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quinta-feira, 21 de julho de 2011

o corporativismo policial militar como empecilho á melhoria dos serviços de segurança.

O corporativismo policial militar como empecilho à melhoria dos serviços de segurança e de prevenção e salvamento
Postado por abamfbm on julho 19, 2011 in Geral, Todas notícias | 7 Comentarios
O corporativismo estreito das instituições militares e policiais no Brasil vem prejudicando há muito o aperfeiçoamento da qualidade dos serviços de segurança prestados à população. Em nome da autonomia de suas corporações, mas na verdade para alimentar rixas históricas e afirmações de especificidades que só servem para preservar pequenos privilégios, a polícia civil e a militar, cada uma do seu lado, insistem em manter separadas organizações e funções que se encontram integradas em todo o mundo desenvolvido.
Resquício do poder militar do período ditatorial mantém-se ainda, no Brasil, a existência de uma Polícia Militar – cujo bairrismo e conservadorismo gaúcho insistem em continuar denominando de Brigada Militar – separada do polícia civil. Cada uma destas polícias mantém atribuições e competências distintas e somente a muito custo se integram na condução das ações policiais.
Concebida para exercer funções ostensivas, de intimidação ao crime e às transgressões, a polícia militar empunha armas e traja um fardamento característico. Concebida para exercer funções investigativas, a polícia civil, dita judiciária, não exibe armamentos nem uniforme e tem a atribuição de instaurar inquéritos e de encaminhá-los ao Poder Judiciário. Na prática, o que ocorre é muito diferente: ambas as polícias fazem inquéritos que, no entanto, são refeitos, quase sempre, pelo Poder Judiciário.
Nos países de democracia avançada e com serviços públicos de qualidade, incluindo-se os de segurança, existe apenas uma polícia, subordinada ao poder judiciário e agindo em cooperação com ele. As funções ostensivas são exercidas pelos policiais fardados e somente um inquérito é elaborado em conjunto com o Poder Judiciário. Os ganhos de competência e agilidade são imensos e eliminam-se também as disputas e as rixas rotineiras onde as polícias se mantém separadas.
No Brasil, ao contrário, a força do corporativismo policial retrógrado e o temor de enfrentar os velhos conceitos militares é tal que, além da divisão descabida, mantêm-se unidas ainda hoje, em alguns estados, instituições cujas funções não apresentam mais qualquer afinidade, pelo simples fato de que, historicamente, mantiveram-se unidas. É o caso do Corpo de Bombeiros e da Polícia (Brigada) Militar.
Em apenas quatro estados do país, dentre os quais o Rio Grande do Sul (além da Bahia, de São Paulo e do Paraná), permanecem unidas as corporações da polícia militar e a dos bombeiros. Nestes quatro estados, os bombeiros encontram-se subordinados em suas ações às determinações e ao comando da polícia militar. Desde 1988, com a Constituição Cidadã, os estados federados foram separando as duas instituições e determinando funções específicas para cada uma delas. Ganhou-se competência e efetividade nas ações em todos os lugares onde isto aconteceu.
No Rio Grande do Sul a divisão é quase um tabu. Não se deve tocar no assunto, nem mesmo quando o governo sinaliza disposição para discutir a questão e a população se manifesta favoravelmente ao desmembramento. Assunto mais votado entre os propostos aos internautas na estréia do Gabinete Digital do governo do Estado, do que resultou uma manifestação do governador Tarso Genro no sentido de que se deveria estudar o significado da autonomia dos Bombeiros, instalar um grupo de trabalho para tratar do tema e, posteriormente, editar um decreto para solucionar o debate, o comandante da Brigada Militar, ouvido pelo Sul 21, afirmou que a fala do governador foi mal interpretada e que “não há proposta sobre o tema porque nem [se está] tratando do assunto internamente [à Brigada]”.
Mal equipados, já que a maioria das verbas (que são sempre escassas na área de segurança) vai para o policiamento, mal aproveitados, já que os oficiais treinados em atividades de salvamento são destacados para exercer atividades de policiamento ostensivo, os Bombeiros nadam contra a corrente. A Associação dos Bombeiros do Estado do Rio Grande do Sul (Abergs) realiza palestras e promove encontros com a comunidade para expor as vantagens da separação entre Bombeiros e Policiais Militares.
Parece lógico (e talvez seja até evidente) que as funções de policiamento ostensivo e de salvamento são distintas e muito pouco complementares. Parece lógico (e quem sabe evidente) que as funções de salvamento (e de prevenção) devam ser exercidas por uma instituição criada e mantida especificamente para este fim. Parece lógico (e evidente) que os Bombeiros devam estar integrados e incorporados à Defesa Civil, como já ocorre em muitos estados brasileiros. Só a obtusidade do corporativismo estreito pode justificar a recusa da análise isenta e da discussão aberta do assunto. Dos dois assuntos, aliás, da separação dos bombeiros e da integração das polícias.
Fonte: Sul21
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7 Responses
Bruce Lee
julho 19, 2011 às 7:37 pm
Concordo plenamente, a separação entre as duas instituições seria a melhor solução, antes te incorporar a Brigada Militar, era bombeiro voluntário, e parte das viaturas que os bombeiros possuem hoje é graças a doações da central do dízimo, e o estado nada manda para eles, assim também com a separação, iriam mais recursos para o policiamento ostensivo, mas o mais importante de tudo é que necessitamos de um aumento consideravel a todos os militares da nossa Brigada Militar!!!
Pec 300 já, e ao Exmo Sr. Tarso Genro, tenho certeza que ele em breve, valorizará o verdadeiro valor dos seus heróis gaúchos…
Responder JORGE CORRÊA
julho 19, 2011 às 10:27 pm
Há uma sugestão interessante em subordinar as Polícias ao Poder Juduciário, teríamos um Cmt Geral Técnico na gestão da segurança pública e não um robozinho político nas mãos do Governador. Enxugaríamos a BM satisfazendo o desejo dos Bombeiros de se tornarem independentes colocando-os subordinados a Defesa Civil. Aposto que seríamos melhor tratados pelo Poder judiciário, inclusive salarial
Evidentemente deveríamos ter um bom representante no Congresso Nacional para mudarmos a Constituição Federal para também criarmos um orçamento próprio assim como educãção e saúde.
Responder pedro
julho 20, 2011 às 4:21 am
TENHO ORGULHO DE SER GAUCHO HAHAHAH
Responder odegar mendes raymundo
julho 20, 2011 às 10:03 am
Não é de hoje que nos referimos a policia militar do RS como uma referência nacional dentre as instituições do mesmo gênero no cenário nacional brasileiro, o que entristece é saber que esta simbologia historicamente construída é fruto da miserabilidade dos milhares de homens e mulheres que viveram, morreram e ausentaram-se sem serem devidamente valorizados pelos seus atos heróicos, tudo porque os louros da gloria foram atribuídos a uma elite incapaz de admitir que, uma estrutura só se sustenta pelas bases fortes. Infelizmente a população gaucha está percebendo da pior forma que, esta construção histórica esta ruindo, pois a base da pirâmide não agüenta mais sustentar o topo cravejado por ouro de tolos.
Responder Eduardo Prado
julho 20, 2011 às 3:04 pm
A unificação das polícias e subordinação ao pode judiciário independe do acordo entre coronéis e delegados, depende sim da boa vontade do poder executivo em quebrar este ciclo maldito de que a policia militar gaucha (brigada) é melhor que as demais policias do pais. Esse estigma só enfatiza e da munição aos oficiais superiores, donos da brigada, a discordar da unificação. Trouxemos dos EUA proerd, policia comunitária e outros projetos porém o que interessa a nós, praças, uma policia unica, ninguém se manifesta. Unificação já.
Responder Sandro Fortes.
julho 20, 2011 às 7:55 pm
Ser policial no RS está se tornando cada vez mais difícil, alguém me explica um agente da Susepe ganhar tanto mais que um PM (se comparar as funções fica mais palhaçada ainda), e o sálario mais baixo do Brasil talvez se explique também pelo nome diferente, porque só nós não somos chamados de Polícia Militar como os outros 26 estados do país.
Esta conversa que a BM é a melhor PM do Brasil é uma baita conversa fiada, a muito tempo já não é a primeira.
Responder Sandro
julho 21, 2011 às 3:43 am
Meus parabéns ao autor deste artigo, pois se ele fosse secretario de segurança, com certeza teriamos uma policia de verdade e deixariamos de ser massa de manobra do governo, realmente o que vem acontecendo a décadas é a busca de espaço e atribuições, pois a cúpula da BM e PC, cada qual almejam buscar mais atribuições e ocupar o espaço da outra, onde quem sai perdendo é a comunidade, pra quem não sabe? dentro destas instituições não existe a troca de informações, operações conjuntas, cada policia quer produzir mais, uma investiga as atividades crimianis que estão acontecendo na cara dos PMs, mas não avisam para a BM não atrapalhar a investigação, pois quando avisa tal atividade, a BM vai lá e prende o pequeno e leva o mérito, neste caso a PC oculta suas diligências.
Responder Responder

POLICIAIS REIVIDICAM NO PIRATINI. EM BUSCA DE AUMENTO SALARIAL.

Policiais reivindicam no Piratini
Postado por abamfbm on julho 21, 2011 in Seg. Pública, Todas notícias | 7 Comentarios
Grupo de servidores da Polícia Civil e da Brigada Militar tomou o saguão do Palácio para pressionar por aumento salarial

Cerca de 100 policiais civis e militares tomaram o saguão do Palácio Piratini, ontem à tarde, com a intenção de conseguir uma audiência com o governador Tarso Genro para obter uma resposta quanto à questão salarial. A movimentação dos manifestantes, todos diretores – na Capital e no Interior -, da Ugeirm (Sindicato dos Escrivães, Inspetores e Investigadores de Policia do RS), Associação dos Sargentos Subtenentes e Tenentes da Brigada Militar (ASSTBM) e Associação Beneficente Antônio Mendes Filho, que congrega cabos e soldados (Abamf) surpreendeu autoridades que chegavam ao Palácio.

Pouco depois, os diretores das três entidades foram recebidos pelo assessor de gabinete de Tarso, Celso Alberici. Ficou acertado, conforme Isaac Ortiz – presidente da Ugeirm -, que nesta quinta-feira as entidades receberão a resposta quanto à data de uma audiência com o governador. “Dependendo da resposta, o bicho vai pegar”, disse Ortiz. Os policiais se concentraram no hall do Palácio, esperando uma audiência com Tarso. Eles disseram ter invadido o local. O Piratini afirma que os sindicalistas apenas entraram na sede do Executivo gaúcho, pois “não haveria necessidade de uma invasão, uma vez que sempre são recebidos pelo governador”.

As entidades já têm um calendário de mobilização no interior do Estado, que culminará com uma passeata em Porto Alegre. No início da tarde, no plenarinho da Assembleia, houve uma reunião dos conselhos das associações de classe, com participação só dos diretores. O tema discutido foi o piso das duas entidades, que em 2014 chegaria a R$ 3,5 mil. “Reivindicamos aumento de 25% ainda este ano e retroativo a março passado”, disse o presidente da ASSTBM, Alex Caiel. “Também queremos mudança na matriz salarial e a definição de um calendário dos aumentos, até atingir os R$ 3,5 mil”, ressaltou.

Outras reivindicações são aposentadoria especial e criação de novas vagas para promoções. Conforme Ortiz, há cerca de 20 dias as associações entregaram um documento ao governador sobre a questão salarial, e ontem foram cobrar a resposta. “Não houve proposta de reajuste até o momento”, cobrou Ortiz.



Correio do Povo
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7 Responses
SD Queiroz
julho 21, 2011 às 2:26 pm
Estou com vocês e não abro. Pode me convocar para esta reevidicação,muito boa a ação das associações de classe da brigada militar .
Responder airton
julho 21, 2011 às 3:44 pm
porque meu risco de vida vale menos que o de um coronel da bm?
sera que minha vida tem menos importancia?porque os risco de vida nao e igual para todos ? diferenciando apenas no salario basico.
Responder PM mal pago
julho 21, 2011 às 8:19 pm
Deve ser pelo risco da cafeteira dele pegar fogo ou o ar condicionado quebrar.
Responder carlos
julho 21, 2011 às 6:50 pm
Um grande abraço para todos esses colegas que nos representaram nesa visita ilustrea ao governador. Esperamos que nos receba com boas noticias .
Abraço!
Responder junior
julho 21, 2011 às 8:01 pm
parabéns colegas estou com vocês preparado pra o que der e vier.
Responder Gerson
julho 21, 2011 às 8:03 pm
MOBILIZAÇÃO TOTAL JÁ. CHEGOU A HORA DE VERMOS SE O NOSSO GOVERNADOR TEM PALAVRA OU NÃO. POR DIVERSAS VEZES CITOU, DURANTE CAMPANHA, QUE O RS NÃO NECESSITÁRIA DA PEC 300, LEMBRAM. NÃO ESQUECEREMOS SUAS PALAVRAS GOVERNADOR. CHEGOU A HORA DA VALORIZAÇÃO DOS PROFSSIONAIS DA SEGURANÇA PÚBLICA. MOBILIZAÇÃO TOTAL JÁ.
Responder sd mumbach
julho 21, 2011 às 8:55 pm
pq as diarias são diferentes? sabendo que diarias são ajuda financeiras para suprir necessidades de alimentação e alojamento, e porque um superior precisa comer e durmir melhor que um soldado? as diarias deverião ser iguais pra todos.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

ENTIDADES DECIDEM MOBILIZAR CATEGORIAS POR AUMENTO.

Entidades decidem mobilizar categoria por aumento
Postado por abamfimprensa on julho 20, 2011 in Notícias ABAMF, Todas notícias | 2 Comentarios
Reunião realizada na tarde de 20 de julho, no Plenarinho da Assembleia Legislativa, decidiu que policiais militares e civis farão movimento unificado de protesto contra os baixos salários em várias cidades do RS. Ficou definido que será encaminhada ao governador, Tarso Genro, a pauta de reivindicações, onde consta: aumento de 25% retroativo a março de 2011, sendo que o mês passa a ser data-base da categoria, carreira única, incremento de R$ 400 milhões na matriz salarial, entre outras. Os servidores da segurança


Brigadianos mostraram o descontentamento com o salário no Palácio Piratini

Manifestantes buscaram resposta ao pedido de audiência com o governador
também deixaram claro que não aceitarão qualquer proposta que quebre a paridade entre ativos e inativos.

O encontro teve a participação da ABAMF e dos presidentes e vice-presidentes de Regionais do interior do estado e conselheiros. Também marcaram presença a ASSTBM e UGEIRM. Todos os pontos que serão reivindicados passaram por votação, sendo aprovados por maioria absoluta.

Nos discursos os presidentes das representações foram categóricos em afirmar que a luta é específica: melhoria salarial. O líder da ABAMF disse que haverá mobilizações regionalizadas, culminando com uma grande manifestação na capital. Já o presidente da Regional Uruguaiana, Clemente, acredita que o governo pode dar aumento num curto prazo, dependendo somente dos cálculos do impacto financeiro. Já o líder da Regional Santa Cruz do Sul, João Kroth, disse que o governo só depende de vontade política para retirar os salários dos policiais da condição de pior do Brasil.

Logo após o final do encontro, o presidente da ABAMF, Leonel Lucas, da UGEIRM, Isaac Ortiz, e o vice-presidente da ASSTBM, Olivo, juntamente com os participantes da reunião foram até o Palácio Piratini cobrar o pedido de audiência encaminhado ao governador e que estava sem resposta. Foram recebidos pelo assessor especial do governador, Celso Alberici, que garantiu resposta a solicitação amanhã.



Por: Paulo Rogério N. da Silva Mtb 7355/RS


Leonel Lucas no início da reunião na Assembleia Legislativa

Representantes dos policiais lotaram o Plenarinho



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2 Responses
Márcio
julho 20, 2011 às 7:32 pm
Agora começamos pelo caminha certo. As duas forças juntas para revendicar algua coisa…
Abraço
Responder Manoel
julho 20, 2011 às 8:12 pm
Vamos la companheiros, se não for assim, com pressão o camarada da casa grande não vai se mexer. Sou totalmente a favor de movimentação já.
Responder O seu comentário está aguardando moderação.

SGT RR ALDO VARGAS
julho 20, 2011 às 9:33 pm
E ISSO MESMO JUNTANDO FORÇAS DAS POLICIAS CIVIS E MILITARES E QUE VAMOS CHEGAR A ALGUMA COISA CONCRETA E CERTA MNAIS NÃO DEVEMOS TER MEDO E O PELOTÃO DE CHOGUE QUE FIQUE NA DELES AFINAL ELES SÃO POLICIAIS SÃO OU NÃO SÃO OU SERA QUE ELES SÃO ALGUMA POLICIA DA CIA DOS ESTADOS UNIDOS KGB ETC
Responder Responder

GOVERNO COLOCA PELOTÃO DE CHOQUE PARA RECEBER OS POLICIAIS MILITARES DO RS QUE PEDEM VALORIZAÇÃO SALARIAL.

Governo Coloca pelotão de choque para receber Brigadianos que pedem valorização salarial
Postado por abamfbm on julho 20, 2011 in Geral, Todas notícias | 1 Comentario
Confira notícia veiculada em ZERO HORA

Policiais em campanha salarial exigem audiência com o governador Tarso Genro
Grupo foi até o Palácio Piratini após reunião na Assembleia Legislativa

Integrantes de três associações de classe da Polícia Civil e Brigada Militar do Rio Grande do Sul exigiram, na tarde desta quarta-feira, uma audiência com o governador Tarso Genro. Os representantes das categorias, que estão em campanha salarial, foram até o Palácio Piratini, após uma reunião no Plenarinho da Assembleia Legislativa.

As três instituições que exigem reajuste salarial são o Ugeirm (Sindicato dos Escrivães, Inspetores e Investigadores de Policia do Rio Grande do Sul), ASSTBM (Associação dos Sargentos Subtenentes e Tenentes da Brigada Militar) e ABAMF (Associação Beneficente Antonio Mendes Filho). A categoria quer reconhecimento da aposentadoria especial e criação de novas vagas para promoção.

Segundo o Ugeirm, uma paralisação havia sido marcada para junho, mas foi suspensa, depois que o governo se comprometeu a cumprir dois itens da pauta. No entanto, não houve formulação de proposta de reajuste até o momento, dizem os policiais.

O grupo recebeu da assessoria do governador a informação de que, na quinta-feira, será definida uma data para a audiência com os representantes das três categorias para dar continuidade à negociação.

Na reunião desta tarde, as entidades de classe definiram um calendário de mobilizações conjuntas pelo interior do Estado. Uma assembleia geral está prevista ao final das reuniões nos polos regiões, onde poderá ser definida uma próxima paralisação.

ZERO HORA


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Comentários
PM mal pago
julho 20, 2011 às 8:13 pm
Temos o tratamento que merecemos, pois ações fracas por anos fizeram com que perdesemos o respeito por parte dos governos, e agora será dificil virar esse quadro, somos aquele cachorinho que late e não morde.
Responder Responder

terça-feira, 19 de julho de 2011

ESTE É O RIO GRNADE ONDE AS POLICIAS MULITARES TEM O PIOR SALARIO DO BRASIL, AQUI SÓ SÃO BEM PAGOS OS OFICIAIS DA PM.

ESTE É O RIO GRANDE DO SUL
Postado por abamfbm on julho 19, 2011 in Geral, Todas notícias | 5 Comentarios
O Estado que paga o pior salário do Brasil, onde seu Governador eleito não cumpriu sua promessa de valorizar o policial , como se não bastasse, aumentou desconto de previdência.

Este é nosso estado, o PIOR DO BRASIL PARA SER UM POLICIAL




Iraí



Caxias do Sul

Caxias do Sul

Santa Maria

Santa Maria

Livramento

Vacaria

Caxias do Sul
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5 Responses
lopez
julho 19, 2011 às 7:16 pm
Muito boa iniciativa, parabenizo os camaradas de farda pela indignação e por não ficar de braços cruzados, no entanto, peço aos nossos dirigentes de associação que decretem de uma vez por todas o estado de greve, que não quer dizer necessáriamente que iremos parar, mas que vai virar manchete nacional e dai, bom dai, talvez isso passe a preocupar o Sr Governador, porque infelizmente ele dificilmente transita pelos locais onde estão as faixas, afinal de contas quem pode anda de helicóptero e jatinho não é mesmo? de carro, suado, cansado, visitando cidades no interior e abraçando praças com promessas vazias, isso meus amigos, isso só de 4 em 4 anos… ou seja 2014 é a proxima janela…

abraço

Responder Rodrigo Varela
julho 19, 2011 às 8:28 pm
Alguém deveria confeccionar camisetas com esses dizeres e vender para a população assim começaria a se espalhar a propaganda da pec 300 como se fosse um vírus.Façam greve pois não dá pra aceitar esse salário miserável.

Responder Cristian Rodrigues
julho 19, 2011 às 9:14 pm
Muito boa essa idéia!!!

Responder edison guimarães
julho 19, 2011 às 8:55 pm
muito boa idéia a das faixas, mas as camisetas com os dizeres é bem melhor to dentro, vamos a o levante dentro da legalidade daí a população estará do nosso lado, vamos espraiar nossa indignação companheirada……..não é asssim que eles chegaram a o poder um abraço a todos colegas e fiquem com DEUS.

Responder Gerson Luiz Costa
julho 19, 2011 às 9:22 pm
DEVEMOS DISSEMINAR ESTAS FAIXAS. NAS RESIDÊNCIAS,ASSOCIAÇÕES, CONDOMÍNIOS, COLABORADORES, RÁDIOS. DEVEMOS, SIM, DECLARAR ESTADO DE GREVE, POIS É SOMENTE DESTA MANEIRA QUE OS POLITICOS ENTENDEM.
“MELHORES SALÁRIOS JÁ”.

Responder O seu comentário está aguardando moderação.

SGT RR ALDO VARGAS
julho 19, 2011 às 11:18 pm
AQUI NESTE RIO GRNANDE ONDE GANHAMOS OS PIORES SALARIOS, E AQUI QUEM E BEM PAGO SÃO OS OFICIAIS DA POLICIA MILITAR QUE ESTAÕA COM SALARIO ACIMA DE 10.000 MIL REAIS E OUTROS CHEGAM GANHAR ATÉ VINTE MIL REAIS POR MES ASSIM NUNCA OS PRAÇAS VÃO CONSEGUIR TER UM BOM SALRIO DECENTE CORRETO EJUSTO, SABE PORQUE ELES GANHAM TÃO BEM POR CAUSA QUE ELES DESENPENHAM OUTRA FUNÇÃO QUE NÃO E DE POLICILA MILITAR.

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O COPORATIVISMO POLICIAL MILITAR.

O corporativismo policial militar como empecilho à melhoria dos serviços de segurança e de prevenção e salvamento
Postado por abamfbm on julho 19, 2011 in Geral, Todas notícias | 2 Comentarios
O corporativismo estreito das instituições militares e policiais no Brasil vem prejudicando há muito o aperfeiçoamento da qualidade dos serviços de segurança prestados à população. Em nome da autonomia de suas corporações, mas na verdade para alimentar rixas históricas e afirmações de especificidades que só servem para preservar pequenos privilégios, a polícia civil e a militar, cada uma do seu lado, insistem em manter separadas organizações e funções que se encontram integradas em todo o mundo desenvolvido.
Resquício do poder militar do período ditatorial mantém-se ainda, no Brasil, a existência de uma Polícia Militar – cujo bairrismo e conservadorismo gaúcho insistem em continuar denominando de Brigada Militar – separada do polícia civil. Cada uma destas polícias mantém atribuições e competências distintas e somente a muito custo se integram na condução das ações policiais.
Concebida para exercer funções ostensivas, de intimidação ao crime e às transgressões, a polícia militar empunha armas e traja um fardamento característico. Concebida para exercer funções investigativas, a polícia civil, dita judiciária, não exibe armamentos nem uniforme e tem a atribuição de instaurar inquéritos e de encaminhá-los ao Poder Judiciário. Na prática, o que ocorre é muito diferente: ambas as polícias fazem inquéritos que, no entanto, são refeitos, quase sempre, pelo Poder Judiciário.
Nos países de democracia avançada e com serviços públicos de qualidade, incluindo-se os de segurança, existe apenas uma polícia, subordinada ao poder judiciário e agindo em cooperação com ele. As funções ostensivas são exercidas pelos policiais fardados e somente um inquérito é elaborado em conjunto com o Poder Judiciário. Os ganhos de competência e agilidade são imensos e eliminam-se também as disputas e as rixas rotineiras onde as polícias se mantém separadas.
No Brasil, ao contrário, a força do corporativismo policial retrógrado e o temor de enfrentar os velhos conceitos militares é tal que, além da divisão descabida, mantêm-se unidas ainda hoje, em alguns estados, instituições cujas funções não apresentam mais qualquer afinidade, pelo simples fato de que, historicamente, mantiveram-se unidas. É o caso do Corpo de Bombeiros e da Polícia (Brigada) Militar.
Em apenas quatro estados do país, dentre os quais o Rio Grande do Sul (além da Bahia, de São Paulo e do Paraná), permanecem unidas as corporações da polícia militar e a dos bombeiros. Nestes quatro estados, os bombeiros encontram-se subordinados em suas ações às determinações e ao comando da polícia militar. Desde 1988, com a Constituição Cidadã, os estados federados foram separando as duas instituições e determinando funções específicas para cada uma delas. Ganhou-se competência e efetividade nas ações em todos os lugares onde isto aconteceu.
No Rio Grande do Sul a divisão é quase um tabu. Não se deve tocar no assunto, nem mesmo quando o governo sinaliza disposição para discutir a questão e a população se manifesta favoravelmente ao desmembramento. Assunto mais votado entre os propostos aos internautas na estréia do Gabinete Digital do governo do Estado, do que resultou uma manifestação do governador Tarso Genro no sentido de que se deveria estudar o significado da autonomia dos Bombeiros, instalar um grupo de trabalho para tratar do tema e, posteriormente, editar um decreto para solucionar o debate, o comandante da Brigada Militar, ouvido pelo Sul 21, afirmou que a fala do governador foi mal interpretada e que “não há proposta sobre o tema porque nem [se está] tratando do assunto internamente [à Brigada]”.
Mal equipados, já que a maioria das verbas (que são sempre escassas na área de segurança) vai para o policiamento, mal aproveitados, já que os oficiais treinados em atividades de salvamento são destacados para exercer atividades de policiamento ostensivo, os Bombeiros nadam contra a corrente. A Associação dos Bombeiros do Estado do Rio Grande do Sul (Abergs) realiza palestras e promove encontros com a comunidade para expor as vantagens da separação entre Bombeiros e Policiais Militares.
Parece lógico (e talvez seja até evidente) que as funções de policiamento ostensivo e de salvamento são distintas e muito pouco complementares. Parece lógico (e quem sabe evidente) que as funções de salvamento (e de prevenção) devam ser exercidas por uma instituição criada e mantida especificamente para este fim. Parece lógico (e evidente) que os Bombeiros devam estar integrados e incorporados à Defesa Civil, como já ocorre em muitos estados brasileiros. Só a obtusidade do corporativismo estreito pode justificar a recusa da análise isenta e da discussão aberta do assunto. Dos dois assuntos, aliás, da separação dos bombeiros e da integração das polícias.
Fonte: Sul21
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2 Responses
Bruce Lee
julho 19, 2011 às 7:37 pm
Concordo plenamente, a separação entre as duas instituições seria a melhor solução, antes te incorporar a Brigada Militar, era bombeiro voluntário, e parte das viaturas que os bombeiros possuem hoje é graças a doações da central do dízimo, e o estado nada manda para eles, assim também com a separação, iriam mais recursos para o policiamento ostensivo, mas o mais importante de tudo é que necessitamos de um aumento consideravel a todos os militares da nossa Brigada Militar!!!
Pec 300 já, e ao Exmo Sr. Tarso Genro, tenho certeza que ele em breve, valorizará o verdadeiro valor dos seus heróis gaúchos…
Responder JORGE CORRÊA
julho 19, 2011 às 10:27 pm
Há uma sugestão interessante em subordinar as Polícias ao Poder Juduciário, teríamos um Cmt Geral Técnico na gestão da segurança pública e não um robozinho político nas mãos do Governador. Enxugaríamos a BM satisfazendo o desejo dos Bombeiros de se tornarem independentes colocando-os subordinados a Defesa Civil. Aposto que seríamos melhor tratados pelo Poder judiciário, inclusive salarial
Evidentemente deveríamos ter um bom representante no Congresso Nacional para mudarmos a Constituição Federal para também criarmos um orçamento próprio assim como educãção e saúde.
Responder

segunda-feira, 18 de julho de 2011

policia militar do rs e policia civil passam receber armas.

Brigada Militar e Polícia Civil passam a receber armas
Postado por abamfbm on julho 18, 2011 in Geral, Todas notícias | 0 Comentario
RS ganha mais 216 postos para a entrega de armas

Com o reforço, a meta do Rio Grande do Sul é recolher mais de 10 mil armas até o final do ano
A partir de hoje, moradores de municípios desprovidos de delegacias da Polícia Federal poderão entregar armas em suas próprias cidades, com direito ao anonimato e à indenização. A novidade será possível com a integração das polícias Civil e Militar à Campanha Nacional do Desarmamento de 2011, lançada em maio, o que significa a criação de 216 novos postos de recolhimento no Rio Grande do Sul. A meta, com o reforço, é chegar a 10 mil armas recolhidas no Estado até o final do ano.

Conforme levantamento do Ministério da Justiça, de maio até o dia 6 deste mês, 786 armas foram entregues nos postos de recolhimento gaúchos. O Rio Grande do Sul era o quarto Estado em entregas absolutas e o terceiro no ranking que leva em conta as populações. A expectativa, no entanto, é de que o aumento do número de postos mude esse panorama em breve.

– Em poucas semanas pretendemos assumir a liderança do ranking absoluto no país. Até o final do ano, queremos ultrapassar as 10 mil armas recolhidas – deseja Juarez Pinheiro, secretário-adjunto da Segurança Pública.

Para atingir os números projetados pela Secretaria Estadual da Segurança Pública, o Estado conta agora com 231 postos. Além dos que passam a funcionar hoje, os gaúchos podem deixar armas e munições em outros 14 locais já utilizados pela Polícia Federal – 13 delegacias do Interior, mais a Superintendência Regional, em Porto Alegre – e na sede da Superintendência da Polícia Rodoviária Federal, na Capital.

Acréscimo beneficia cidades de porte médio

Os novos espaços estão divididos em 104 delegacias e uma DP móvel da Polícia Civil, além de 63 batalhões e 48 companhias da Brigada Militar, beneficiando cidades de diferentes regiões do Estado, como Itaqui, na Fronteira Oeste, Ijuí, no Noroeste, Tramandaí, no Litoral Norte, Dom Pedrito, na Campanha, e Farroupilha, na Serra, entre outras.

– Em termos de população, passamos a cobrir 70% do Estado, o que deve impulsionar as entregas, já que amplia a abrangência da campanha ao facilitar o acesso do cidadão aos postos – estima Pinheiro.

Para o secretário-adjunto, o acréscimo beneficia em especial moradores de cidades de médio porte, que antes precisavam ir até municípios com delegacia da PF para realizar a entrega:

– É uma estratégia para combater a violência no Estado, diminuir o número de armas circulando e ajudar na queda dos homicídios.

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>Confira a lista dos postos de entrega de armas no RS em www.zerohora.com

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