respondeu que era de um amigo policial. Coronel Washington perguntou se a arma tinha registro e o policial disse que não, assim o coronel disse que ele seria autuado por porte ilegal de arma e ordenou que subalternos o levassem para a Central de Polícia.
Após o fato, cinco coronéis, inclusive, o coronel Sousa Neto, comandante do 5º BPM, portanto chefe direto de Ademar, tentou intervir, mas ninguém conseguiu demover o coronel Washington de autuá-lo.
Revoltados com a atitude do coronel Washington, vários policias, que preferem não revelar os nomes temendo retaliações, acusaram-no de ser extremamente arbitrário e rude no trato com os colegas de corporação.
Um sargento disse que Washington não é exemplo de nada, pois responde a três processos disciplinares e não poderia sequer ocupa o cargo de subcomandante. A fonte revelou ainda que Coronel Washington é inimigo pessoal do Coronel Euler Chaves, comandante geral da PM.
O sargento finalizou que o episódio de hoje é lamentável, pois o soldado Ademar foi humilhado na frente da esposa e da corporação. “O soldado Ademar é um ótimo profissional, nunca fez nada de errado e o mais absurdo de tudo é que está sendo atuado, por que estava armado dentro do quartel. Onde já se viu isso”, indagou.
O soldado Ademar foi levado em uma viatura para a Central de Policia, mas depois removido para a 2ª DD, onde foi autuado por porte ilegal de armas.
Após ser autuado na 2ª DD, o delegado teve complacência do soldado e aplicou fiança mínima de R$ 190, mas Ademar não tinha condições de pagar e ficaria preso. Comovidos com a situação do colega, própria guarnição, que conduziu Ademar detido para delegacia, fez uma cota e pagou a fiança.
Ademar teme peder uma promoção que está prestes a sair devido ao ocorrido.


Da redação
WSCOM Online

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

A ESTÉTICA DA MORTE E A SEGURANÇA PÚBLICA.

A estética da morte e a segurança pública

Tarso Genro

A questão da segurança pública vem atormentando a sociedade há décadas. Na minha época de guri, em São Borja e Santa Maria, um arrombamento de residência era um caso gravíssimo e os homicídios eram bem raros. A sociedade era mais simples, o estímulo ao consumismo era quase irrelevante e a vida urbana - lá pelos idos de 1950 e 1960 - era bem mais calma. Mais de 60% da população brasileira ainda morava no campo. Nos últimos 30 anos, uma urbanização acelerada e a concentração de famílias nas grandes regiões metropolitanas não foram acompanhadas de um aumento na oferta dos serviços públicos de saúde, educação e segurança. Melhorou o nível de vida médio da população, mas aumentaram os contrastes e as desigualdades. O estímulo ao consumismo e à aparência, criada pela propaganda desenfreada, de que todos "são iguais perante o consumo", combinados com a estética da morte e da violência - nos enlatados da televisão - ajuda a dissolver a organização familiar como centro "planejador" do consumo e da valorização da vida comunitária. É martelado, também, a toda hora, pelos órgãos de comunicação (e é verdadeiro), o desrespeito total ao direito de viver: pelo terrorismo, pelas invasões que visam a "reestabelecer a paz" (na verdade o controle das jazidas petrolíferas), para consagrar os novos gerentes ocidentais nas ex-colônias. A vida não vale um níquel, e na invasão do Iraque a mídia mundial semeou a falsidade da existência de bombardeios "limpos", ou seja, que não atingiam a população civil. Durante o reinado do presidente Bush, a tortura foi naturalizada e legitimada e, pelo que se sabe, não há nenhuma ordem de prisão internacional contra ele. A estética da morte ronda o nosso cotidiano.

Para combater o crime e reduzi-lo a proporções mais aceitáveis é preciso mais policiamento, mais tecnologia, métodos de investigação mais avançados, melhores salários e condições de trabalho para os nossos policiais. Também o uso de tecnologias informacionais para combater os delitos e, ainda, combate à corrupção e à delinquência dentro dos próprios órgãos estatais. Estamos aumentando, significativamente, para o próximo ano - nosso primeiro orçamento - recursos para mais pessoal, melhores estruturas materiais e melhores salários, principalmente nas áreas de educação, segurança e saúde pública. Isso é uma resposta importante, mas ainda banal para combater a insegurança. A segurança pública pode e vai melhorar, mas como se diz nas conversas descontraídas, o "furo é mais embaixo"... O que, na verdade, pode reduzir muito a criminalidade, não apenas um pouco? O que pode, por exemplo, reduzir pela metade os homicídios e os delitos acompanhados de violência, para reduzir drasticamente a insegurança em qualquer território? A resposta é simples, mas a execução é complexa. Ela significa cortar as veias alimentadoras da criminalidade junto à juventude, gerar uma cultura de paz e de valorização da vida, na contramão dos estímulos atuais, para isso contando com a colaboração da própria mídia e das redes sociais.

Promover um sistema prisional que puna e recupere, ter projetos de oportunidades reais de ascensão educacional, cultural e social, para os jovens da classe média, da baixa classe média e das classes populares em geral, principalmente nos locais de maior violência. Parece fácil, mas não é, pois muda o modelo atual de estanquidade entre ações sociais - educacionais e de saúde pública - e ações de polícia. Isso exige uma colaboração direta e articulada entre município, Estado e União. É um trabalho de médio e longo prazo, o único que pode mudar em profundidade a segurança, que passa a ser um sistema de intervenção social e policial, combinado. Um sistema que melhora o combate ao crime, no presente, e promove a cultura e as condições sociais que atacam a criminalidade que já está desenhada para o futuro. O combate meramente policial ao crime deixa o campo aberto para as quadrilhas de todos os tipos "renovarem a sua mão de obra" junto aos jovens, o que elas fazem logo após as prisões dos criminosos (a maioria jovens), que já estão em operação.

O trabalho preparatório para esta mudança no sistema de combate ao crime e de melhoria profunda na segurança, para reduzir fortemente a criminalidade, dura pelo menos dois anos. Exige uma mudança de mentalidade dos gestores públicos e do próprio aparelho policial. Isso ocorre e vai continuar ocorrendo nas experiências positivas (ainda incompletas) nas UPPs do Rio, no bairro Guajuviras em Canoas, em Passo Fundo, São Leopoldo, no sistema integrado de monitoramento por câmeras na BR-116 e no sistema de videomonitoramento do Litoral Norte. O Brasil iniciou uma mudança profunda de paradigma na segurança pública, com o Pronasci (Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania - Lei 11530/07), que na nossa versão gaúcha é chamado de Proesci (Programa Estadual de Segurança com Cidadania). Estou convencido que este é o rumo que deve ser mantido e paulatinamente aperfeiçoado: a melhoria imediata da segurança, através da qualificação da ação policial no presente, é totalmente compatível com uma estratégia completa de mudança das políticas de segurança, visando ao futuro.

Combinar melhores polícias e melhor policiamento, com o "corte das veias alimentadoras da criminalidade" não é uma "receita". É uma estratégia, que implica promover uma duradoura cultura de paz e de oportunidades para os jovens. Buscar um acordo com a mídia sobre essas políticas é chave para que tudo dê certo, pois através dela é que flui, ou uma cultura da morte ou uma cultura da vida e da paz. Não se trata nem de manipular informações ou fatos delituosos para dizer que "já está melhorando", nem de sonegar índices. Trata-se de saber conscientemente qual das culturas queremos promover: a da morte ou a da vida? Entendo que é melhor para todos, indistintamente, promovermos a cultura da paz e da vida.

Governador do Estado



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