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A BANDEIRA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL, TE AMO MEU RIO GRANDE

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sexta-feira, 3 de setembro de 2010

HOMENAGEM AO GAÚCHO FUNDADOR DO ACRÉ

José Plácido de Castro
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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José Plácido de Castro (foto de Percy Fawcett, 1907)
José Plácido de Castro (São Gabriel, 9 de Setembro de 1873 — Seringal Benfica, 11 de agosto de 1908) foi um político e militar brasileiro, líder da Revolução Acreana e que governou o estado do Acre.
Índice
[esconder]
• 1 Biografia
o 1.1 Carreira militar e Revolução Federalista
o 1.2 Acre e Revolução Acreana
o 1.3 Morte
o 1.4 Homenagens
• 2 Ver também
• 3 Ligações externas
• 4 Bibliografia

[editar] Biografia
Era filho do capitão Prudente da Fonseca Castro, veterano das campanhas do Uruguai e Paraguai, e de Dona Zeferina de Oliveira Castro.
Descendente de família cristã, recebeu no seu batismo o nome do avô José Plácido de Castro, o major paulista que, após combater na Campanha Cisplatina, trocou o chão paulista pelo do Rio Grande do Sul.
Um de seus bisavós, Joaquim José Domingues,foi companheiro de Borges do Canto, na conquista das Missões em 1801, quando este território foi incorporado ao território brasileiro.
[editar] Carreira militar e Revolução Federalista
Plácido começou a trabalhar aos 12 anos - quando perdeu o pai - para sustentar a mãe e seus seis irmãos. Aos 16 anos, ingressou na vida militar chegando a 2° sargento do 1° Regimento de Artilharia de Campanha, mais conhecido como "Boi de Botas", em São Gabriel, hoje quartel do 6° Batalhão de Engenharia de Combate. Quando foi deflagrada a Revolução Federalista, Plácido encontrava-se na Escola Militar do Rio Grande do Sul, o velho Casarão da Várzea, hoje Escola Militar. Um grupo de oficiais e cadetes pediu o fechamento da escola ao presidente Floriano Peixoto, para que pudessem participar, com as forças legais, no combate à Revolução Federalista. Plácido discordava da maioria: acreditava que Deodoro da Fonseca, o presidente anterior, não deveria ter sido substituído por Floriano Peixoto; deveria ter havido eleições diretas e não a posse - como ocorreu - do então vice-presidente. Plácido lutou na Revolução ao lado dos Maragatos, chegando ao posto de Major. Com a derrota para os "Pica-paus", que defendiam o governo Floriano Peixoto, Plácido decide abandonar a carreira militar e recusou a anistia oferecida aos envolvidos na Revolução.
Mudou-se para o Rio de Janeiro, onde foi inspetor de alunos do Colégio Militar do Rio de Janeiro. Algum tempo depois, foi fiscal nas docas do porto de Santos, em São Paulo e, voltando ao Rio, obteve o título de agrimensor. Inquieto e à procura de desafios, viajou para o Acre, em 1899, para tentar a sorte como agrimensor.
[editar] Acre e Revolução Acreana
Existia no Acre, desde os tratados de 1750 e 1777 uma questão territorial de limites com a Bolívia. Por esses tratados, o Acre até então pertencia à Bolívia. Porém, com o ciclo da borracha, muitos brasileiros se fixaram na região. Por causa disso, houve impasses entre o Brasil e a Bolívia a respeito do território. A Bolívia alegava que os brasileiros invadiram uma região que era dela, e o governo brasileiro não reconhecia a região. Os brasileiros que ali habitavam(vindos de todos os cantos do país, principalmente do Nordeste) não aceitavam a situação e proclamaram o Estado Independente do Acre (República do Acre), em 1899, comandados pelo espanhol Luis Gálvez Rodríguez de Arias. Sabendo disso, o governo brasileiro enviou tropas que dissolveram a República do Acre, e Luís Galvez foi deposto.
Nessa época, a Bolívia organizou uma pequena missão militar para ocupar a região. Ao chegar em Porto Acre, ela foi impedida pelos seringueiros brasileiros de continuar o seu deslocamento. Os brasileiros receberam apoio do governador do Amazonas, Silvério Néri, que enviou uma nova expedição, a Expedição dos Poetas, sob o comando do jornalista Orlando Correa Lópes. Embora apoiasse a causa revolucionária, Plácido não participou da Expedição, antevendo seu fracasso. E foi o que realmente aconteceu: Logo após os "poetas" proclamarem novamente o Estado Independente, foram derrotados pelas tropas bolivianas.
Em meio disso tudo, Luís Galvez - que estava sendo refugiado para Recife - divulgou nos jornais de Manaus sobre um suposto contrato entre a Bolívia e os Estados Unidos, para o arrendamento do Acre. O contrato arrendava, por 30 anos, a região acreana, destinando 60% dos lucros para a Bolívia e os 40% restantes para o Bolivian Syndicate, um conglomerado anglo-americano sediado em Nova York e presidido pelo filho do então presidente dos Estados Unidos na época, William McKinley. O acordo também autorizava o emprego de força militar como garantia de seus direitos na região, onde os Estados Unidos se comprometiam a fornecer todo o armamento que necessitava e a opção preferencial de compra do território arrendado, caso viesse a ser colocado à venda. A Bolívia também se comprometia em, no caso de uma guerra, entregar a região aos Estados Unidos.
Plácido de Castro estava demarcando o seringal Victoria', quando ficou sabendo do acordo pelos jornais, e viu nisto uma ameaça à integridade do Brasil. Enquanto arregimentava combatentes, o governo do Brasil reconheceu os direitos bolivianos sobre o Acre. Iniciou então um movimento armado contra a Bolívia, pela posse da região.
O governo boliviano enviou um contigente de 400 homens, comandados por Rosendo Rojas. Plácido, com 60 seringueiros, enfrentou a tropa, mas foi fortificado no seringal Empreza (hoje atual Rio Branco), desta vez saindo vencedor.
Depois, venceu guarnições bolivianas em Empreza e Puerto Alonso, onde se renderam o general Ibañes e seus soldados. O presidente da Bolívia, general José Manuel Pando, decide então acabar com a revolta e, no comando das tropas, vai ao ataque de Plácido, sem sucesso.
Plácido, que na época tinha 27 anos de idade, liderou uma forte revolução com mais de 30 mil homens, vencendo as tropas bolivianas, com quase 100 mil soldados oficiais, e proclamando, pela terceira e última vez, o Estado Independente do Acre, tornando-se presidente do novo país.
Em 1903, pelo Tratado de Petrópolis, o Acre foi anexado ao Brasil.
Em 1906, Plácido foi nomeado governador do Território do Acre. Depois, viajou para o Rio de Janeiro, para visitar a família. Na então capital federal, ofereceram-lhe os galões de coronel da Guarda Nacional, mas Plácido rejeitou. Quando de seu retorno ao Acre, foi nomeado prefeito da Região do Alto Acre.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

ASSIM E ESTE GAUCHO

TENHO AMIGOS DE VALOR
TENHO AMIGOS CANTADOR
QUE ATRAVES DA MUSICA
LEVAM A HISTORIA DO
RIO GRANDE, DO PALACETE AO GALPÃO

NÃO TEM COISA MAIS LINDA DE VER
GAUCHO CAMPEIRO COM A GAITA DE BOTÃO
ALEGRANDO CORAÇÕES, DAS PRENDAS DESTES RINCÕES.

O GOSTOSO CHIMARRÃO APERITIVO DO GAUCHO
QUE TOMA AO AMANHECER, ANTES DO SOL NASCER
DEPOIS TOMA SEU CAFE NUM GESTO DE BOA FÉ

NA CAMBONA DE GALPÃO O GAUCHO
FAZ O CAFÉ PRA DEPOIS SAIR
PRO CAMPO CUMPRIR COM SEU
DESTINO DE CAMPEIRO TROPEADOR
LEVANDO A BOIADA COM DESWTINO AO MATADOR
PRA TRAZER O DINHEIRO PRO SEU PATRÃO
O SENHOR LUIZ ANTENOR QUE FICOU LÁ
NA FAZENDA CONTANDO OS DIAS PARA RECEBER
O DINHEIRO DOS RUDES BRAÇOS DO SEU
PEÃO QUE TEM MUITO POUCO VALOR
NESTE RIO GRANDE QUE GOSTA DE CANTAR SEU VALOR

SÃÓ LIDAS DESTES PAMPASGAUCHO AQUI DO SUL QUE ENCANTA MUITA GENTE
FAZENDO O RIO GRANDE SÓ CRECER PARA FRENTE
NÃO SEI ESCREVER DIREITO MAS TUDO QUE FAÇO E COM CARINHO E RESPEITO
PORQUE SOU HOMEM SEM NENHUM PRECONCEITO SOU BRASILEIRO QUE AMO MEU PAIS EMBORA CHEIO DE DEFEITO.

NÃO TROCO ESSE MEU MCHÃO POR PUNHADO DE DINHEIRO
O MAIS INPORTANTE E AMAR SEUS SEMELHANTES E
PREFIRO VIVER CONTENTE NO MEIO DESTA GENTE QUE
LEVA MEU PAIS E RIO GRANDE PRA FRENTE
SOU GAUCHO SIM SENHOR NASCIDO NESTE RIO GRANDE TOMANDO CAFÉ EM CAMBONA E TROPEANDO NOS CORREDORES PRA UM DIA DEIXAR SAUDADES AQUELES MEUS GRANDES AMORES. ASS GAUCHO ALDO VARGAS

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

BLOG DO DAG: O MELHOR TEXTO SOBRE LULA

BLOG DO DAG: O MELHOR TEXTO SOBRE LULA: "Simplesmente o melhor texto que já tive a oportunidade de ler sobre o Lula. E olha que já li muitos.Emir Sader simplesmente arrebentou neste..."

ESSE E NOSSO BRASIL OS SENADORES NEM TÃO NO POVO

Quarta-Feira, 1 de Setembro de 2010
Reportagens Especiais
Home > Reportagens Especiais > Mapa da Mina: Assiduidade

01/09/2010 - 06h00

Em tempo de eleição, Senado bate recorde de faltas

Levantamento do Congresso em Foco mostra que os senadores faltaram quase 50% a mais neste primeiro semestre em relação ao mesmo período desde 2007



Senado vazio: senadores faltaram neste primeiro semestre mais de 50% mais que no mesmo período desde 2007
Renata Camargo e Fábio Góis

Ano eleitoral, Congresso esvaziado. Se a expectativa era de pouca assiduidade parlamentar neste segundo semestre, dados oficiais mostram que o esvaziamento do Legislativo em tempos de eleição tem início já nos primeiros meses do ano. Levantamento feito pelo Congresso em Foco revela que o número de ausências no primeiro semestre deste ano, em sessões deliberativas no plenário do Senado, aumentou mais de 50% em relação ao mesmo período desde 2007, início da atual legislatura.

O levantamento, feito nome a nome, teve como base a própria página do Senado na internet. Segundo os registros oficiais, o número de ausências de senadores em sessões deliberativas – faltas sem justificativa e faltas abonadas por licenças – saltou de 783, nos primeiros seis meses de 2009, para 1.213 no início deste ano. O percentual de ausências no período foi tão significativo que se aproximou do total obtido em todo o ano passado, quando foram registradas 1.740 ausências.

O percentual geral de ausências (total de faltas sobre o total de comparecimentos a serem registrados em plenário) também aumentou. Se, na primeira metade do ano passado, esse percentual foi de 16%, no primeiro semestre deste ano esse número subiu para 24%.

O alto índice indica que os senadores deram pouca atenção, nos meses que antecedem as eleições de outubro, às atividades legislativas em Plenário – local em que são votadas as principais proposições, das quais resultam as leis do país. O percentual de faltas deste primeiro semestre é quase o mesmo alcançado em todo o ano de 2008, que é o ano da legislatura em que os senadores tiveram mais faltas.



Método

Neste levantamento sobre assiduidade feito pelo Congresso em Foco, foram consultadas todas as listas de presença em sessões deliberativas disponibilizadas nos Diários do Senado, de 3 de fevereiro a 8 de julho (última sessão deliberativa antes do recesso parlamentar). Também foram analisados todos os requerimentos de licença encaminhados pelos senadores e aprovados pelo Plenário do Senado, com publicação a cargo da Secretaria Geral da Mesa.

Em relação às ausências sem explicação (não justificadas), observa-se que o número de faltas desse tipo é relativamente maior no semestre em questão, uma vez comparado com os primeiros semestres de anos anteriores. No primeiro semestre de 2008, senadores faltaram 183 vezes sem justificar; nos primeiros seis meses de 2009, ausentaram-se sem explicar 185 vezes; e, neste ano, foram registradas 189 faltas sem justificativa.

Pelas regras da Casa, os senadores têm direito a justificar suas faltas por meio de licenças, como prevê o regimento interno (artigos 13, 39 e 40). Basta o encaminhamento de um ofício. São três tipos: licença por atividade parlamentar ou missão política; licença por motivos de saúde; e licença para tratar de interesse particular. Dessas, apenas a licença por interesse particular significa desconto na folha de pagamento do senador (o chamado ônus remuneratório). Nas demais, mesmo ausente, o parlamentar continua recebendo seus vencimentos.

Segundo os dados reunidos e cotejados no levantamento, foram solicitadas 1.024 licenças no primeiro semestre de 2010. Dessas, a maioria (756) se refere a licenças para atividades parlamentar. Já as licenças por motivo de saúde somaram 131, enquanto as licenças para tratar de interesse particular chegaram a 128.

Em comparação com os anos anteriores desta legislatura, evidencia-se que os senadores, além de faltarem mais sem qualquer justificativa, também protocolaram mais requerimentos de licença. O número de licenças por interesse particular, por exemplo, quase dobrou na primeira metade deste ano em relação ao mesmo período no ano anterior. Além disso, foi superior ao número de licença para tratar de assuntos privados em todo o ano de 2009.



Antes do Congresso em Foco iniciar as reportagens sobre assiduidades, a cada fim de semestre ou sessão legislativa (ano), os parlamentares não davam tanta importância ao registro de licenças. Os números deste levantamento demonstram que diversos senadores passaram a recorrer à prerrogativa regimental, que deve ser oficializada na Secretaria Geral da Mesa e levada pela Mesa Diretora à aprovação em plenário.

Além disso, os próprios veículos de comunicação começaram a prestar mais atenção no assunto, inclusive com referências às matérias publicadas por este site. Registros de assiduidade parlamentar não eram veiculados pela imprensa antes do levantamento exclusivo do Congresso em Foco, em 2007. Confira abaixo:

Assiduidade 2007

Assiduidade 1º semestre 2008

Assiduidade 2008

Assiduidade 1º semestre 2009

Assiduidade 2009

Transparência dificultada

O quadro de comparecimento a sessões deliberativas e a lista de requerimento de licença são duas fontes de informação independentes, veiculadas em campos distintos na página do Senado na internet. Esses dados não são fornecidos de maneira organizada, ou seja, não há correlação em ambos os registros – o que facilitaria a visualização do verdadeiro cenário sobre assiduidade.

A não vinculação entre os registros de presenças e licenças exige minucioso trabalho de compilação e comparação – processo que consiste em verificar quais faltas foram justificadas, por quais motivos, e em que períodos houve o maior fluxo de pedidos.

Ao contrário da Câmara, que publica os dados sobre a assiduidade na página de cada um dos deputados, o Senado não dá a transparência adequada a essas informações. E, além dos dados dispersos, o caminho até os arquivos corretos é complexo e de difícil acesso ao internauta leigo. Não raro, os próprios servidores da Casa se confundem..

A Constituição Federal determina que senadores, bem como deputados, devem comparecer a, no mínimo, dois terços das sessões ordinárias. A exceção são as licenças, que podem ser justificadas por motivo de saúde, interesse particular ou missão política. Caso ultrapasse o limite constitucional, o parlamentar faltoso pode enfrentar processo de perda de mandato na Corregedoria do Senado.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

COMEÇARAM BEM OS CANDIDATOS AO GOVERNO.

Candidatos desrespeitam servidores públicos




Foto: ABAMF
Caravanas do interior do estado das Regionais da ABAMF estiveram na Capital, dia 30 de agosto, para ouvir os pretendentes ao Palácio Piratini sobre questões ligadas ao serviço público. A decepção dos brigadianos foi traduzida pelo presidente Leonel Lucas, “Eles tiveram medo. Nós vamos estar lá, na frente do Palácio. Segurança pública como prioridade no discurso é bonito”, disse. Os três candidatos que lideram as pesquisas desistiram ou não confirmaram presença a menos de 4h do início do painel dos candidatos com os servidores públicos promovido pela ABAMF, ASSTBM, FESSERGS E SINTERGS.

Os candidatos Pedro Ruas(PSOL) e Carlos Schneider(PMN)foram os únicos a comparecer no auditório do Hotel Embaixador, às 14h, para falar com os servidores estaduais civis e militares, no entanto não puderam fazer uso da palavra devido à legislação eleitoral, pois o evento foi trasmitido ao vivo pela internet e previa a participação de todos os concorrentes ao cargo de governador.

O secretário-geral da ABAMF, Ricardo Agra, destacou que os servidores têm como única bandeira a defesa do serviço público, a luta pela preservação dos direitos e contra o sucateamento dos serviços.

Na mesa diretora dos trabalhos o presidente da ABAMF, Leonel Lucas, da Fessergs, Sérgio Arnould, do Sintergs, César Chagas, e o vice-presidente da ASSTBM, Olivo Moura, explicaram para o grande número de trabalhadores presentes o cenão dos candidatos e o painel foi transformado em plenária de congraçamento de servidores estaduais civis e militares. Representação do Daer, Susepe, Ipê, Sinpers, entre outros, fizeram uso da palavra para denunciar o descaso com os serviços públicos à população gaúcha.

Antes do evento, o Conselho Deliberativo da ABAMF e representantes e caravanas das regionais estiveram reunidos na sede matriz. A falta dos pretendentes a chefe supremo da Brigada Militar, no entanto, já mostra que o diálogo com os brigadianos só será feito se houver grande mobilização, como aconteceu no ano passado.

Para Sérgio Arnould, “a união dos servidores civis e militares mostra que os trabalhadores estão juntos na defesa do serviço público”. Já o presidente do Sintergs resumiu: “seria um grande momento para categoria. Nós queríamos ouvir os candidatos sobre os temas relevantes".

Paulo Rogério N. da Silva
Jornalista MTb 7355/RS
Assessoria de Comunicação ABAMF




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Notícia Postada em 30/08/2010 às 18:38:34 por: Redação ABAMF

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