TRANS. DO PROGRAMA ENTARDECER NA FRONTEIRA DIRETO PECUARIA EM 19/11/2009

TRANS.  DO  PROGRAMA ENTARDECER NA FRONTEIRA DIRETO  PECUARIA EM  19/11/2009
ALDO VARGAS

TRADIÇÃO E CULTURA

teixeirinha

Loading...

gildo

Loading...

SANTANA LIVRAMENTO MINHA TERRA AMADA.

SANTANA LIVRAMENTO MINHA TERRA  AMADA.

Pesquisar este blog

CAPITAL GAUCHA PORTO ALEGRE

CAPITAL GAUCHA  PORTO ALEGRE

ESTADIO BEIRA RIO PORTO ALEGRE

ESTADIO BEIRA RIO PORTO ALEGRE

TROPEIRO VELHO

  • TROPEIRO VELHO

TRADIÇÃO E CULTURA

A VOCE CARO VISITANTE E UM PRAZER TER AQUI VISITANDO ESTE BLOG DESTE GAÚCHO, QUE NÃO TEM LADO PARA CHEGAR, GOSTO DE UMA AMIZADE E UM BOA CHARLA, TRATO TODOS COM RESPEITO PARA SER RESPEITADO MAS SE FOR PRECISO QUEBRO O CHAPEU NA TESTA PRA DEFENDER UM AMIGO AGARRO UM TIGRE A UNHA. AGRADEÇO A TODOS QUE DEIXAM SEU RECADO, POSTADO NESTE BLOG.

GALPÃO GAUCHO

GALPÃO  GAUCHO

A BANDEIRA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL, TE AMO MEU RIO GRANDE

A  BANDEIRA  DO  ESTADO  DO  RIO GRANDE  DO  SUL,  TE  AMO  MEU  RIO  GRANDE

segunda-feira, 11 de julho de 2011

BRASIL PERDEU A SERIEDADÉ.

Brasil perdeu a seriedade’
Postado por abamfbm on julho 11, 2011 in Geral, Todas notícias | 0 Comentario
Adylson Motta, ex-presidente do TCU, o Tribunal de Contas da União

Brasília – As ferramentas de transparência e os sucessivos indícios de fraudes em obras forçaram mudanças nos esquemas de corrupção. Um deputado com trânsito no governo federal garante que, atualmente, são poucos os empreiteiros e os dirigentes públicos que se arriscam a superfaturar um empreendimento. O que mudou, afirma o deputado, é o “modus operandi” dos corruptos, que muitas vezes reduzem os preços das obras com a garantia de aprovação de aditivos para aumentar o valor de contratos.

– Com as planilhas de custos e os auditores dos tribunais sempre ao redor, é difícil superfaturar sem ninguém se dar conta. As construtoras têm cacife para bancar as propinas dentro da sua margem de lucro – observa.

Servidores do Ministério dos Transportes que acompanharam de soslaio o enraizamento do suposto esquema operado pelo PR, que resultou na saída de toda a cúpula da pasta, garantem que a ganância dos dirigentes partidários permitiu que os atos ilegais chegassem aos ouvidos da presidente Dilma Rousseff. Incomodados com os supostos achaques de líderes do PR, empreiteiros de Minas (Estado com a maior malha rodoviária do país) teriam reclamado ao ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel.

Ex-prefeito de Belo Horizonte e amigo de Dilma desde a época em que militaram contra a ditadura, Pimentel teria levado as reclamações para a presidente, que passou a monitorar a atuação dos subordinados nos Transportes. Dilma já vinha observando Nascimento.

Ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) por sete anos e com cinco mandatos legislativos no currículo, o gaúcho Adylson Motta é testemunha de como os interesses políticos contaminam as decisões do principal órgão de controle das contas públicas do país. A seguir, síntese de entrevista que concedeu ao jornal Zero Hora.

Zero Hora: Por que os órgãos de controle não conseguem frear a corrupção?

Adylson Motta: A legislação é frouxa. E as autoridades, em vez de tornarem as leis ainda mais severas, fazem o contrário. Isso está acontecendo agora, com as licitações para as obras da Copa. Não há interesse em fiscalização. Um dos maiores problemas do país é a leniência dos governos. O próprio ex-presidente Lula procurava desmoralizar os órgãos de controle, como o TCU.

ZH: Dois dos envolvidos nas fraudes no Ministério dos Transportes estão citados em 140 acórdãos do TCU por irregularidades, mas nada aconteceu. Por quê?

Motta: Prefiro nem falar sobre o TCU. Tenho um pensamento divergente da maioria dos ministros.

ZH: O senhor se desiludiu com o trabalho no tribunal?

Motta: Não cheguei a me desiludir, não tinha ilusões. Tive decepções.

ZH: O senhor tentou mudar essa cultura ao presidir o TCU?

Motta: Tentei, mas só ganhei antipatias. Se o Tribunal de Contas algum dia for rigoroso no cumprimento de suas funções, será o maior anteparo à corrupção no país. Mas, para isso, precisa de apoio dos três Poderes.

ZH: O tribunal não deveria ser vinculado ao Congresso?

Motta: O TCU precisa de mais coragem para decidir. O corpo técnico faz excelente trabalho, mas as decisões nem sempre correspondem a essa eficiência. Ainda existe uma lamentável ingerência política.

ZH: O senhor é contra as indicações políticas para o tribunal?

Motta: Se o ministro tiver autonomia, tudo bem. Eu fui eleito. Venci uma disputa com um ex-ministro e um ex-governador. Minha nomeação não foi um presente do presidente. Mas se criou no país uma cultura de condescendência. O Brasil perdeu a seriedade e, em Brasília, chega a ser perigoso ser honesto.

ZH: O senhor é um pessimista com relação à ética na política?

Motta: Completamente. Não vejo razão para ser otimista. Qual é a melhora que tem havido no Congresso? A única certeza é de que a próxima legislatura será pior do que essa.

FABIANO COSTA E FÁBIO SCHAFFNER



Com lupa
A presidente Dilma Rousseff vinha observando o ex-ministro Alfredo Nascimento desde março, quando assinou uma portaria centralizando em seu gabinete o ritmo de pagamentos e execução das obras sob sua tutela.



ZERO HORA

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Arquivo do blog