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sábado, 22 de outubro de 2011

MAIORIA DAS MORTES DE POLICIAIS MILITARES NO RS OCORRE EM PERIODO DE FOLGA.

Estado
Postado em: 21/10/2011 às 21h34
TAMANHO DA FONTE A- A+
Maioria das mortes de PMs no RS ocorre durante períodos de folga
Associação de Cabos e Soldados da BM relaciona elevado número de casos aos chamados "bicos"


Desde 2005, 241 policiais militares (PMs) morreram no Rio Grande do Sul. É como se todo o efetivo da corporação em atividade em Canoas, quarta cidade mais populosa do Estado, por exemplo, deixasse de existir em seis anos. De todas as mortes, 191 ocorreram durante a folga dos policiais. Significa que a cada 10 mortes de PMs, oito foram registradas quando eles estavam fora de serviço.

O levantamento, feito pela Brigada Militar (BM) à pedido da Rádio Gaúcha, leva em consideração mortes em confronto com criminosos, por doenças, acidentes de trânsito, suicídios e homicídios. E são justamente os assassinatos que mais preocupam.

Para o presidente da associação dos Cabos e Soldados da Brigada, Leonel Lucas, a maior parte ocorre fora do horário de expediente quando os PMs fazem o chamado "bico", atividade ilegal, realizada normalmente em estabelecimentos comerciais.

Conforme o presidente da entidade, como os policiais atuam sem colete à prova de balas e sem o apoio operacional de colegas, ficam mais expostos durante os bicos.

— A principal causa, muita gente não acredita, mas é o salário. O Rio Grande do Sul é o pior salário do Brasil. O PM hoje com esse salário, ele se obriga a não trabalhar só num bico. Tem brigadiano que trabalha em dois ou três bicos e mais na Brigada Militar para sustentar sua família. E geralmente no bico, o policial fica exposto, vulnerável a qualquer tipo de ocorrência, sem colete nem nada que os ampare — explicou Lucas.

É o caso de um soldado de 42 anos, lotado em Porto Alegre. Baleado em dezembro do ano passado, quando atuava informalmente em um posto de combustível, ele conta que escapou da morte ao ser surpreendido por bandidos.
—Se eu estivesse trabalhando na ativa, teria mais gente comigo. Mas como eu estava sozinho no bico, era eu e Deus. E depois, a primeira coisa que o Estado faz, ou que a Brigada faz, é cortar a diferença no que a gente vai pro médico. Não recebe hora-extra, não recebe vale refeição. O salário vai lá pra baixo—relatou.

Segundo Leonel Lucas, PMs gaúchos são os que mais praticam bico no Brasil. Ele estima que 85% dos policiais trabalham para complementar a renda durante o horário de lazer.

Comandante-geral da Brigada Militar, coronel Sérgio Abreu reconhece que é alto o número total de mortes. Apenas este ano, dos 31 PM que morreram, 24 estavam de folga.

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