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quinta-feira, 3 de novembro de 2011

SUPOSTA FALTA DE AMBULANCIA EXIGE QUE VIATURA DA POLICIA MILITAR REMOVAM PACIENTES NA CAPITAL.

Suposta falta de ambulâncias exige que viaturas da BM removam pacientes na Capital
Segundo a BM, até mesmo o contato com a Central de Regulação, onde são solicitados os pedidos de socorro, foi prejudicado nesta quinta-feira


A suposta falta de ambulâncias do Samu levou a Brigada Militar (BM) a usar carros de patrulhamento para encaminhar pessoas com problemas de saúde a hospitais, durante a madrugada e a manhã desta quinta-feira, em Porto Alegre. De acordo com a corporação, foram, no mínimo, mais de dez situações em que as viaturas precisaram abandonar o policiamento para auxiliar feridos. Ainda conforme a BM, é comum pessoas ligarem para o telefone 190 quando não conseguem atendimento pelo Samu, mas a situação, hoje, foi atípica: em 11 horas, a média de chamados diários para esse tipo de ocorrência, que não passa de dez, já havia sido superada.

O primeiro caso foi aos 17 minutos da madrugada, um ferido na rua José do Patrocínio, bairro Cidade Baixa. O mais recente ocorreu às 11h15min, na avenida Baltazar de Oliveira Garcia, na zona Norte.

À BM chegou a informação de que havia só duas ambulâncias operando desde a meia-noite. No início da tarde, administradores do Samu ligaram para a Brigada informando que todos os 14 carros de emergência médica circularam pela manhã, mas relataram que houve excesso de demanda.

Segundo a BM, até mesmo o contato com a Central de Regulação, onde são solicitados os pedidos de socorro ao Samu, foi difícil nesta quinta-feira. "Só ocupado, a manhã toda", disse um oficial que não quis ser identificado, referindo-se ao telefone 192. A Brigada garante que a remoção de pacientes é feita desde que não haja risco de complicação para a saúde da vítima. O ideal, no entanto, lembrou o policial, é que todos os casos sejam atendidos pelo Samu.

Resposta da Secretaria da Saúde
A Secretaria Municipal da Saúde, responsável pelo serviço, prometeu manifestar-se à tarde. A reportagem já ligou três vezes para o número fornecido pela assessoria de imprensa. Nas duas primeiras tentativas foi informado que uma enfermeira chefe explicaria a situação assim que chegasse ao setor. No terceiro chamado a atendente disse que um médico é o único autorizado a falar, mas que o profissional está em uma cirurgia e não pode conversar com a reportagem neste momento. Ela explicou que assim que tiver condições o profissional vai fazer contato com a imprensa.


Fonte: Marina Fauth e Samuel Vettori / Rádio Guaíba

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