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quinta-feira, 28 de abril de 2011

A PEC 300 PRECISA DE VOCÊ

A PEC 300 precisa de você
Postado por abamfbm on março 15, 2011 in Geral, Todas notícias | 10 Comentarios
Amigos, encontramos alguém, de renome nacional, senão um dos maiores jornalistas do Brasil, Ricardo Setti, que está fazendo a cobertura da PEC 300 de forma isenta, muito séria. É coisa rara em se tratando da forma que o governo trata de corporativizar as mídias nacionais.
No entanto, chego a entristecer ao ler a quantidade mínima de comentários no artigo que existe em sua coluna sobre a PEC 300. Alegamos que somos mais de 700 mil em todo o Brasil. Até o momento dessa postagem, apenas 32 comentários.
O jornalista Ricardo Setti já narrou em seu blog que fará o acompanhamento da PEC 300. A sua voz abre portas para o nosso clamor. Mas, por favor, incentivem-no. Não custa entrar em seu blog e postar uma mensagem de otimismo para ele, agradecendo, desabafando, contando de nossas angústias em sermos profissionais da segurança pública largados ao completo abandono.
Para reflexão: a postagem mais comentada do jornalista Ricardo Setti tem até agora 1051 comentários. Vamos, pelo menos superar essa marca. Eu já comentei, e você?
PEC-300: emenda que aumenta salário de PMs continua mobilizando deputados
Amigos, como já escrevi anteriormente, há temas em andamento que, por sua relevância, procuro acompanhar com mais frequência, mostrando sua evolução aos leitores da coluna.

Venho fazendo isso com a crescente pressão de deputados de diferentes partidos, inclusive da base do governo, para que o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), coloque em votação – já em segundo turno, depois do que a matéria segue para o Senado – a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) nº 300, de 2008, que equipara os salários dos policiais militares e bombeiros de todos os Estados ao que recebem os PMs do Distrito Federal, os mais bem pagos do país.

Se aprovada pelo Congresso, a PEC faria com que um PM em início de carreira no Rio de Janeiro, por exemplo, pulasse dos menos de 1.500 reais que embolsa por mês, incluindo gratificações, para cerca de 4 mil reais. A Câmara aprovou a proposta, em primeiro turno de votação, em julho do ano passado por avassaladores 349 votos a zero.

Custo para o Tesouro: 40 bilhões de reais

Como já procurei mostrar em posts anteriores, a PEC 300, à qual foram juntadas propostas semelhantes ou afins de outros deputados, cria um fundo de 12 bilhões de reais com percentagens de impostos federais para bancar os custos iniciais da implementação do aumento. Dispõe ainda que caberá ao governo federal complementar os novos salários dos PMs e bombeiros enquanto os Estados, encarregados da segurança pública pela Constituição, não puderem assumir a despesa. Isso tudo, calcula-se, representará um custo de 40 bilhões de reais para o Tesouro.

O pinga-pinga de deputados solicitando formalmente à Mesa da Câmara que se inclua a PEC 300 na Ordem do Dia da Casa – para discussão e votação – é quase diário.

A pressão dos deputados para votar

Três deputados haviam apresentado requerimento no dia 10 do mês passado: dois da oposição – Andreia Zito (PSDB-RJ) e Romero Rodrigues (PSDB-PB) – e um da chamada “base aliada” do governo, Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), autor original da PEC. A eles juntaram-se no dia 17 mais dois deputados aliados do governo, Doutor Ubiali (PSB-SP) e Nilda Gondim (PMDB-PB). Na dia seguinte, pingou mais um requerimento, de outro aliado, Otoniel Lima (PRB-SP). Mais à frente, outros dois, o do governista Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) e do oposicionista Sandro Alex (PPS-PR). Na semana passada, mais quatro, dois governistas – André Moura (PSC-CE) e Oziel Oliveira (PDT-BA) – um da oposição, Francisco Francischini (PSDB-PR), e o supostamente independente Roberto Lucena (PV-SP).

Essa mobilização, que tende a aumentar, aperta os parafusos do presidente da Câmara, aliado do governo, num período em que a presidente Dilma anuncia profundos cortes no Orçamento para fazer frente à disparada da inflação.

O Planalto quer que Maia empurre o quanto puder com a barriga a data da decisão em segundo turno, mas, como se tem visto, cresce a cada dia o número de requerimentos para que se vote logo a PEC, e o presidente da Câmara tem limites para fingir que não existe essa pressão.

Comente, clicando aqui: Jornalista Ricardo Setti


Assista ao vídeo sobre Ricardo setti

quarta-feira, 27 de abril de 2011

LÁ VAI MAIS UMA ENRROLAÇÃO DO GOVERNO CONTRA OS FUNCIONARIO ESTADUAL, DO RS.

Governo já esboçou o projeto para pagar as RPVs. Agora, espera a avaliação da base aliada
Postado por abamfbm on abril 27, 2011 in Geral, Todas notícias | 2 Comentarios
Na manhã desta terça-feira (27), o governo gaúcho e os líderes de partidos da base aliada na Assembleia Legislativa (PT, PSB, PCdoB, PTB e PDT) se reuniram pela primeira vez. Os deputados foram informados sobre os projetos que compõem o Programa de Sustentabilidade Financeira. O Palácio Piratini enviará o pacote para a Assembleia Legislativa no mês de maio. Entre os projetos em elaboração e à espera da apreciação da base aliada está o que trata do pagamento dos precatórios e das Requisições de Pequeno Valor (RPV). O Porgrama também foi discutido em reunião do governador Tarso Genro com os secretários. Ao final da reunião, o governador afirmou: “A reunião do secretariado foi excelente. Um debate qualificado das medidas de sustentabilidade financeira do Rio Grande do Sul.”

O pagamento das Requisições de Pequeno Valor é um dos dilemas enfrentados, atualmente, pelo Governo Tarso. O volume — segundo a líder do governo na Assembleia, deputada Miriam Marroni — triplicou nos últimos sete meses. Isto levou o governo a estudar uma forma de pagar a dívida, sem esvaziar ainda mais o cofre público. O Executivo, no entanto, mantém silêncio sobre o que pretende propor para viabilizar o pagamento de cerca de R$ 11 milhões referentes às RPVs, equivalentes aos precatórios renegociados, em que o Estado paga o teto de 40 salários mínimos. A maior parte desta dívida é com funcionários aposentados e pensionistas, que entraram na Justiça reivindicando o pagamento da chamada Lei Brito.

A Emenda Constitucional nº 62, publicada em 10 de dezembro de 2009, determina que o governo disponibilize o equivalente a 1,5% da Receita Corrente Líquida — RCL para o pagamento dos precatórios. Os valores definidos por lei são depositados mensalmente pelo Tesouro do Estado em duas contas correntes. Em 2010, foram pagos R$ 498 milhões. Para este ano, a previsão é de que serão pagos R$ 314 milhões.

De acordo com a Emenda Constitucional, 50% dos recursos se destinam ao pagamento dos precatórios, que deve ser feito em ordem cronológica, dando preferência aos idosos (mais de 60 anos) e a portadores de doenças graves. Os outros 50% vão para conciliações, leilões e pagamento por ordem crescente de valor.

Nos últimos setes meses cresceu o número de precatoristas que passaram a negociar o valor de seus créditos, entrando na fila dos que aceitam, em vez do valor total a que têm direito, o equivalente a 40 salários minimos. Com isso, deveriam receber o que o Estado lhes deve no prazo máximo de 60 dias. Ricardo Bertelle, assessor jurídico do Sindicato dos Servidores Aposentados e Pensionista do RS, o Sinapers, afirma que a negociação tornou-se uma alternativa para os beneficiários poderem receber os valores a que têm direito ainda em vida, já que os precatórios não vêm sendo pagos desde 1999.

“Os precatórios têm que ser inscritos até 1º de julho de cada ano para terem previsão orçamentária no ano seguinte. As RPVs não. São decididas pela Justiça e devem ser pagas em até 60 dias pela Fazenda”, ressalta Bertelle. Expirado este prazo, sem pagamento, o Poder Judiciário pode sequestrar os valores das contas do estado. Segundo Bertelle, no entanto, mesmo as RPVs estão com pagamento atrasado. “Levam de seis meses a um ano e meio para serem pagos”, disse.

A anomalia da dívida

O número de RPVs — decididas pela Justiça de acordo com a decisão do credor em negociar com o Estado — não pode ser previsto, ao contrário do de precatórios. No entanto, a Secretaria Estadual da Fazenda trabalha, atualmente, com dois números: R$ 800 milhões, relativos à dívida com RPVS, e R$ 300 milhões a serem pagos, este ano, em precatórios.

O dilema do governo Tarso Genro é como pagar os RPVs no curto espaço de tempo, determinado pela legislação, tendo em vista um déficit orçamentário de R$ 1 bilhão. Nenhuma autoridade se dispõe a revelar o que o governo pretende fazer para superar este problema. Afirmam apenas que a intenção é pagar a dívida.

A líder do governo na Assembleia, deputada estadual Miriam Marroni (PT), disse que há a necessidade de normatizar a legislação, e, assim, encontrar uma forma de o estado cumprir com as obrigações para com os funcionários. Sem precisar quais as linhas gerais da proposta do governo e o limite que pretende propor para o pagamento desta dívida, Miriam disse que, nesta quarta-feira (27), começará a dialogar com a base aliada para coletar contribuições dos parlamentares. “Nós aumentamos a receita do estado, mas os valores de RPVs triplicaram nos últimos sete meses. Precisamos ver como iremos resolver isso. Mas, nós vamos pagar”, garantiu.

Os demais líderes consultados pelo Sul21 adotaram o mesmo poscionamento da líder do governo. Todos confirmaram que os precatórios e as RPVs estiveram na pauta da reunião desta terça-feira, mas não deram qualquer detalhe. “Ficou de ser detalhado melhor na próxima semana ou na outra ainda”, disse o deputado Adroaldo Loureiro, líder da bancada do PDT.

As intenções do governo

O secretário da Fazenda, Odir Tonollier, esteve na reunião com os líderes dos partidos da base, na Casa Civil, mas, nem ele nem o chefe da Casa Civil, Carlos Pestana, falaram sobre o assunto, apesar de o esboço do projeto já estar pronto. A orientação é falar apenas quando a proposta estiver concluída.

Em declarações já dadas à imprensa, o governo deixou transparecer o desejo de diminuir o valor das RPVs para 20 salários mínimos e aumentar o prazo de pagamento para 120 dias. A pré-proposta foi, imediatamente, repudiada pelas categorias dos servidores.

Segundo a presidente do Cpers, Rejane de Oliveira, os precatórios só existem por falha no cumprimento dos direitos dos trabalhadores por parte do estado ao longo dos anos. Portanto, ela defende, em nome da entidade, que “é impossível pedir mais sacrifícios à categoria”. Rejane disse ainda que, ao não pagar os precatórios, o governo já obrigou os trabalhadores a abrirem mão dos valores a que tinham direito em troca das Requisições de Pequeno Valor (RPV). “Somos contra qualquer alteração no pagamento das RPVs, porque já abrimos mão uma vez”, reforçou.

Nas mais recentes declarações de representantes do governo Tarso surgiu a intenção de definir um montante anual para o pagamento das RPVs, seguindo o definido pela Emenda Constitucional 62, no que diz respeito ao pagamento de precatórios. Os que não fossem pago este ano, por exemplo, entrariam na fila do próximo ano. Mais uma vez, a sugestão do governo não agradou aos gaúchos.

“Isto é uma afronta aos direitos dos trabalhadores. Já nos foi retirado o direito de receber o valor integral (dos precatórios). Agora, querem uma medida para empurrar mais uma vez com a barriga?”, critica a presidente do Cpers Rejane de Oliveira.

A posição do Sinapers (Sindicato dos Servidores Aposentados e Pensionista do RS) é a mesma. “Não é bom porque hoje não tem uma fila de RPVs. Elas entram e têm que ser pagas. Ao estabelecer este percentual de 1,5% da Receita Líquida, forma uma nova fila. Assim terá outro calote. Além do calote dos precatórios, terá o calote das RPVs”, compara o assessor jurídico do Sinapers, Ricardo Bertelle. Para ele, um pouco de boa vontade política poderia dar outro desfecho para o problema da dívida dos precatórios e RPVs. “A Constituição Federal, no artigo 100, parágrafo 16, diz que a União poderá assumir a dívida de precatórios e renegociá-la com o estado”, afirmou, lembrando a afinidade partidária entre os governos federal e estadual, o que, segundo Bertelle, fortaleceria a alternativa.

Na visão do presidente da Comissão Especial dos Precatórios Judiciais no RS, na Assembleia Legislativa gaúcha, deputado Frederico Antunes (PP), uma possibilidade seria o governo repensar sua posição sobre as Parcerias Público Privadas (PPPs) para encaminhar as grandes obras do governo. Com isso, diz ele, sobrariam mais recursos para pagamento de dívidas como as de precatórios e RPVs. “Eu disse para a Miriam (Marroni) que não podemos mexer no volume que tem hoje desta dívida. O estado deve cumprir as suas obrigações com recursos além do Orçamento. Vou apresentar o debate sobre as PPPs novamente à Comissão de Serviços Públicos”, falou.

terça-feira, 26 de abril de 2011

O RIO GRANDE ESTA MAIS TRISTE.

Cultura Cantor gaúcho Rui Biriva morre aos 53 anos em Porto Alegre
Extraído de: jb.com.br 14 horas atrás Notícias RSS Digg
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PORTO ALEGRE - Rui Biriva, cantor e compositor muito conhecido no Rio Grande do Sul, morreu nesta segunda-feira , às 22h45, no Hospital de Clínicas de Porto Alegre. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa do local.

O músico, que lançou mais de dez álbuns em quase 30 anos de carreira, deu entrada na emergência do hospital no dia 14 de abril com um tumor no intestino grosso. Estava internado desde então.

Natural de Horizontina, Rui era um dos grandes nomes da música regional e colecionou inúmeros prêmios - entre eles, o Troféu Guri, da RBS, e o Top of Mind, da Revista Amanhã (categoria Cantores Regionais). Em 2000, ainda fez uma turnê de 20 dias em Portugal.

As composições de Rui, que também apresentava programas em estilo rural em rádios, chegaram a ser gravadas por Daniela Mercury, Os Nativos e Dalvan.
PERDEMOS UM GRANDE ARTISTA DA MUSICA DO ESTADO JOVEM DEIXOU UM LEGADO PARA O RIO GRANDE DO SUL SUAS MUSICAS ALEGRES DESCONTRAIDA, PERDEMOS MAIS UM CONTRA UMA BATALHA DESIGUAL QUE E A DOENÇA.

Autor: Vinculado ao jb.com.br

OLHA O BOI DE CINCO PATAS.

Boi de cinco pernas tem chamado a atenção em Joinville
Além da perna extra, animal ainda tem duas "patas" a mais
Atualizada às 17h14min

Mariana Pereira | mariana.pereira@an.com.br


Um boi com cinco pernas tem chamado a atenção de quem passa por um hotel fazenda na Serra Dona Francisca, em Joinville. O animal, que já virou atração no Hotel Fazenda Dona Francisca, tem uma pata a mais, que nasceu nas costas. E essa perna extra têm dois pés (patas).

Segundo o dono do hotel, Francisco Schmitz, mais conhecido como Chico Mineiro, o animal tem oito anos, e há cinco anos já está no hotel.

— Ele nasceu assim, em Itajaí, e compramos de um criador na Barra do Sul —, conta.

Segundo ele, o boi já é conhecido em todo o Brasil e faz o maior sucesso entre os hóspedes do hotel.

— Outra peculiaridade deste boi é que ele adora comer banana —, revela.

Há até quem brinque e diga que ele "leva a vida com o pé nas costas".

E AS COISAS NESSE MUNDO LOUCO CADA DIA ACONTECE E NOS POBRES MORTAIS FICAMOS DE BOCA ABERTA.

GASTAM COM AJUDA HUMANITARIA CHEGA A 4. BILHÕES.

Gastos do Brasil com ajuda humanitária chegam a US$ 4 bilhões
Postado por abamfbm on abril 25, 2011 in Política, Todas notícias | 0 Comentario
NOSSOS COMPATRIOTAS MISERÁVEIS PODEM ESPERAR ! SERÁ ?
Auxílio a nações africanas representa luta por mercado com outros países emergentes

Sem atrair muita atenção, o Brasil está rapidamente se transformando num dos principais doadores para os países pobres.
O orçamento anual da Agência Brasileira de Co-operação (ABC) foi de R$ 52 milhões em 2010.
Mas estudos do Overseas Development Institute da Inglaterra e do International Development Research Centre do Canada estimam que outras insituições brasileiras gastam 15 vezes mais que esse valor em seus próprios programas de assistência técnica.
A contribuição nacional para o programa de desenvolvimento das Nações Unidas está entre 20 e 25 milhões de dólares ao ano, mas de acordo com o diretor do programa, o verdadeiro valor dos serviços brasileiros chega a US$ 100 milhões.
Some a esse valor os US$ 300 milhões doados ao:
•HAITI – Programa de Alimentação Mundial; a transferência de US$ 350 milhões ao Haiti;

•FAIXA DE GAZA – doações à região da Faixa de Gaza; e os

•PAÍSES POBRES – US$ 3.3 bilhões que empresas brasileiras emprestaram a países pobres por meio do BNDES.

O resultado final da ajuda brasileira chegará a US$ 4 bilhões por ano (veja tabela abaixo).

É um valor menor que o da China, mas similar ao de países como a Suécia e o Canadá.

Mas ao contrário do que acontece nesses países, as contribuições brasileiras estão aumentando, e o os gastos da ABC triplicaram desde 2008.
A ajuda à África permite que o Brasil dispute a influência moderada no terceiro mundo com a China e a Índia. Também dá crédito à busca pela cadeira permanente no Conselho de Segurança da ONU.
De acordo com o Ministro Chefe da Secretaria de Assuntos Estratégicos, Samuel Pinheiro Guimarães Neto, já que países como Brasil um dia dominarão o mundo, é possível evitar futuros problemas reduzindo agora, a pobreza nos países de terceiro mundo.
Além disso, o Brasil é o maior produtor de etanol do planeta e quer criar um mercado global de biocombustíveis, mas não pode fazê-lo se for o único grande produtor.
Disseminar a tecnologia do etanol para os países pobres cria novas fontes, aumenta as chances do aparecimento de um mercado internacional e gera negócios para empresas brasileiras.
E essa combinação traz conseqüências para o ocidente. Governos dos países mais ricos recebem com cautela o que os brasileiros chamam de “diplomacia da generosidade”, assim como mantém certa desconfiança em relação à influência moderada que acompanha toda ajuda aos países pobres.
Afinal, se os mercados emergentes se tornarão mais influentes, o Brasil – um país estável, democrático e em paz com seus vizinhos – parece mais confiável que a China e a Rússia.
No entanto, muito ainda deve mudar para que o Brasil ocupe o espaço no mundo que seu presidente acredita que ele merece. O país ainda apresenta situações de pobreza muito semelhantes às dos países que ajuda, e o envio de dinheiro para outros países pode se tornar uma polêmica. Parte da ajuda, como no caso daquela dada à Venezuela, parece ter sido motivada pela simpatia que o presidente Lula nutre por líderes esquerdistas. O aumento exponencial da ajuda humanitária – os valores aumentaram em 20 vezes nos últimos três anos – significa que pessoas e instituições estão sobrecarregadas e estórias envolvendo quebra de promessas, incompetência e corrupção vêm se multiplicando.
Caso seja eleita, Dilma Roussef, a candidata de Lula na corrida presidencial, cogita a criação de uma nova agência de desenvolvimento para aumentar os números da ajuda humanitária. Marco Farani, diretor da ABC, afirma que o país precisará de mais representantes, com maior independência e de um foco maior em metas políticas, e não em simples projetos. Até lá, o programa de auxílio do Brasil continuará sendo um modelo global de espera – um símbolo talvez, do pais em si.

Fonte: blog Opinião e Notícia

PEC 300 VAI PARA AS CUCUIAS.

PEC 300, que cria piso salarial para PMs, pode cair em buraco negro na Câmara dos Deputados
Postado por abamfbm on abril 25, 2011 in Geral, Todas notícias | 6 Comentarios
Policiais militares e bombeiros: a criação do piso salarial foi aprovada em 1º turno em julho do ano passado. Agora, está nas mãos de uma comissão que examinará uma montanha de assuntos sobre segurança pública

Amigos, hoje é sabado, acabaram já na quinta-feira os dias úteis da semana, passou-se mais uma quarta-feira, e , como já escrevi antes, passando mais uma quarta-feira foi-se mais uma reunião do Colégio de Líderes da Câmara dos Deputados – onde se resolve o que vai para a Ordem do Dia de votação na Casa – e ninguém decidiu quando será a votação, já em segundo turno, a chamada PEC-300, a proposta de emenda constitucional que propõe um piso salarial para policiais militares e bombeiros de todo o país.

Como comentamos anteriormente, a PEC-300, que, modificada, já virou PEC-300/446/2008, ou PEC 002/2010, já deixou de estabelecer como piso de remuneração para PMs e bombeiros o soldo-base dos colegas do Distrito Federal. Por acordo entre vários partidos, a emenda remete para uma futura lei a regulamentação da questão, mas o líder do governo e mais 8 líderes partidários na Câmara fizeram um acordo, não escrito, de que nessa futura lei se tomará por base o valor de 3.500 reais.

A PEC foi aprovada em primeiro turno a 6 de julho de 2010, por todos os 349 deputados presentes ao plenário. (A Constituição exige que as emendas constitucionais sejam aprovadas por três quintos dos integrantes da Câmara e do Senado, separadamente, em dois turnos de votação).

Quando não se quer resolver, cria-se uma comissão

Certamente o Colégio de Líderes não tratou do caso porque, dias atrás, o presidente da Câmara, deputado Marco Maia (PT-RS), anunciou a criação de uma “Comissão Especial Destinada a Analisar as Propostas de Emenda à Constituição que Versem sobre a Segurança Pública” – ou seja, a “estudar” não apenas a PEC dos PMs e bombeiros, mas várias outras que se referem a delegados de polícia, a agentes penitenciários e até a guardas municipais.

A criação da comissão passou praticamente em branco pela grande mídia, mas obteve grande destaque nos muitos blogs – são centenas — de organizações de PMs, policiais civis e bombeiros, ou de alguns blogs pessoais de integrantes das respectivas corporações.

O pessoal em geral está otimista.

Esquecem-se, porém, de um velho ditado segundo o qual quando os políticos não querem resolver um problema, criam uma comissão.

O deputado Marco Maia demorou (havia prometido a criação “imediata” de comissão semelhante no dia 2 de fevereiro), mas caprichou: a comissão estabelecida terá 25 membros titulares e 25 suplentes de vários partidos.

Ou seja, uma comissão numerosa, que examinará uma montanha de emendas que, se aprovadas todas, resultarão num reboliço financeiro para a União, os Estados e municípios (guardas municipais).

No meio disso tudo, a PEC300/446, já votada pela unanimidade dos deputados presentes à Câmara naquele julho de 2010, tem boa chance de sumir num buraco negro.

Mais pedidos para votar


Com comissão ou sem ela, deputados de distintos Estados e partidos continuam enviando requerimentos ao presidente da Câmara pedindo a inclusão da PEC-300 na Ordem do Dia para votação.

Só nos últimos dias, o fizeram os deputados Otoniel Lima (PRB-SP), que também comunicou à Mesa a criação de uma frente parlamentar pró-PEC-300, Lincoln Portela (PR-MG), Mauro Nazif (PSB-RO), Fernando Francischini (PSDB-PR), Felipe Maia (DEM-RN), Pastor Marco Feliciano (PSC-SP) e Francisco Praciano (PT-AM).

Desde o início das atividades do atual Congresso, mais de 40 deputados apresentaram requerimentos pedindo a votação da PEC.

Por Ricardo Setti – Revista Veja
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6 Responses

POLICIA MILITAR DE SÃO PAULO PARALIZADA

Postado por abamfbm on abril 26, 2011 in Geral, Todas notícias | 1 Comentario
Está agendado, para o dia 27 de maio, um grande manifesto a favor da PEC 300 e de aumento salarial da POLICIA DE SÃO PAULO.
Em Fortaleza, em reunião de várias entidades representativas das Policias do Brasil, foi elaborado um calendário de ações e movimentos em vários Estados e, para SÃO PAULO, ficou determinado à data de 27 de maio de 2011.

Desde então, as entidades que se intitulam como representativas da classe Policial Militar aqui de São Paulo, ainda não se acordaram em programar e executar tal evento. Já é sabido, que o Comando Geral, não está de acordo,será que é isso?Medo de perderem o código de desconto?
Independentemente das outras entidades, vamos nos programar para fazer acontecer o movimento. Talvez, não tão grandioso como esperávamos, porém, será impactante, isto garantimos.
Já confirmaram participação, várias lideranças e entidades de outros estados e, nesta semana, estreitaremos contato com nossos co-irmãos da Policia Civil, para que nos apóie, também. Como sempre, esperamos contar com nossos heróis da APMDEFESP (policiais deficientes físicos em decorrência de serviço), que em todas as ações, tem sido de grande participação e significância em busca conosco, dos direitos da família militar.
Como já havíamos alertado, através do Movimento Nacional de Esposas de Policiais e Bombeiros Militares, mesmo que estejamos sós, faremos com que ouçam a voz e o clamor dos Policiais de São Paulo e, assim como há alguns anos atrás,não hesitaremos em acampar nos Batalhões e Cias, enquanto o Governador não anunciar de fato, REAL, um aumento no “PADRÃO”, onde pensionistas e inativos também serão contemplados, o que não vêem ocorrendo, com esta MENTIRA de PINDURICALHOS que o Governo insiste em ludibriar a família Policial, que por sua vez, perde o foco e não percebe que de contas em contas miraculosas, de migalhas em migalhas ridículas, ele vai calando a boca daqueles que morrem pela sociedade e pagam com o sacrifício da própria vida, um preço incalculável por nos defender.

Pedimos o apoio de todos. Divulguem nossos e-mails. Repassem as nossas informações.Nos ajudem a ajudarmos você, POLICIAL MILITAR!

Um grande abraço, qualquer informação sobre este assunto ou de como participar conosco, entre em contato, será um grande prazer.

ABECS-PM/BM

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