TRANS. DO PROGRAMA ENTARDECER NA FRONTEIRA DIRETO PECUARIA EM 19/11/2009

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ALDO VARGAS

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A VOCE CARO VISITANTE E UM PRAZER TER AQUI VISITANDO ESTE BLOG DESTE GAÚCHO, QUE NÃO TEM LADO PARA CHEGAR, GOSTO DE UMA AMIZADE E UM BOA CHARLA, TRATO TODOS COM RESPEITO PARA SER RESPEITADO MAS SE FOR PRECISO QUEBRO O CHAPEU NA TESTA PRA DEFENDER UM AMIGO AGARRO UM TIGRE A UNHA. AGRADEÇO A TODOS QUE DEIXAM SEU RECADO, POSTADO NESTE BLOG.

GALPÃO GAUCHO

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A BANDEIRA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL, TE AMO MEU RIO GRANDE

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quinta-feira, 22 de abril de 2010

AS DROGAS ESTÃO MATANDO NOSSOS JOVENS.

TENHO LIDO MUITO JORNAL MATERIA SOBRE AS DROGAS ELICITAS, QUE ESTÃO DESTRUINDO FAMILIAS DE TODAS AS CLSSE SOCIAL, DO NOSSO PAIS, MAIS SÉ NÃO ADOUTAR UMA POLITICA SERIA, QUE INVOLTA TODOS OS SEGMENTOS SOCIAIS DA NOSSA SOCIEDADE DE NADA VAI ADIANTAR AS CAMPANHAS, QUE PROMOVEM, EM RADIO E TELEVISÃO, JORNAL ETC TEMOS QUE TER UMA POLITICA MAIS SERIA E AS LEIS SEREM MAIS SEVERA, ENQUANTO AS LEIS DO BRASIL NÃO FOREM APLICADA COMO MANDA TANTO AS DROGAS QUE MATAM OS JOVENS TEMOS O TRASITO BRASILEIRO QUE A CADA DEZ MINUTO MATA UM NO BRASIL, MAIS QUE QUALQUER GUERRA NO MUNDO, AS AUTORIDADES BRSILEIRA TEM QUE SE CONCENTIZAR QUE AS LEIS TEM QUE SER BEM APLICADA, EXEMPLO DE LEIS QUE VÃO PARA O RALO E OS PONTOS NA CARTEIRA DE ABILITAÇÃO, QUE TEM MOTORISTAS QUE SOMAN MAIS DE CEM PONTOS NA CARTEIRA E CONTINUO DIRIGINDO, RECIDENTE EM ACIDENTES OS EMBRIAGADO, ASSIM ´POR DIANTE, TAI OS JORNAIS TODOS OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO AMOSTRANDO OS ERROS E FALHAS DAS LEIS O DESCASO E ENTRA PADRINHOS ETC ETC ETC E FICA TUDO POR MIL E QUINHENTOS SESSE GEITO E MES QUE JOGAR DINHEIRO NO RALO, EM PROPAGANDA DE COMBATE AS DROGAS VIOLENCIA DO TRANSITO TUDO VAI POR AGUA A BAIXO, E A SOCIEDEDE FICA A MERSE DA INPUNIDADE, ALEM DE O SISTEMA CARCERARIO FUNDIDO E DE PESSIMAS CONDIÇÕES DE TER UM ELEMENTO PAGANDO PELOS SEUS ERROS, ASSIM FICA MAIS DIFICIL, CONBATER TODAS ESSES CRIME QUE ACONTECE EM TODO O BRASIL. ASS GAUCHO ALDO VARGAS

quarta-feira, 21 de abril de 2010

A CAMPEREADA EM LIVRAMENTO

DIA 28 DE ABRIL DE 2010, COMEÇA MAIS UMA TRADICIONAL CAMPEREADA, EM SANTANA DO LIVRAMENTO COM DIVERSAS ATRAÇÕES, GAUCHESCAS TIRO DE LAÇO DOMAS, E OUTRAS APRESENTAÇÕES DO RS, COSTUMES DO DIA DO HOMEM CAMPEIRO AQUELE QUE LIDA COM SERVIÇO DO CAMPO SEUS COSTUMES E VARIAS ATRAÇÕES ARTISTICAS MUSICAS , COSTUMES DO NOSSO ESTADO, TUDO SERA APRESENTADO A PARTIR DO DIA 28/ABRIL, UMA FESTA QUE JA VAMOS PARA VIGECIMA OITAVA CAMPEREADA EM SANTANA DO LIVRAMENTO NA CHACARA DA PREFEITURA, ALI VAI SER PALCO DE DIVERSOS SHOWS COM ARTISTAS LOCAIS OUTROS DE FORA, VAI SER DESTRIBUIDOS MAIS DE SETENTA MIL REAIS EM PREMIO AOS PARTICIPANTE, ASSIM VAMOS LEVANDO NOSSAS TRADIÇÕES GAUCHA AO RESTO DO ESTADO E BRASIL,CULTIVAR AS TRADIÇOES DO ESTADO E COISA MUITO BOA E A GENTE NÃO DEIXA MORRER AS TRADIÇÕES CAMPEIRA, E LEVANDO ENSINAMENTOS AOS JOVEM QUE VEM SURGINDO, E TOMANDO AS REDEAS, PARA CONTINUAR, LEVANDO SEMPRE A CULTURA DESTE ESTADO A TODOS QUE GOSTAM E ADIMIRAM A CULTURA GAUCHA, DEVEM DE NÃO PERDER ESSA OPORTUNIDADE DE VIM PARA SANTANA DO LIVRAMENTO PARTICIPAR DESTE EVENTO QUE JA FIGURA NO CALENDARIO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. ASS GAUCHO ALDO VARGAS

DISCURSO DO LIDER DO PMDB RENAN CALHEIRO

Senador defende fundo para uniformizar salários de policiais e bombeiros





Foto: Cental de Notícias RO
O líder do PMDB, Renan Calheiros (AL), defendeu nesta segunda-feira (19) a criação de um fundo da União para uniformizar os salários de policiais e bombeiros e, assim, viabilizar o piso nacional para a categoria. Em pronunciamento no Plenário, o senador afirmou que a proposta originária do Senado (PEC 41/08) criou o piso, mas transferiu para uma lei federal a fixação dos valores.

Para não prejudicar as finanças dos estados e da União, o Senado aprovou, na mesma PEC, a criação de um fundo para complementar as diferenças salariais de forma gradual. O senador observou que há estados que não necessitam de complementação, como Sergipe, que já paga salário de R$ 3.200 para seus policiais.

A proposta aprovada pelos senadores foi considerada equilibrada por Renan, mas na Câmara dos Deputados uma emenda aglutinativa à PEC 446/09 (número atribuído naquela Casa à PEC 41/08) fixou valores para o piso. O senador alertou os parlamentares e os próprios beneficiários do piso quanto às consequências dessa decisão.

- Quantificar salários na Constituição, ainda que nas disposições transitórias, é congelar esses salários. Ao se fixar um valor, a simples reposição da inflação, a cada ano, vai exigir uma nova PEC, que, sabemos, tem uma tramitação verdadeiramente complexa - afirmou.

Padrão mínimo

Renan Calheiros disse que, quando apresentou a PEC 41/08, a intenção era inserir na Constituição um mecanismo que garantisse um padrão mínimo nacional de remuneração para esses profissionais cuja importância para o Estado e para a sociedade considerou inquestionável.

- Os servidores policiais desempenham a mais típica das funções de Estado, que é a de cuidar da segurança das pessoas, da segurança das relações sociais, e isso é condição sem a qual não podemos jamais falar em democracia e liberdades individuais e públicas. Por exercerem atividades típicas de Estado, os policiais merecem amparo de mecanismos constitucionais, como o que foi aprovado aqui no Senado Federal.

Peleguismo

O senador denuncia tentativas de politizar a questão e de prolongar o debate sobre o assunto. Segundo ele, "há interesses menores e sombras de 'peleguismo' rondando a proposta".

Alguns segmentos, conforme denunciou, "querem faturar politicamente em cima da PEC e estão se lixando se ela vai se tornar realidade ou não; querem só o discurso de campanha".

Renan Calheiros disse que a proposta precisa ser votada imediatamente, porque, a seu ver, significa "um importante passo no capítulo da segurança pública no Brasil".

Da Redação / Agência Senado
Íntegra do discurso
O SR. RENAN CALHEIROS (PMDB – AL. Como Líder. Sem revisão do orador.) – Sr. Presidente, Senador Mão Santa, Srªs e Srs. Senadores, quando o assunto é recorrente e a providência é nossa responsabilidade, nada mais coerente do que persistir e insistir.
O Senado Federal, permeável às apreensões da sociedade, aprovou rapidamente, em dois turnos, o projeto de emenda constitucional que fixa nacionalmente o piso salarial para as Polícias Civis e Militares e o Corpo de Bombeiros Militares. A proposta, Sr. Presidente, Srs. Senadores, teve uma tramitação célere, porque o Senado, como eu dizia, compreendeu a urgência da PEC e deu a ela uma dinâmica diferenciada. Demos um passo importante para que o Brasil valorize seus policiais e, de certa maneira, Sr. Presidente, contribua para combater nossos índices de criminalidade.
A proposta originada aqui no Senado criou o piso nacional de salários, mas, Sr. Presidente, não avançou para fixar valores. Propusemos, com a colaboração dos ilustres Senadores, a criação de um Fundo da União que será utilizado para complementar diferenças salariais de forma gradual, a fim de não sobrecarregar nem comprometer o planejamento orçamentário de Estados e da União. Há, Sr. Presidente, Srs. Senadores, Estados que nem mesmo necessitam da complementação, como o Estado de Sergipe, que já paga salários de R$3.200,00 aos seus policiais.
A fixação de valores na Constituição, incorporada em uma emenda aglutinativa na Câmara dos Deputados, parece-me ser, Sr. Presidente, totalmente imprópria e não pode, de forma nenhuma, servir de argumento para paralisar a tramitação, ou melhor, a votação da PEC 300 na Câmara dos Deputados. Por isso, Sr. Presidente, é juridicamente acertado e constitucionalmente defensável que o valor do piso nacional seja fixado por uma lei complementar, sob o risco de decepções posteriores. Além disso, quantificar salários na Constituição, ainda que nas Disposições Transitórias, é congelar esses salários, Sr. Presidente. Ao se fixar um valor, a cada ano que ele tiver, por exemplo, só a reposição da inflação, implicaria uma nova PEC, que, sabemos, tem uma tramitação verdadeiramente complexa.
Quando apresentei a emenda, a intenção, Sr. Presidente, era de inserir na Constituição Federal um mecanismo que garantisse um padrão mínimo nacional de remuneração para esses profissionais, cuja importância para o Estado e para a sociedade é inquestionável.
Os servidores policiais desempenham a mais típica das funções de Estado, que é a de cuidar da segurança das pessoas, da segurança das relações sociais. E isso, Sr. Presidente, é condição sem a qual não podemos, jamais, falar em democracia, liberdades individuais e liberdades públicas. E, por exercerem atividade típica de Estado, os policiais merecem o amparo de mecanismos constitucionais, como o que foi aprovado aqui, no Senado Federal.
A proposta que aprovamos no Senado, Sr. Presidente, é equilibrada e estabelece a complementação de recursos pela União, de maneira que os Estados possam efetivamente oferecer uma remuneração mais adequada e digna para os servidores policiais. A remuneração inadequada é um fator que potencializa o abandono da carreira, a dedicação a outras atividades distintas da segurança pública e o constante assédio dos criminosos, que acenam com vantagens financeiras e até materiais. É impossível, Sr. Presidente, estruturar uma carreira policial sem a adequada remuneração.
Em todos os encontros com entidades sindicais e lideranças, afirmei que o fundamental seria garantir a aprovação do piso este ano e não permitir personalizações e demagogia eleitoral. Mais do que uma conquista salarial para as categorias, Sr. Presidente, o piso significa mais dignidade para os policiais, suas famílias e mais segurança nas ruas. A polícia enfrenta uma guerra diária e desleal com a criminalidade, e os salários, todos sabem, não estão à altura da sua responsabilidade.
Naturalmente, Sr. Presidente, Srs. Senadores, existem aqueles que estão politizando, e a delonga, ela sim, é eleitoreira. Falam até em números absurdos de um custo de 30 milhões, e isso, Sr. Presidente, é a mais pura mentira.
Como já disse antes, há unidades da Federação que já remuneram dignamente suas polícias com recursos próprios e não entrarão no Fundo, e outras, Sr. Presidente, não precisarão da complementação, que será regulamentada por lei, por iniciativa do Executivo, por iniciativa do Excelentíssimo Senhor Presidente da República.
Infelizmente, há interesses menores, sombras de peleguismo rondando a proposta. Alguns poucos segmentos querem faturar politicamente em cima da PEC e estão se lixando se ela vai se tornar realidade ou não. Querem só o discurso de campanha. Quero, Sr. Presidente, torná-la uma realidade já. Tem gente que enxerga na procrastinação horizontes políticos. Quero apenas, Sr. Presidente, Srs. Senadores, criar logo o piso para as categorias. Por isso, a PEC não pode ficar paralisada na Câmara dos Deputados.
Sabemos que esse é mais um importante passo no capítulo da segurança pública no Brasil. Ao fixarmos o piso salarial, estamos corrigindo uma ponta do sistema, restando, ainda, apontar, Sr. Presidente, uma fonte de financiamento permanente da segurança pública.
Quando tive a honra de ocupar o Ministério da Justiça, pude constatar que melhores salários e condições materiais adequadas de trabalho refletem instantaneamente na redução das estatísticas de criminalidade e de violência. Naquela oportunidade, Sr. Presidente, Srs. Senadores, corrigimos salários e modernizamos os equipamentos da Polícia Federal e Rodoviária Federal. Os resultados, todos acompanharam, foram muito positivos.
Essa correção nos salários dos policiais e bombeiros vai abranger mais de 650 mil profissionais de segurança em todo o Brasil, mas ela, Sr. Presidente, Srs. Senadores, é apenas um primeiro passo, e temos ciência do trabalho que vem a seguir.
Nesse aspecto, já está pronta para ser votada no Senado Federal outra emenda constitucional, de minha autoria, que obriga a União, Estados e Municípios a investir percentuais mínimos em segurança pública. Aprovada a proposta, coloca na segurança R$1 bilhão ao ano, em novas viaturas, armamentos modernos, operações de inteligência e construção de presídios.
O Brasil, Sr. Presidente, não pode mais adiar a discussão sobre segurança pública. Não podemos reagir mais por espasmos, por tragédias recorrentes. Temos obrigação de encarar o problema da insegurança de frente. Não devemos enfrentar esse grave desafio tratando-o como colunas contábeis. São problemas reais, Sr. Presidente, Srs. Senadores, perdas de vidas humanas que testemunhamos diariamente.
O Estado precisa recuperar seu protagonismo nessa guerra. Acabamos de presenciar um episódio emblemático da falência do atual modelo, o que envolveu o maníaco de Luziânia. O Estado, Sr. Presidente, falhou ao soltar o monstro, falhou ao não monitorá-lo adequadamente e falhou, de novo, na morte de um preso sob sua custódia. Até quando vamos assistir impassíveis à repetição dessas falhas? Espero, Sr. Presidente, Srs. Senadores, que a última tenha sido eloquente e faça com que todos cumpram a sua parte nessa tarefa.





Notícia Postada em 20/04/2010 às 12:52:56 por: Redação site ABAMF





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terça-feira, 20 de abril de 2010

21 DE ABRIL O DIA DO POLICIAL

HOJE ESTAMOS COMEMORANDO O DIA DAS POLICIAS MILITARES DO BRASIL, QUE NOSSA POLICIA POÇA ALCANSAR SEUS OBGETIVOS E ENFRENTAR ESSA ARDUA CARREIRA, COM AMOR PAZ E ORGULHO EMBORA SEJA MUITAS VESEZ INCONPRENDIDA PELA SOCIEDADE QUE LHE COBRA MUITO E POUCOS LHES DA EM TROCA, A VOCE POLICIAL QUE SAI DE CASA PARA SEU TRABALHO MUITAS VEZES SEM TOMAR SEU CAFE DA MANHA, PORQUE NÃO TEM O PÃO, OU TEM QUE DEIXAR PARA SEU FILHO COMER ANTES DE SAIR PARA ESCOLA, VOCE MERECE SIM SER FELIZ POLICIAL HONESTO TRABALHADOR QUE VIVE APENAS COM SEU VENCIMENTO, ESSE SIM MERECE TODAS AS HOMENAGEM, E NOS CIDADÃO NÃO DEVEMOS POR UM ERRO DE MEIA DUZIA CRUCIFICAR OS DEMAIS, DEVEMOS SIM BANIR O MAU POLICIAL MAIS DAR TODO O APOIO AO BOM POLICIAL E DESTES QUE O POVO BRASILEIRO ESTA PRECISANDO, E QUE NOS, QUEREMOS O POLICIAL PAI, IRMÃO TIO, SOBRINHO ETC, ESSES PLOICIAL DEVEM SER HOMENAGEADO TODOS OS DIAS PORQUE E UM FUNÇÃO QUE SAIR DE CASA PARA TRABALHAR A GENTE SAI VOLTAR SÃO OUTROS QUINHENTOS, MAIS COM FÉ EM DEUS O CRIADOR TODOS VOLTARAM AO SEUS LARES PARA JUNTO DE SEUS PAIS FILHOS E ESPOSAS, A VOCE HEROI DO POVO PARABENS PELO SEU DIA. ASS GAUCHO ALDO VARGAS.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

O BRASIL E A CARGA TRIBUTARIA

E LAMENTAVEL MAIS VIVEMOS NUM PAIS QUE OS INPOSTOS SÃO, OS MAIORES APLICADO NO MUNDO. E CADA GOVERNO FEDERAL QUE ENTRA PROMETE REDUZIR ESSE INPOSTO QUE CORROE O POVO BRASILEIRO, MAIS LAMENTAVEL NÃO E SÓ O PRESIDENTE O CULPADO, TEM UMA GUERRA ENTRE OS ESTADOS DA FEDERAÇÃO QUE NÃO DEIXA A DIMINUIR A CARGA TRIBUTARIA, DO NOSSO BRASIL ASSIM MEUS AMIGOS SERA MUITO DIFICIL OS CANDIDATOS A PRTESIDENCIA COMPRIREM COM A REDUÇÃO DESTES INPOSTOS QUE CONSOMEM COM O SALARIO DOS BRASILEIROS, OS CULPADOS SÃO OS GOVERNADORES DE ESTADOS OS DEPUTADOS E SENADORES QUE NÃO SÉ UMEM EM FAVOR DA REDUÇÃO PARA DIMINUIR OS INPOSTOS BRASILEIRO. IMAGINA QUE A GENTE TRABALHA DE JANEIRO AO MES ABRIL SÓ PARA PAGAR INPOSTO PARA NOSSOS GOVERNO, VIVEMOS NUM PAIS QUE O TELEFONE E MAIS CARO DO MUNDO UM EX NO IRAQUE PAGA-SE 15,00 REAIS POR MES PARA MANTER O TELEFONE FIXO, O CELULAR 0,02 CENTAVOS POR UM TORPEDO MAIS OU MENOS, COMO VAMOS TERMINAR COM ESSA CARGA TRIBUTARIA QUE CONSOMEM COM O SALARIO DO TRABALHADOR BRASILEIRO QUE E O QUE MAIS PAGA INPOSTOS. ENGUANTO OS PROJETOS, DAS GRANDE FORTUNA NÃO SAI DAS GAVETAS O POVO BRASILEIRO QUE SE LIXE, PORQUE OS QUE ESTÃO NO TOPO DA PIRAMIDE NEM ESTÃO LIGANDO PARA O POVO BRASILEIRO E QUANDO CHEGA EPOCA DE ELEIÇÃO ELES VEM COM BALELA PARA CIMA DO POVO BRASILEIRO QUE SOFRE ENQUANTOS GENTE QUE NÃO PRECISA NESTE PAIS GANHA ATE AUXILIO MORADIA EX OS POLITICOS, JAMAIS VAI TERMINAR ESSA FALTA DE RESPEITO COM O POVO BRASILEIRO COMO DIZ O DEPUTADO JUSTO PAPEL INTERPRETADO POR CHICO ANIZIO, EU QUERO QUE POBRE SÉ ESPLODA, ASSIM PENSA A MAIORIA DOS NOSSOS POLITICOS DO BRASIL. ASS GAUCHO ALDO VARGAS

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